Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Crisma, o testemunho cristão (audiência)

Locutor: A recente celebração da solenidade de Pentecostes é uma ocasião propícia para refletir sobre o sacramento da Crisma, também chamado da Confirmação. Os nomes usados para designar este sacramento se referem ao seu efeito: confirma o Batismo e reforça a sua graça ao fazer-nos receber o Espírito Santo mediante a unção do óleo do Crisma – termo relacionado com o nome de Cristo, que significa ungido com o Espírito. Se ao sermos batizados, nos é concedida a vida divina que nos chama a viver como filhos de Deus, configurados com Cristo, a Crisma nos impulsiona a partilhar a missão de Cristo no mundo, consumando a vida pela santificação dos homens para glória de Deus. É o próprio Cristo que envia o seu Espírito sobre nós: esta infusão nos converte em suas testemunhas verdadeiras, como sal da terra e luz do mundo, ou seja, com a força do alto que recebemos, somos chamados a fazer somente e tudo aquilo que o Espírito de Cristo nos pede, concedendo-nos a graça de o realizar.


Santo Padre:
Cari pellegrini di lingua portoghese, rivolgo un cordiale benvenuto a tutti, in particolare ai gruppi venuti dal Portogallo e dal Brasile. Ricordatevi di ringraziare il Signore per il dono del sacramento della Cresima, chiedendogli che vi aiuti a vivere sempre da veri cristiani, per confessare dappertutto il nome di Cristo! Scenda su di voi la Benedizione del Signore!


Locutor: Queridos peregrinos de língua portuguesa: uma cordial saudação de boas-vindas para todos, particularmente aos grupos vindo de Portugal e do Brasil. Lembrai-vos de agradecer ao Senhor pelo dom do sacramento da Crisma, pedindo-Lhe que vos ajude a viver sempre como verdadeiros cristãos, confessando por todo o lado o nome de Cristo! Desça sobre vós a Bênção do Senhor!

Evangelho do dia 23 de maio de 2018

João disse-lhe: «Mestre, vimos um homem, que não anda connosco, expulsar os demónios em Teu nome e nós lho proibimos porque não nos segue». Jesus, porém, respondeu: «Não lho proibais, porque não há ninguém que faça um milagre em Meu nome e que possa logo dizer mal de Mim. Porque quem não é contra nós, está connosco.

Mc 9, 38-40

terça-feira, 22 de maio de 2018

Evangelho do dia 22 de maio de 2018

Tendo partido dali, atravessaram a Galileia; e Jesus não queria que se soubesse. Ia instruindo os Seus discípulos e dizia-lhes: «O Filho do Homem vai ser entregue às mãos dos homens e Lhe darão a morte, mas ressuscitará ao terceiro dia depois da Sua morte». Mas eles não compreendiam estas palavras e temiam interrogá-l'O. Nisto chegaram a Cafarnaum. Quando estavam em casa, Jesus perguntou-lhes: «De que discutíeis pelo caminho?». Eles, porém, calaram-se, porque no caminho tinham discutido entre si qual deles era o maior. Então, sentando-Se, chamou os doze e disse-lhes: «Se alguém quer ser o primeiro, seja o último de todos e o servo de todos». Em seguida, tomando uma criança, pô-la no meio deles e, depois de a abraçar, disse-lhes: «Todo aquele que receber uma destas crianças em Meu nome, a Mim recebe, e todo aquele que Me receber a Mim, não Me recebe a Mim, mas Àquele que Me enviou».

Mc 9, 30-37

segunda-feira, 21 de maio de 2018

É O MEU BISPO!

Fiquei a pensar no “meu” Bispo D. António Marto, e nesta relação de proximidade, mesmo de amizade, que a ele me liga.

Verdade seja dita, que é fácil gostar do D. António, porque ele é uma pessoa próxima, acolhedora, que parece distinguir cada um que dele se aproxima com o seu sorriso.

E não pude deixar de estabelecer comparação com o meu tempo de menino e moço, em que, falar com um bispo era coisa quase impensável, quanto mais dar-lhe um abraço que é como normalmente D. António me cumprimenta.

Com isto não quero dizer que os bispos de então não eram pessoas simpáticas e acolhedoras, mas sim que os tempos são outros e as maneiras de estar e ser, também.

E é engraçado sentir-me de algum modo orgulhoso por o “meu” Bispo ir ser criado Cardeal.

É como se eu fizesse parte também dessa honra, dessa dignidade, dessa missão.

E, no fundo, tenho que fazer parte, não só pela relação de proximidade, de amizade, que nos une, mas porque sinto vontade de rezar por ele ainda mais, para que cada vez mais o Espírito Santo o ilumine e o ajude, connosco, a construir a Igreja Católica.

Sinto-me um pouco criança, como aquelas crianças que quando o pai delas é elogiado, homenageado, distinguido, olham para as pessoas que as rodeiam com um olhar de: É o meu pai!!!

Assim, desculpem-me a “criancice”, mas deixem-me dizer-lhes: É o meu Bispo!!!!

Obrigado, Senhor, que fazes tudo muito bem feito!

Marinha Grande, 21 de Maio de 2018

Joaquim Mexia Alves

Evangelho do dia 21 de maio de 2018

Chegando junto dos discípulos, viu uma grande multidão em volta, e os escribas a discutirem com eles. E logo toda aquela multidão surpreendida por ver Jesus, correu para O saudar. Perguntou-lhes: «Que estais a discutir entre vós?». Um de entre a multidão respondeu-Lhe: «Mestre, eu trouxe-Te meu filho que está possesso de um espírito mudo, que, onde quer que se apodere dele, o lança por terra, e o menino espuma, range com os dentes, e fica rígido. Pedi aos Teus discípulos que o expulsassem e não puderam». Jesus respondeu-lhes: «Ó geração incrédula! Até quando hei-de estar convosco? Até quando vos hei-de suportar? Trazei-Mo cá». Trouxeram-Lho. Tendo visto Jesus, imediatamente o espírito o agitou com violência e, caído por terra, revolvia-se espumando. Jesus perguntou ao pai dele: «Há quanto tempo lhe sucede isto?». Ele respondeu: «Desde a infância. O demónio tem-no lançado muitas vezes no fogo e na água, para o matar; porém Tu, se podes alguma coisa, ajuda-nos, tem compaixão de nós». Jesus disse-lhe: «Se podes...! Tudo é possível a quem crê». Imediatamente o pai do menino exclamou: «Eu creio! Auxilia a minha falta de fé». Jesus, vendo aumentar a multidão, ameaçou o espírito imundo, dizendo-lhe: «Espírito mudo e surdo, Eu te mando, sai desse menino e não voltes a entrar nele!». Então, dando gritos e agitando-se com violência, saiu dele, e o menino ficou como morto, tanto que muitos diziam: «Está morto». Porém, Jesus, tomando-o pela mão, levantou-o, e ele pôs-se em pé. Depois de ter entrado em casa, Seus discípulos perguntaram-Lhe em particular: «Porque o não pudemos nós expulsar?». Respondeu-lhes: «Esta casta de demónios não se pode expulsar senão mediante a oração».

Mc 9, 14-29