Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Evangelho do dia 11 de outubro de 2018

Disse-lhes mais: «Se algum de vós tiver um amigo, e for ter com ele à meia-noite para lhe dizer: Amigo, empresta-me três pães, porque um meu amigo acaba de chegar a minha casa de uma viagem e não tenho nada que lhe dar; e ele, respondendo lá de dentro, disser: Não me incomodes, a porta está agora fechada, os meus filhos e eu estamos deitados; não me posso levantar para tos dar; digo-vos que, ainda que ele não se levantasse a dar-lhos por ser seu amigo, certamente pela sua impertinência se levantará e lhe dará tudo aquilo de que precisar. Eu digo-vos: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. Porque todo aquele que pede, recebe; quem procura, encontra; e ao que bate, se lhe abrirá. «Qual de entre vós é o pai que, se um filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, se lhe pedir um peixe, em vez de peixe, lhe dará uma serpente? Ou, se lhe pedir um ovo, porventura dar-lhe-á um escorpião? Se pois vós, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais o vosso Pai celestial dará o Espírito Santo aos que Lho pedirem».

Lc 11, 5-13

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Não matarás

Locutor: O quinto mandamento da Lei de Deus – «não matar, nem causar outro dano, no corpo ou na alma, a si mesmo ou ao próximo» – é como uma muralha em defesa do valor basilar nas relações humanas: o valor da vida. De facto, lido em sentido positivo, exprime que Deus é «amante da vida». Devemos dizer a todos os homens e mulheres da terra: Não desprezeis a vida; a vida própria e a alheia! Tu és uma obra de Deus! Só Deus é o Senhor da vida, desde o início até ao seu termo natural. Ninguém, em nenhuma circunstância, pode reivindicar para si o direito de destruir diretamente um ser humano inocente. Ninguém meça a vida segundo os enganos deste mundo; chega-se a consentir legalmente a supressão da vida humana no ventre materno em nome da salvaguarda de outros direitos! Mas, como pode ser terapêutico, civil ou simplesmente humano um ato que suprime a vida inocente e indefesa no seu desabrochar? Aquele ou aquela que se apresenta como um problema, na realidade é um dom de Deus que me pode tirar fora do egocentrismo e fazer-me crescer no amor. A vida vulnerável indica-nos a via de saída, o caminho para nos salvarmos duma existência fechada em nós próprios e descobrirmos a alegria do amor. O segredo da vida é-nos desvendado pelo modo como a tratou o Filho de Deus: Ele fez-Se homem indo até ao ponto de assumir, na cruz, a rejeição, a fraqueza, a pobreza e a sofrimento. Em cada criança doente, em cada idoso fragilizado, em cada migrante desesperado, em cada vida frágil e ameaçada, está Cristo procurando o nosso coração para nos revelar a alegria do amor. A única medida autêntica da vida é o amor, o amor com que Deus a ama. Não se pode desprezar o que Deus tanto amou!
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Santo Padre:
Cari pellegrini di lingua portoghese, rivolgo un cordiale saluto a tutti, in particolare ai fedeli della parrocchia Nossa Senhora da Paz, di Rio de Janeiro. Questo mese di ottobre ci incoraggia a perseverare nella recita quotidiana del Rosario, possibilmente in famiglia, affinché si rifletta anche nella Chiesa domestica il modello di Maria. Il segreto della sua serenità e fiducia si trovava in questa certezza: «Nulla è impossibile a Dio». Scenda dunque su di voi e sulle vostre famiglie la Benedizione del Signore.
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Locutor: Amados peregrinos de língua portuguesa, dirijo uma cordial saudação a todos, particularmente aos fiéis da paróquia Nossa Senhora da Paz, do Rio de Janeiro. Este mês de Outubro encoraja-nos a perseverar na reza diária do terço, possivelmente em família, para que se reflita também na Igreja doméstica o modelo de Maria. O segredo da sua serenidade e confiança estava nesta certeza: «A Deus, nada é impossível». Desça, pois, sobre vós e vossas famílias a Bênção do Senhor.

Evangelho do dia 10 de outubro de 2018

Estando Ele a fazer oração em certo lugar, quando acabou, um dos Seus discípulos disse-Lhe: «Senhor, ensina-nos a orar, como também João ensinou aos seus discípulos». Ele respondeu-lhes: «Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o Teu nome. Venha o Teu reino. O pão nosso de cada dia dá-nos hoje perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a todos os que nos ofendem; e não nos deixes cair em tentação».

Lc 11, 1-4

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Evangelho do dia 9 de outubro de 2018

Indo em viagem, entrou numa aldeia, e uma mulher, chamada Marta, recebeu-O em sua casa. Esta tinha uma irmã, chamada Maria que, sentada aos pés do Senhor, ouvia a Sua palavra. Marta, porém, afadigava-se muito na contínua lida da casa. Aproximando-se, disse: «Senhor, não Te importas que a minha irmã me tenha deixado só com o serviço da casa? Diz-lhe, pois, que me ajude». O Senhor respondeu-lhe: «Marta, Marta, tu afadigas-te e andas inquieta com muitas coisas quando uma só coisa é necessária. Maria escolheu a melhor parte, que não lhe será tirada».

Lc 10, 38-42

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Evangelho do dia 8 de outubro de 2018

Eis que se levantou um doutor da lei, e disse-Lhe para o experimentar: «Mestre, que devo eu fazer para alcançar a vida eterna?». Jesus respondeu-lhe: «O que é que está escrito na Lei? Como lês tu?». Ele respondeu: «Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma, com todas as tuas forças e com todo o teu entendimento, e o teu próximo como a ti mesmo». Jesus disse-lhe: «Respondeste bem: faz isso e viverás». Mas ele, querendo justificar-se, disse a Jesus: «E quem é o meu próximo?». Jesus, retomando a palavra, disse: «Um homem descia de Jerusalém para Jericó, e caiu nas mãos dos ladrões, que o despojaram, o espancaram e retiraram-se, deixando-o meio morto. Ora aconteceu que descia pelo mesmo caminho um sacerdote que, quando o viu, passou de largo. Igualmente um levita, chegando perto daquele lugar e vendo-o, passou adiante. Um samaritano, porém, que ia de viagem, chegou perto dele e, quando o viu, encheu-se de compaixão. Aproximou-se, ligou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho; e, pondo-o sobre o seu jumento, levou-o a uma estalagem e cuidou dele. No dia seguinte tirou dois denários, deu-os ao estalajadeiro e disse-lhe: Cuida dele; quanto gastares a mais, eu to pagarei quando voltar. Qual destes três te parece que foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos ladrões?». Ele respondeu: «O que usou de misericórdia com ele». Então Jesus disse-lhe: «Vai e faz tu o mesmo».

Lc 10, 25-37