Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

quarta-feira, 29 de julho de 2015

«Quem crê em Mim viverá»

Santo Agostinho (354-430), Bispo de Hipona (Norte de África) e Doutor da Igreja
Sermões sobre o Evangelho de João, n° 49, 15

«Quem crê em Mim, mesmo que tenha morrido, viverá. E todo aquele que vive e crê em Mim não morrerá para sempre.» Que quer isto dizer? «Quem crê em Mim, mesmo que tenha morrido como Lázaro, viverá», porque Deus não é um Deus de mortos mas um Deus de vivos. Já a propósito de Abraão, de Isaac e de Jacob, os patriarcas há muito mortos, Jesus tinha dado aos judeus a mesma resposta: «Eu sou o Deus de Abraão, de Isaac e de Jacob; não um Deus dos mortos, mas dos vivos, porque para Ele todos estão vivos» (cf. Lc 20, 38). Por isso, crê e, mesmo que estejas morto, viverás! Mas se não crês, mesmo que estejas vivo, na verdade estás morto. [...] De onde vem a morte da alma? Vem do facto de a fé já lá não estar. De onde vem a morte do corpo? Vem do facto de a alma já lá não estar. A alma da tua alma é a fé.

«Quem crê em Mim, mesmo que tenha morrido no seu corpo, terá a vida na sua alma até que o próprio corpo ressuscite para nunca mais morrer. E quem vive na sua carne e crê em Mim, embora tenha de morrer durante algum tempo no seu corpo, não morrerá para a eternidade, devido à vida do Espírito e à imortalidade da ressurreição.»

É isto que Jesus quer dizer na Sua resposta a Marta. [...] «Crês nisto?» «Sim, ó Senhor, respondeu ela, eu creio que Tu és o Cristo, o Filho de Deus que havia de vir ao mundo. E, acreditando nisto, acreditei que és a ressurreição, acreditei que és a vida, acreditei que aquele que crê em Ti, mesmo que morra, viverá; acreditei que quem está vivo e crê em Ti não morrerá para a eternidade.»

O Evangelho do dia 29 de julho de 2015

Muitos judeus tinham ido ter com Marta e Maria, para as consolarem pela morte de seu irmão. Marta, pois, logo que ouviu que vinha Jesus, saiu-Lhe ao encontro; e Maria ficou sentada em casa. Marta disse então a Jesus: «Senhor, se estivesses cá, meu irmão não teria morrido. Mas também sei agora que tudo o que pedires a Deus, Deus To concederá». Jesus disse-lhe: «Teu irmão há de ressuscitar». Marta disse-Lhe: «Eu sei que há-de ressuscitar na ressurreição do último dia». Jesus disse-lhe: «Eu sou a ressurreição e a vida; aquele que crê em Mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive e crê em Mim, não morrerá eternamente. Crês isto?». Ela respondeu: «Sim, Senhor, eu creio que Tu és o Cristo, o Filho de Deus, que vieste a este mundo».

Jo 11, 19-27

terça-feira, 28 de julho de 2015

«A boa semente são os filhos do Reino»

Bem-aventurada Teresa de Calcutá (1910-1997), fundadora das Irmãs Missionárias da Caridade
A Simple Path

Não existem dois mundos, o mundo físico e o mundo espiritual; há apenas um: o Reino de Deus, «na Terra como no céu» (Mt 6, 10).

Muitas pessoas dizem: «Pai Nosso que estais no céu», e pensam que Deus está lá em cima, o que reforça a ideia de uma separação entre os dois mundos. Os ocidentais gostam de distinguir a matéria do espírito. Mas a verdade é só uma, e o mesmo acontece com a realidade. Desde o momento em que admitimos a incarnação de Deus, que para os cristãos se realiza na pessoa de Jesus Cristo, começamos a levar as coisas a sério.

O Evangelho do dia 28 de julho de 2015

Então, despedido o povo, foi para casa, e chegaram-se a Ele os Seus discípulos, dizendo: «Explica-nos a parábola do joio no campo». Ele respondeu: «O que semeia a boa semente é o Filho do Homem. O campo é o mundo. A boa semente são os filhos do reino. O joio são os filhos do Maligno. O inimigo que o semeou é o demónio. O tempo da ceifa é o fim do mundo. Os ceifeiros são os anjos. De maneira que, assim como é colhido o joio e queimado no fogo, assim acontecerá no fim do mundo. O Filho do Homem enviará os Seus anjos e tirarão do Seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniquidade, e lançá-los-ão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes. Então resplandecerão os justos como o sol no reino de seu Pai. O que tem, ouvidos para ouvir, oiça.

Mt 13, 36-43

segunda-feira, 27 de julho de 2015

O Facebook pode ser benéfico

Muitos são os que olham para o Facebook com reservas e que em muitos casos são perfeitamente justificadas. Desde logo, os conceitos éticos que guiam e regulam a plataforma são fortemente questionáveis, os seus mentores defendem causas violadoras dos mais elementares princípios católicos, seria no entanto imitar as avestruzes negando-lhe a dimensão e o alcance que tem.

Então o que fazer, perguntar-se-ão os céticos, desde logo ter muito cuidado na configuração da conta, sobretudo a quem permitimos publicar na nossa página, ou simplesmente vedar tal hipótese a todo e qualquer leitor, restringir o acesso a quem aceitámos como 'amigos' e se nos enganarmos não ter pruídos de banir quem violou a nossa confiança.

Se entende que não quer ver a sua fotografia publicada, escolha uma imagem neutra, e.g.: a minha mulher usa uma fotografia de canas de bambu, pode abrir conta sem preencher a maior parte dos itens do perfil cingindo-se a pôr o sexo e a data de nascimento.

O anteriormente explicado aplica-se sobretudo a páginas pessoais, o caso do ‘Spe Deus’ que está registado como Comunidade rege-se por critérios diversos com a opção de permitir a publicação apenas do seu editor, debate-se ainda assim com o problema dos comentários, que com origem no Brasil são muito frequentes os ataques a Nossa Senhora obrigando a uma redobrada atenção e a sem contemplações eliminá-los e banir o seu autor.

O ‘Spe Deus’ é uma micro realidade com pouco mais de 22.800 gostos no contexto das páginas católicas, o conhecido teólogo Scott Hahn tem uma página com mais de 270.000 gostos e a página do Padre Paulo Ricardo tem mais de 983.000, mas estou certo que além de estarmos unidos na mesma fé estaremos de acordo que o Facebook é uma ferramenta que ajuda na evangelização que diariamente muitos milhares, diria mesmo dezenas ou centenas de milhar, vêem e leem consolidando a sua fé aprendendo e descobrindo novas formas de a viver.

Que Deus Nosso Senhor nos ilumine a todos para que saibamos usar as ferramentas que se encontram ao nosso dispor, evitando os truques do demónio que está sempre à espreita para nos enganar.

JPR