Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

domingo, 2 de junho de 2019

A procissão do Corpo de Deus em Lisboa

Bom Domingo do Senhor!

Tenhamos a alegria dos Apóstolos como nos narra o Evangelho de hoje (Lc 24, 46-53) seguros que o Senhor nos banha com o seu Espírito e demos-Lhe graças bendizendo o Seu Santo Nome.

Obrigado Meu Senhor e Meu Deus por nos haveres doado o Teu Espírito que procede de ti e do Pai!

«Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos»

Bem-aventurado John Henry Newman
(1801-1890), presbítero, Fundador do Oratório em Inglaterra 
PPS, vol.6, n.º10

O regresso de Cristo a Seu Pai é ao mesmo tempo fonte de pesar, por ser sinónimo da Sua ausência, e fonte de alegria, por significar a Sua presença. Brotam da doutrina da Ressurreição e da Ascensão estes paradoxos cristãos, mencionados com frequência nas Escrituras, a saber, que nos afligimos sem por isso pararmos de rejubilar, como «nada tendo e, no entanto, tudo possuindo» (2Cor 6,10).
Na verdade, é esta a nossa condição presente: perdemos a Cristo, e encontramo-Lo; não O vemos e, apesar disso, podemos discerni-Lo; estreitamos-Lhe os pés (Mt 28,9) e Ele diz-nos «Não Me detenhas» (Jo 20,17). Mas como? Acontece que, tendo perdido a percepção sensível e consciente da Sua pessoa, já não nos é possível vê-Lo, ouvi-Lo, falar-Lhe, segui-Lo de terra em terra; no entanto, usufruimos espiritual, imaterial, interior, mental e realmente da Sua visão e da Sua posse, uma posse envolvida por maior realidade e por maior presença do que alguma vez na vida tiveram os Apóstolos, precisamente por ser espiritual e invisível.
Todos nós sabemos que, neste mundo, quanto mais um objecto está perto de nós, tanto menos conseguimos aperceber-nos dele e compreendê-lo. Cristo está tão perto de nós, na Igreja, que não somos sequer capazes de O fixar com o olhar, ou até de O distinguir; apesar disso, Ele instala-Se em nós e assim toma posse da herança por Ele adquirida; não Se nos apresenta, e todavia atrai-nos a Si e faz de nós Seus correlegionários. [...] Não O vemos sequer, mas no entanto, pela fé, sentimos a Sua presença, porque Ele está ao mesmo tempo acima de nós e em nós. Por conseguinte, sentimos pesar, porque não temos consciência dessa presença, e ao mesmo tempo alegria, porque sabemos a Quem possuímos: «Sem O terdes visto, vós O amais; sem o ver ainda, credes Nele e vos alegrais com uma alegria indescritível e irradiante, alcançando assim a meta da vossa fé: a salvação das [vossas] almas» (1Pe 1,8-9).

sábado, 1 de junho de 2019

O Evangelho de Domingo dia 2 de junho de 2019

E disse-lhes: «Assim está escrito que o Cristo devia padecer e ressuscitar dos mortos ao terceiro dia, e que em Seu nome havia de ser pregado o arrependimento e a remissão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vós sois as testemunhas destas coisas. Eu vou mandar sobre vós o Prometido por Meu Pai. Entretanto permanecei na cidade até que sejais revestidos da força do alto». Depois, levou-os até junto de Betânia e, levantando as Suas mãos, abençoou-os. E enquanto os abençoava, separou-Se deles e era levado para o céu. Eles, depois de O adorarem, voltaram para Jerusalém com grande alegria, e estavam continuamente no templo louvando a Deus.

Lc 24, 46-53

Evangelho do dia 1 de junho de 2019

Naquele dia, não Me interrogareis sobre nada. «Em verdade, em verdade vos digo que, se pedirdes a Meu Pai alguma coisa em Meu nome, Ele vo-la dará. Até agora não pedistes nada em Meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja completa.  «Disse-vos estas coisas em parábolas. Mas vem o tempo em que não vos falarei já por parábolas, mas vos falarei abertamente do Pai. Nesse dia pedireis em Meu nome, e não vos digo que hei-de rogar ao Pai por vós, porque o próprio Pai vos ama, porque vós Me amastes e acreditastes que saí do Pai. Saí do Pai e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo e vou para o Pai».

Jo 16, 23b-28