Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Nossa Senhora dos Prazeres ou das Sete Alegrias

A devoção a Nossa Senhora dos Prazeres teve início em Portugal por volta do ano de 1590.  Conta-se que uma imagem da Virgem apareceu sobre uma fonte em Alcântara, na quinta dos condes da Ilha.  Pessoas que iam à fonte para beber água conseguiram curas milagrosas, que logo passaram a ser conhecidas na região.  Os condes proprietários da fonte decidiram, então, levar a imagem para dentro de casa, mas logo depois a imagem desapareceu até que foi encontrada sobre um poço.  Uma menina que foi ao poço beber água aproximou-se da imagem e, então, Nossa Senhora manifestou-se-lhe e pediu que os habitantes do local construíssem ali uma igreja e que esta deveria ser invocada como Nossa Senhora dos Prazeres.  A menina relatou o facto com tamanha seriedade que o povo não duvidou de seu depoimento.  Então, foi construída a igreja que logo se tornou um local de peregrinação e onde há relatos de muitas graças alcançadas.

Nossa Senhora dos Prazeres é a mesma Nossa Senhora das Sete Alegrias.  A disseminação da sua devoção é de origem franciscana, isto porque os prazeres, ou alegrias, de Nossa Senhora foram escritos por um franciscano.  São eles:

1 A anunciação do anjo.
2 A saudação de Isabel.
3 O nascimento de Jesus.
4 A visita dos Reis Magos.
5 Encontrar Jesus Menino no templo.
6 O encontro com Jesus ressuscitado.
7 A Sua assunção e coroação no céu.

Oração a Nossa Senhora dos Prazeres

Nossa Senhora dos Prazeres, nossa Mãe querida,
lembrando-me de vossas grandes alegrias:
a Anunciação do Senhor,
a visita à vossa prima Santa Isabel,
o Nascimento do Menino Deus,
a adoração dos Magos ao vosso Divino Filho,
o encontro de Jesus no templo,
a Ressurreição de Cristo e a vossa gloriosa Assunção,
queremos pedir a vossa intercessão por nós
e pelas nossas famílias junto a Deus.
Que Ele nos livre das doenças e dos perigos,
do desemprego e da desunião.
Nossa Senhora dos Prazeres,
ajudai-nos a sermos bons seguidores do vosso adorado Filho,
lendo e refletindo a Bíblia Sagrada,
alimentando-nos de Jesus na Eucaristia
e participando ativamente de nossa comunidade.
Queremos viver o mandamento do amor para com todos
e caminhar em nossa vida dentro da justiça,
colaborando para a construção da paz e da fraternidade.
Amém!

Fonte: FERRAZ, O. Maria, Mãe de Deus. Títulos que honram Nossa Senhora. Editora Novo Mundo. Curitiba. 2003. pg 128.

O Evangelho do dia 2 de maio de 2016

Quando, porém, vier o Paráclito, que Eu vos enviarei do Pai, o Espírito da verdade, que procede do Pai, Ele dará testemunho de Mim. E vós também dareis testemunho, porque estais comigo desde o princípio. «Eu disse-vos estas coisas para que não vos escandalizeis. Expulsar-vos-ão das sinagogas. Virá tempo em que todo aquele que vos matar julgará prestar culto a Deus. Procederão deste modo porque não conheceram nem ao Pai nem a Mim. Ora Eu disse-vos estas coisas para que, quando chegar esse tempo, vos lembreis de que vo-las disse. Não vos disse isto, porém, desde o princípio, porque estava convosco.

Jo 15,26-27.16,1-4

domingo, 1 de maio de 2016

Bom Domingo do Senhor!

Sigamos o bom conselho do Senhor como Ele nos fala no Evangelho de hoje (Jo 14, 23-29) e recebamos o Espírito Santo que procede do Pai e d’Ele de coração contrito e com total disponibilidade para receber os Seus ensinamentos.

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo…

«O Defensor, o Espírito Santo [...], há-de recordar-vos tudo o que Eu vos disse»

São João Paulo II (1920-2005), papa
Encíclica «Dominum et vivificatem», §24 (trad. Liberria Editrice Vaticana, rev.)


Cristo, que «tinha entregado o espírito» na Cruz, (Jo 19,30) como Filho do Homem e Cordeiro de Deus, uma vez ressuscitado, vai ter com os Apóstolos para «soprar sobre eles» (Jo 20,22). [...] A vinda do Senhor enche de alegria os presentes: «a sua tristeza converte-se em alegria» (Jo 16,20), como Ele já lhes tinha prometido antes da Sua paixão. E sobretudo verifica-se o anúncio principal do discurso de despedida: Cristo ressuscitado, como que dando início a uma nova criação, «traz» aos Apóstolos o Espírito Santo. Trá-Lo à custa da Sua «partida»; dá-lhes o Espírito como que através das feridas da Sua crucifixão: «mostrou-lhes as mãos e o lado» (Jo 20,20). É em virtude da mesma crucifixão que Ele lhes diz: «Recebei o Espírito Santo» (v.22).

Estabelece-se assim uma íntima ligação entre o envio do Filho e o do Espírito Santo. Não existe envio do Espírito Santo (depois do pecado original) sem a Cruz e a Ressurreição: «Se Eu não for, não virá a vós o Consolador» (Jo 16,7). Estabelece-se também uma íntima ligação entre a missão do Espírito Santo e a missão do Filho na Redenção. Esta missão do Filho, num certo sentido, tem o seu «cumprimento» na Redenção. A missão do Espírito Santo «vai haurir» algo da Redenção: «Ele receberá do que é Meu para vo-lo anunciar» (Jo 16,15). A Redenção é totalmente operada pelo Filho, como Ungido que veio e agiu com o poder do Espírito Santo, oferecendo-Se por fim em sacrifício supremo no madeiro da Cruz. E esta Redenção é, ao mesmo tempo, constantemente operada nos corações e nas consciências humanas — na história do mundo — pelo Espírito Santo, que é o «outro Consolador» (Jo 14,16).

sábado, 30 de abril de 2016

Papa Francisco na Audiência Jubilar (resumo em português)

Locutor: A reconciliação é um aspecto importante da misericórdia de Deus, que não quer ninguém distante do seu amor. De fato, quando pecamos, pensamos que Deus se afasta de nós, mas, na verdade, somos nós que Lhe “damos as costas”, pois rejeitamos o seu amor, ficamos fechados em nós mesmos, iludidos por uma falsa promessa de mais liberdade e autonomia. Porém, Jesus, o Bom Pastor, não se cansa de vir atrás da ovelha perdida, oferecendo-nos a reconciliação com Deus: ao dar-nos a sua vida, Ele nos reconciliou com o Pai. Este Jubileu da Misericórdia é um tempo de reconciliação para todos. Hoje vivem-no de forma especial as forças de ordem, os militares e os policiais, cuja missão é garantir um ambiente seguro para todos, não só evitando conflitos, mas construindo pontes e semeando a paz. Todos nós somos convidados a experimentar a ternura e a proximidade de nosso Pai celestial, deixando-nos reconciliar e ajudando os outros a se reconciliarem.

Santo Padre:
Cari pellegrini di lingua portoghese, benvenuti! Vi saluto come membri di questa famiglia che è la Chiesa, chiedendovi di rinnovare il vostro impegno, affinché le vostre comunità diventino sempre più luoghi accoglienti, dove si fa esperienza della misericordia e del perdono di Dio. La Madonna protegga ognuno di voi, e il Signore vi benedica tutti!

Locutor: Queridos peregrinos de língua portuguesa, sede bem-vindos! Saúdo-vos como membros desta família que é a Igreja, pedindo-vos que renoveis o vosso compromisso para que as vossas comunidades sejam lugares sempre mais acolhedores, onde se faz experiência da misericórdia e do perdão de Deus. Que Nossa Senhora proteja a cada um de vós, e o Senhor vos abençoe a todos!