Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

O Papa publica um novo livro

Neste mês de Outubro, tradicionalmente dedicado a Nossa Senhora, o Papa publicou um livro sobre a Mãe de Deus, sob a forma de uma entrevista concedida a Marco Pozza (editado em italiano pela Rizzoli e pela Libreria Editrice Vaticana). A gravação da entrevista foi transmitida no dia 16 de Outubro pela cadeia de televisão Tv2000. Nesta conversa, o Papa traça o perfil biográfico de Nossa Senhora e ensina a rezar-lhe, especialmente a «Ave Maria».

Com o entrevistador Pe. Marco Pozza
Um traço fundamental da santidade de Maria é ser a santidade do dia-a-dia, das pequenas coisas correntes, como é a vida da generalidade dos homens e mulheres. O cume da santidade não consiste na extravagância, mas na presença actuante de Deus através dessa normalidade:

– «Desde que nasceu até à Anunciação, quando se encontrou com o Anjo de Deus, imagino-a como uma rapariga normal, uma rapariga de hoje, não posso dizer uma rapariga urbana, porque vivia numa aldeia, mas normal, normal, com uma educação normal, aberta a casar-se, a ter uma família. Uma coisa que imagino é que amava as Escrituras: conhecia as Escrituras, tinha feito a catequese, mas no ambiente familiar, do coração. Depois de conceber Jesus continuou a ser uma mulher normal: Maria é a normalidade, ela é uma mulher que qualquer mulher deste mundo pode imitar. Não fazia nada de estranho na vida, era uma mãe normal: mesmo no seu casamento virginal, vivendo castamente na virgindade, Maria era normal. Trabalhava, ia às compras, ajudava o Filho, ajudava o marido: era normal».

A normalidade cristã não consiste em ceder ao espírito mundano. Pelo contrário, é a generosidade de ir ao encontro dos outros, é viver a sério a amizade, a capacidade de estabelecer laços pessoais fortes e profundos, que acabam por aproximar os outros de Deus. Isolar-se, não se sentir plenamente cidadão, desinteressar-se, é a estratégia de Satanás:

– «A normalidade é viver no meio do povo, como o povo. É anormal viver sem estar enraizado num povo, sem ligação com um povo histórico. Nesse desenraizamento, nasce um pecado que agrada tanto a Satanás, nosso inimigo: o pecado da “élite”. A “élite” não sabe o que é viver no meio do povo e quando falo da “élite” não me refiro a uma classe social: falo de uma atitude da alma (...). Contudo, como diz o Concílio na “Lumen gentium”, a Igreja é justamente o santo povo fiel de Deus. A Igreja é povo, o povo de Deus. E o diabo gosta das “élites”».

A normalidade de Nossa Senhora resplandece de fecundidade por acção de Deus. Apoiado na sua fidelidade, Deus transformou o mundo:
– Ele «começa a re-criação por Maria».

A resposta à vocação é sempre um encontro pessoal com Deus, sem o anonimato de quem se dilui num grupo. A vocação, que se descobre em oração pessoal, num diálogo íntimo com Deus, é entregar-se pessoalmente, mesmo quando esse caminho nos leva a entroncar a nossa vida com a de outros:

– «Podemos pensar nas mulheres solteiras que tratam da casa, que educam sozinhas os filhos. Maria está ainda mais sozinha. Começa sozinha esta história, que continua com José e a família; mas no começo da recriação existe apenas o diálogo entre Deus e uma mulher sozinha. Sozinha no momento da anunciação e sozinha no momento da morte do Filho».

O Papa pediu a todos que rezassem o Terço com especial devoção neste mês de Outubro e que pedissem, por intercessão de Maria e do Arcanjo S. Miguel, pela unidade da Igreja, ameaçada nestes tempos pelas manobras de Satanás.
José Maria C.S. André

Evangelho do dia 19 de outubro de 2018

Tendo-se juntado à volta de Jesus milhares e milhares de pessoas, de sorte que se atropelavam uns aos outros, começou Ele a dizer aos Seus discípulos: «Guardai-vos do fermento dos fariseus, que é a hipocrisia. Nada há oculto que não venha a descobrir-se e nada há escondido que não venha a saber-se. Por isso as coisas que dissestes nas trevas serão ouvidas às claras, e o que falastes ao ouvido no quarto será apregoado sobre os telhados. «A vós, pois, Meus amigos, digo-vos: não tenhais medo daqueles que matam o corpo e depois nada mais podem fazer. Eu vou mostrar-vos a quem haveis de temer; temei Aquele que, depois de matar, tem poder de lançar no inferno; sim, Eu vos digo, temei Este. Não se vendem cinco passarinhos por dois asses?; contudo nem um só deles está em esquecimento diante de Deus. Até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Não temais pois; vós valeis mais que muitos passarinhos.

Lc 12, 1-7

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Evangelho do dia 18 de outubro de 2018

Depois disto, o Senhor escolheu outros setenta e dois, e mandou-os dois a dois à Sua frente por todas as cidades e lugares onde havia de ir. Disse-lhes: «Grande é na verdade a messe, mas os operários poucos. Rogai, pois, ao dono da messe que mande operários para a Sua messe. Ide; eis que Eu vos envio como cordeiros entre lobos. Não leveis bolsa, nem alforge, nem calçado, e não saudeis ninguém pelo caminho. Na casa em que entrardes, dizei primeiro: A paz seja nesta casa. Se ali houver algum filho da paz, repousará sobre ele a vossa paz; senão, tornará para vós. Permanecei na mesma casa, comendo e bebendo do que tiverem, porque o operário é digno da sua recompensa. Não andeis de casa em casa. Em qualquer cidade em que entrardes e vos receberem, comei o que vos puserem diante; curai os enfermos que nela houver, e dizei-lhes: Está próximo de vós o reino de Deus.

Lc 10, 1-9

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Não matarás segundo Jesus

Locutor: O quinto Mandamento, “não matarás”, ensina que aos olhos de Deus a vida humana é preciosa, sagrada e inviolável. Jesus no Evangelho nos revela um sentido ainda mais profundo para este Mandamento: a ira, o insulto e o desprezo contra um irmão é uma forma de assassinato, pois a falta de amor é o primeiro passo para matar. De fato, desprezar o irmão é fazer como Caim que, quando Deus lhe perguntou onde estava seu irmão Abel, respondeu: “Por acaso sou guardião do meu irmão?”. Nós, ao contrário, devemos estar cientes de que, sim, somos guardiães de nossos irmãos. A vida humana necessita do amor. E o amor autêntico é aquele que Jesus, que encarnando, dando a vida por nós e ressuscitando, nos mostrou, ou seja, a misericórdia. Por isso, devemos sempre buscar acolher, cuidar, valorizar, incluir e perdoar, mesmo a quem nos faz mal, pois cada ser humano é um dom de Deus nas nossas vidas.

Santo Padre:
Saluto i pellegrini venuti dal Portogallo e dal Brasile, in particolare i fedeli da Itu, Várzea Paulista e Tubarão. Cari amici, prendersi cura del fratello, specialmente di chi è nel bisogno o viene dimenticato dalla cultura dello scarto, significa credere che ciascun uomo e ciascuna donna è un dono di Dio. Non risparmiamo sforzi affinché tutte le persone possano sentirsi sempre accolte e amate nelle nostre comunità cristiane. Che Dio vi benedica!


Locutor: Saúdo os peregrinos vindos de Portugal e do Brasil, particularmente os fiéis de Itu, Várzea Paulista e Tubarão. Queridos amigos, cuidar do irmão, especialmente de quem passa necessidade ou é esquecido pela cultura do descarte, significa crer que cada homem e cada mulher é um dom de Deus. Não poupemos esforços para que todas as pessoas possam sentir-se sempre acolhidas e amadas nas nossas comunidades cristãs. Que Deus vos abençoe!

Evangelho do dia 17 de outubro de 2018

Mas ai de vós, fariseus, que pagais o dízimo da hortelã, da arruda e de toda a casta de ervas, e desprezais a justiça e o amor de Deus! Era necessário praticar estas coisas, mas não omitir aquelas. Ai de vós, fariseus, que gostais de ter as primeiras cadeiras nas sinagogas e as saudações nas praças! Ai de vós, porque sois como os sepulcros que não se vêem e sobre os quais se anda sem saber!».  Então um dos doutores da lei, tomando a palavra, disse-Lhe: «Mestre, falando assim, também nos ofendes a nós». Jesus respondeu-lhe: «Ai de vós também, doutores da lei, porque carregais os homens com pesos que não podem suportar, e vós nem com um dedo lhe tocais a carga.

Lc 11, 42-46