Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Evangelho do dia 10 de setembro de 2018

Aconteceu que, noutro sábado, entrou Jesus na sinagoga e ensinava. Estava ali um homem que tinha a mão direita atrofiada. Os escribas e os fariseus observavam-n'O para ver se curava ao sábado, a fim de terem de que O acusar. Mas Ele conhecia os seus pensamentos, e disse ao homem que tinha a mão atrofiada: «Levanta-te e põe-te em pé no meio». Ele, levantando-se, pôs-se de pé. Jesus disse-lhes: «Pergunto-vos se é lícito, aos sábados, fazer bem ou mal, salvar a vida ou tirá-la». Depois, percorrendo a todos com o olhar, disse ao homem: «Estende a tua mão». Ele estendeu-a, e a sua mão ficou curada. Eles encheram-se de furor e falavam uns com os outros para ver que fariam contra Jesus.

Lc 6, 6-11

domingo, 9 de setembro de 2018

Bom Domingo do Senhor!

Peçamos ao Senhor que ele nos diga «Effathá» como fez ao surdo de que nos fala o Evangelho de hoje (Mc 7, 31-37) para que se abram as portas do nosso coração e discernimento à Voz e Palavra que nos alimenta a alma e o espírito.

Louvado sejais Senhor, pois de Ti só vêm palavras de amor e justiça!

EFFATHÁ! ABRE-TE!

Evangelho segundo S. Marcos 7,31-37.
Naquele tempo, Jesus deixou de novo a região de Tiro, veio por Sídon para o mar da Galileia, atravessando o território da Decápole.
Trouxeram-lhe um surdo tartamudo e rogaram-lhe que impusesse as mãos sobre ele.
Afastando-se com ele da multidão, Jesus meteu-lhe os dedos nos ouvidos e fez saliva com que lhe tocou a língua.
Erguendo depois os olhos ao céu, suspirou dizendo: «Effathá», que quer dizer «abre-te.»
Logo os ouvidos se lhe abriram, soltou-se a prisão da língua e falava correctamente.
Jesus mandou-lhes que a ninguém revelassem o sucedido; mas quanto mais lho recomendava, mais eles o apregoavam.
No auge do assombro, diziam: «Faz tudo bem feito: faz ouvir os surdos e falar os mudos.»

Aquele homem era surdo e tinha graves dificuldades de fala.
Era por isso um homem que não conseguia comunicar e, não comunicando, não conseguiria relacionar-se com os outros.
Era então sem dúvida, por causa disso, um homem que vivia fechado no seu mundo, fechado em si próprio.
Jesus ao curá-lo da surdez e da gaguez abriu-lhe um mundo novo, um mundo em que a relação com os outros lhe dava uma nova dimensão da vida, uma vida mais completa, uma «vida em abundância.»
  
Quantos de nós não somos também de alguma forma “surdos” e “mudos” para Deus e para os outros?
Quantos de nós não vivemos apenas para os nossos interesses, os nossos prazeres, os nossos bens, e por isso mesmo nos tornamos fechados, tristes, muitas vezes desesperados, porque quando nos faltam as coisas para que vivemos, nada mais temos a que nos agarrar.
Se não nos relacionamos com os outros, se não os amamos, (como Jesus nos ensina), como queremos nós que os outros nos ajudem, nos amem, se nem sequer nos damos a conhecer?
  
É por isso que Jesus nos diz permanentemente: Effathá! Abre-te!
  
Abre-te a Deus, abre-te ao amor, porque abrindo-te a Deus e ao amor, abres-te aos outros também!
E abrindo-te a Deus, ao amor e aos outros abres-te à vida, à vida dom de Deus, que é a única que leva à vida eterna.
  
Por isso repitamos constantemente para nós próprios e para os outros: Effathá! Abre-te!
  
Nota:
Texto suscitado por uma homilia do Padre Patrício Oliveira, Vigário Paroquial da Marinha Grande.
Joaquim Mexia Alves

sábado, 8 de setembro de 2018

O Evangelho de Domingo dia 9 de setembro de 2018

Jesus, deixando o território de Tiro, foi novamente por Sidónia para o mar da Galileia, atravessando o território da Decápole. Trouxeram-Lhe um surdo-mudo, e pediam-Lhe que lhe impusesse as mãos. Então, Jesus, tomando-o à parte de entre a multidão, meteu-lhe os dedos nos ouvidos, e tocou-lhe com saliva a língua. Depois, levantando os olhos ao céu, deu um suspiro e disse-lhe: «Effathá», que quer dizer «abre-te». Imediatamente se lhe abriram os ouvidos, se lhe soltou a prisão da língua e falava claramente. Ordenou-lhes que a ninguém o dissessem. Porém, quanto mais lho proibia mais o divulgavam. E admiravam-se sobremaneira, dizendo: «Tudo fez bem! Faz ouvir os surdos e falar os mudos!».

Mc 7, 31-37

Evangelho do dia 8 de setembro de 2018

Genealogia de Jesus Cristo, filho de David, filho de Abraão. Abraão gerou Isaac, Isaac gerou Jacob, Jacob gerou Judá e seus irmãos. Judá gerou, de Tamar, Farés e Zara, Farés gerou Esron, Esron gerou Aram. Aram gerou Aminadab, Aminadab gerou Naasson, Naasson gerou Salmon. Salmon gerou Booz de Raab, Booz gerou Obed de Rut, Obed gerou Jessé. Jessé gerou o rei David. David gerou Salomão daquela que foi mulher de Urias. Salomão gerou Roboão, Roboão gerou Abias, Abias gerou Asa. Asa gerou Josafat, Josafat gerou Jorão, Jorão gerou Ozias. Ozias gerou Joatão, Joatão gerou Acaz, Acaz gerou Ezequias. Ezequias gerou Manassés, Manassés gerou Amon, Amon gerou Josias. Josias gerou Jeconias e seus irmãos, na época da deportação para Babilónia. E, depois da deportação para Babilónia, Jeconias gerou Salatiel, Salatiel gerou Zorobabel. Zorobabel gerou Abiud, Abiud gerou Eliacim, Eliacim gerou Azor. Azor gerou Sadoc, Sadoc gerou Aquim, Aquim gerou Eliud. Eliud gerou Eleazar, Eleazar gerou Matan, Matan gerou Jacob, e Jacob gerou José, o esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, chamado Cristo. A geração de Jesus Cristo foi deste modo: Estando Maria, Sua mãe, desposada com José, antes de coabitarem achou-se ter concebido por obra do Espírito Santo. José, seu esposo, sendo justo, e não querendo expô-la a difamação, resolveu repudiá-la secretamente. Pensando ele estas coisas, eis que um anjo do Senhor lhe apareceu em sonhos, e lhe disse: «José, filho de David, não temas receber em tua casa Maria, tua esposa, porque o que nela foi concebido é obra do Espírito Santo. Dará à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus, porque Ele salvará o Seu povo dos seus pecados». Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito pelo Senhor por meio do profeta que diz: “Eis que a Virgem conceberá e dará à luz um filho, e Lhe porão o nome de Emanuel, que significa: Deus connosco”.

Mt 1,1-16.18-23