Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

domingo, 15 de setembro de 2019

Maria, Mestra do sacrifício escondido e silencioso!

Maria, Mestra do sacrifício escondido e silencioso! – Vede-a, quase sempre oculta, colaborando com o Filho: sabe e cala.(Caminho, 509)

A Virgem Dolorosa... Quando a contemplares, repara no seu Coração. É uma mãe com dois filhos, frente a frente; Ele... e tu. (Caminho, 506)

Que humildade, a de minha Mãe Santa Maria! – Não a vereis entre as palmas de Jerusalém, nem – afora as primícias de Caná – na altura dos grandes milagres. – Mas não foge do desprezo do Gólgota; lá está, "iuxta crucem Iesu" – junto da cruz de Jesus, sua Mãe. (Caminho, 507)

Na hora do desprezo da Cruz, a Virgem lá está, perto do seu Filho, decidida a partilhar a sua mesma sorte. Percamos o medo de nos comportarmos como cristãos responsáveis quando isso não é cómodo no ambiente em que nos movemos. Ela nos ajudará. (Sulco, 977)

São Josemaría Escrivá

São Josemaría Escrivá sobre Nossa Senhora das Dores

Nossa Senhora das Dores. “Mais forte a mulher do que o homem, e mais fiel na hora da dor. – Maria de Magdala, e Maria Cleofas, e Salomé!
Com um grupo de mulheres valentes, como essas, bem unidas à Virgem Dolorosa, que apostolado se não faria no mundo!”
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Bom Domingo do Senhor!

Imitemos o filho pródigo de que nos fala o Evangelho de hoje (Lc 15, 1-32) e nunca hesitemos em humildade de reconhecer os nossos erros e pecados regressando sempre à Casa do Senhor que nos abraça e fortalece com o Seu amor misericordioso no Sacramento da Reconciliação.

Louvado seja Deus Nosso Senhor pelo seu amor e infinita bondade!

Mãe da esperança

Bento XVI 
Encíclica «Spe salvi» § 50

Santa Maria, [...] o velho Simeão falou-Vos da espada que atravessaria o vosso coração (cf. Lc 2,35), do sinal de contradição que vosso Filho haveria de ser neste mundo. Depois, quando a actividade pública de Jesus se iniciou, tivestes de vos pôr de lado, para que pudesse crescer a nova família [...] daqueles que tivessem ouvido e observado a Sua palavra (cf. Lc 11,27s). Apesar de toda a grandeza e alegria do primeiro início da actividade de Jesus, vós, já na Sinagoga de Nazaré, tivestes de experimentar a verdade da palavra sobre o «sinal de contradição» (cf. Lc 4,28s). Assim, vistes o crescente poder da hostilidade e da rejeição que se ia progressivamente afirmando à volta de Jesus até à hora da cruz, quando tivestes de ver o Salvador do mundo, o herdeiro de David, o Filho de Deus morrer como um falido, exposto ao escárnio, entre os malfeitores. 

Acolhestes então as palavras: «Mulher, eis aí o teu filho» (Jo 19,26). Da cruz, recebestes uma nova missão. A partir da cruz ficastes Mãe de uma maneira nova: Mãe de todos aqueles que querem acreditar no vosso Filho Jesus e segui-Lo. A espada da dor trespassou o vosso coração. Tinha morrido a esperança? Ficou o mundo definitivamente sem luz, a vida sem objectivo? Naquela hora, provavelmente, no vosso íntimo tereis ouvido novamente as palavras com que o anjo tinha respondido ao vosso temor no instante da anunciação: «Não temas, Maria!» (Lc 1,30). Quantas vezes o Senhor, o vosso Filho, dissera a mesma coisa aos seus discípulos [...].

Na hora de Nazaré, o anjo também vos tinha dito: «O seu reinado não terá fim» (Lc 1,33). Teria talvez terminado antes de começar? Não; junto da cruz, [...] vós tornastes-vos mãe dos crentes. Nesta fé, [...] caminhastes para a manhã de Páscoa. A alegria da ressurreição tocou o vosso coração e uniu-vos de um novo modo aos discípulos [...]. O «reino» de Jesus era diferente daquele que os homens tinham podido imaginar. Este «reino» iniciava-se naquela hora e nunca mais teria fim. Assim, vós permaneceis no meio dos discípulos como a sua Mãe, como Mãe da esperança.

Evangelho de hoje - Lc 15, 1-32 - O Filho Pródigo

Pai, obrigado,
porque sempre que me afasto de Ti,
levado pelas minhas fraquezas,
e arrependido volto para Ti,
Tu me recebes de braços abertos.
E não Te interessa o “tamanho” das minhas fraquezas,
porque o Teu amor e o teu perdão,
são infinitamente maiores que o meu pecado.
Pai,
obrigado por sempre abrires a porta da Tua casa
aos Teus filhos,
que arrependidos voltam para Ti,
e com eles fazeres a festa do amor,
a festa da alegria,
com Jesus Cristo Nosso Senhor,
na unidade do Espírito Santo.
Amen.

Joaquim Mexia Alves

(Fonte: ‘Apenas oração’
em http://apenasoracao.blogspot.com/2010/09/evangelho-de-hoje-lc-15-1-32-o-filho.html)