Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

5 ideias que vão mudar a forma como vês a confissão (agradecimento 'É o Carteiro!')

R E S U M O

Ryan Eggenberger | 2 Outubro 2012       

O que eu quero é encorajar a confessares-te, se por ventura não o fazes há mais de um ano.

As vantagens compensam DE LONGE os momentos de ansiedade.
Para lá da sensação de bem-estar pós-confissão, a tua alma fica  tão totalmente limpa como no dia do baptismo.

Mas se ainda estás inquieto com a confissão, lembra-te do seguinte.

 
1. Ninguém se arrepende de se confessar, tenha sido fácil ou difícil

Pergunta a qualquer católico praticante, ele dirá que a confissão é uma das melhores coisas de se ser católico. A paz de limpar tudo para trás, de admitir a culpa e de ouvir que estás perdoado mesmo 'daqueles' pecados é indescritível.

Recorda que não são os teus pecados que dizem que tu és.

Porém, eles vão continuar a moer-te até que Cristo os apague na confissão.

 
2. Não interessa há quanto tempo não te confessas

Garanto que não interessa quando foi a última confissão.

O padre não te vai acusar e dizer "com que então andaste fugido, hem?
Vai-te embora daqui!". Pelo contrário, quanto mais afastado tiveres estado,
mais feliz vai ficar ao ver-te voltar.

Se não sabes muito bem como é que é isso de te confessares, então há 2 coisas que podes fazer.
>>   Ler, descarregar, imprimir material que possa ajudar, como este
>>   Ir à confissão, e dizeres ao padre que não fazes lá muita ideia do que é tens que fazer.
Vais ver que ele até vai ficar contente por te poder ajudar.

3. Podes confessar-te sob anonimato
A Igreja quer que todos nós possamos, se quisermos, confessar-nos  sem que ninguém saiba. Isto é, em muitos confessionários podes ter  a opção de te ajoelhares junto de uma pequena janela de grade ou  rede apertada de tal maneira que o padre não te vê.

Também podes preferir, diferentemente, sentar-te numa cadeira em frente do sacerdote.
Se, ainda assim, receias ser reconhecido pela voz, sempre podes  ir confessar-te noutra paróquia, embora para dizer a verdade nenhum  padre vai ficar impressionado contigo ou te vai julgar.

4. Não há nada que possas dizer que o padre não tenha já ouvido
Depois de anos a ouvir confissões podes confessar o que quer que seja  que o padre não se vai escandalizar. De certeza que já ouviu pior.

5. O padre nunca pode falar sobre a tua confissão, NUNCA, nem mesmo contigo
É verdade. É o chamado “sigilo sacramental da confissão” (sigilo = selo):  o que é dito no confessionário fica (selado) no confessionário.


O Código de Direito Canónico de 1983 diz no cânone 983§1,
 “O sigilo sacramental é inviolável; pelo que o confessor não pode denunciar o penitente nem por palavras nem por qualquer outro modo nem por causa alguma.”
A Igreja insiste nisto por algumas razões. A melhor delas é para te sentires confortável e seres 100% sincero na confissão, sem estares preocupado de que algo seja revelado fora do confessionário.

É um generoso dom que a Igreja nos deu e que vale a pena aproveitar.
 


Original em inglês AQUI


SEGUE VERSÃO INTEGRAL EM PORTUGUÊS


5 ideias que vão mudar a forma
como vês a confissão

Ryan Eggenberger | 2 Outubro 2012       

Há imenso material na internet sobre a confissão, fácil de encontrar. Por isso, não vou falar aqui de doutrina.
O que eu quero agora é encorajar a confessares-te, se por ventura não o fazes há mais de um ano.
Outubro [texto escrito a 2/10] é um mês óptimo para voltares à confissão. O ano lectivo começou, as cores do outono estão aí, a loucura das férias já é só uma memória. Se há uma altura óptima para a confissão, é agora!
As vantagens compensam DE LONGE os momentos de ansiedade. Para lá da sensação de bem-estar pós-confissão, a tua alma fica tão totalmente limpa como no dia do baptismo. Isso já é uma grande coisa em si mesmo, mas melhor ainda é que ficas preparado para a morte, que pode chegar a qualquer momento. Afinal, a porta é estreita e convém estar sempre preparado.
Mas se ainda estás inquieto com a confissão, lembra-te do seguinte.

1. Ninguém se arrepende de se confessar, tenha sido fácil ou difícil.
Pergunta a qualquer católico praticante, ele dirá que a confissão é uma das melhores coisas de se ser católico. A paz de limpar tudo para trás, de admitir a culpa e de ouvir que estás perdoado mesmo daqueles pecados é indescritível.
Recorda que não são os teus pecados que dizem que tu és. Porém, eles vão continuar a moer-te até que Cristo os apague na confissão.

2. Não interessa há quanto tempo não te confessas.
A Bíblia – ou melhor, Jesus –  diz,
 “Digo-vos Eu: haverá mais alegria no Céu por um só pecador que se converte, do que por noventa e nove justos que não necessitam de conversão” (Lc 15,17).

Garanto que não interessa quando foi a última confissão. O padre não te vai acusar e dizer "com que então andaste fugido, hem? Vai-te embora daqui!". Pelo contrário, quanto mais afastado tiveres estado, mais feliz vai ficar ao ver-te voltar.
Se não sabes muito bem como é que é isso de te confessares, então há 2 coisas que podes fazer.
>> Ler, descarregar, imprimir material que possa ajudar, como este
>> Ir à confissão, e dizeres ao padre que não fazes lá muita ideia do que é tens que fazer.
Vai-te confessar e diz ao Padre que não fazes ideia do que estás a fazer. Vais ver que ele até vai ficar contente por te poder ajudar. Acredita que foi o que eu fiz nos meus dois primeiros anos como católico, porque eu era demasiado preguiçoso para ir aprender o que é que eu tinha de fazer para me confessar como deve ser. Nunca me repreenderam. Para além disso é costume as orações estarem numa folha no confessionário que lá puseram para nossa ajuda.

3. Podes confessar-te sob anonimato
A Igreja quer que todos nós possamos, se quisermos, confessar-nos sem que ninguém saiba. Isto é, em muitos confessionários podes ter a opção de te ajoelhares junto de uma pequena janela de grade ou rede apertada de tal maneira que o padre não te vê. Também podes preferir, diferentemente, sentar-te numa cadeira em frente do sacerdote.
Se, ainda assim, receias ser reconhecido pela voz, sempre podes ir confessar-te noutra paróquia, embora para dizer a verdade nenhum padre vai ficar impressionado contigo ou te vai julgar.

4. Não há nada que possas dizer que o padre não tenha já ouvido
Depois de anos a ouvir confissões podes confessar o que quer que seja que o padre não se vai escandalizar. De certeza que já ouviu pior.

5. O padre nunca pode falar sobre a tua confissão, NUNCA, nem mesmo contigo
É verdade. É o chamado “sigilo sacramental da confissão” (sigilo = selo): o que é dito no confessionário fica (selado) no confessionário. O Código de Direito Canónico de 1983 diz no cânone 983§1,
 “O sigilo sacramental é inviolável; pelo que o confessor não pode denunciar o penitente nem por palavras nem por qualquer outro modo nem por causa alguma.”
Chamo a atenção para este ponto, porque é mesmo importante. Uma vez estava-me a confessar com o meu director espiritual. Durante a confissão, ele pediu-me para eu lhe voltar a falar, na próxima conversa fora da confissão, sobre um dos pontos que eu referi na confissão. Eu disse, “Senhor Padre, se eu me esquecer, lembre-me!". Ele chamou-me logo à atenção que isso não ia acontecer porque ele não podia referir nada que ouvisse numa confissão, mesmo que fosse falando comigo sobre coisas que tinha sido eu a contar.
A Igreja insiste nisto por algumas razões. A melhor delas é para te sentires confortável e seres 100% sincero na confissão, sem estares preocupado de que algo seja revelado fora do confessionário. É um generoso dom que a Igreja nos deu e que vale a pena aproveitar.

Original em inglês AQUI

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