Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
domingo, 28 de dezembro de 2014
Bom Domingo do Senhor!
Imitemos a profetisa Ana de que nos fala o Evangelho de hoje (Lc 2, 22-40) servindo Deus e a família noite e dia em oração e amor ao próximo.
Que o Senhor seja reconhecido e louvado pelos séculos dos séculos!
sábado, 27 de dezembro de 2014
Ano mariano pela família, no Opus Dei
Começará amanhã dia 28 de dezembro de 2014, Festa da Sagrada Família, um ano mariano no Opus Dei para rezar a Nossa Senhora pelas famílias do mundo.
O Prelado do Opus Dei, D. Javier Echevarría, convocou um ano mariano que começará no próximo dia 28 de Dezembro para rezar pela família. Precisamente nesse dia celebra-se a festa litúrgica da Sagrada Família. O ano mariano terminará na mesma festa em 2015, que terá lugar no dia 27 de dezembro.
Deste modo, deseja-se "colocar nas mãos de Nossa Senhora todas as necessidades da Igreja e da humanidade e secundar fielmente as intenções do Papa", salientou o Prelado.
O Prelado estendeu este convite a todas as pessoas que recebem formação cristã através das atividades organizadas pela Prelatura.
Entre outras sugestões para viver este ano mariano, o Prelado convida a rezar em família e, com especial devoção, as diversas orações dedicadas à Mãe de Deus, como o Terço e o Angelus. "Através de Nossa Senhora – disse D. Javier Echevarría – o Senhor derramará abundantes graças sobre a Igreja e a sociedade civil".
(Fonte: site do Opus Dei em http://opusdei.pt/pt-pt/article/ano-mariano-pela-familia-no-opus-dei/)
«Simeão tomou-O nos braços e bendisse a Deus»
Bem-aventurado Guerric d'Igny (c. 1080-1157), prior cisterciense
1º Sermão para a Purificação (a partir da trad. cf SC 166, pp. 309ss.)
«Tende na mão as vossas lâmpadas acesas» (Lc 12, 35). Mostremos assim, através deste sinal visível, a alegria que partilhamos com Simeão, que tem nas mãos a luz do mundo. [...] Sejamos ardentes pela nossa devoção e luminosos pelas nossas obras, e, com Simeão, levaremos Cristo em nossas mãos. [...] Hoje a Igreja tem o hábito tão belo de nos fazer levar velas. [...] Por conseguinte, quem é que hoje, tendo a sua vela acesa na mão, não se lembra do bem aventurado ancião? Nesse dia, ele tomou Jesus nos braços, o Verbo presente na carne, semelhante à luz na cera, testemunhando que Ele era «a Luz para se revelar às nações». É verdade que o próprio Simeão era «uma luz ardente e brilhante», que prestava homenagem à luz (Jo 5, 35; 1, 7). Foi por isso que ele veio ao Templo, conduzido pelo Espírito, do qual estava repleto, «para receber, ó Deus, a Tua misericórdia no meio do Teu Templo» (Sl 47, 10) e para proclamar que ela era a misericórdia e a luz do Teu povo.
Ó ancião cintilando de paz, não tinhas apenas a luz em tuas mãos, foste penetrado por ela. Tu estavas tão iluminado por Cristo, que vias antecipadamente como Ele iluminaria as nações [...], como resplandeceria hoje o brilho da nossa fé. Regozija-te agora, santo ancião; vê hoje o que tinhas entrevisto antecipadamente: as trevas do mundo dissiparam-se; «as nações caminham à Sua luz»; «toda a terra está repleta da Sua glória» (Is 60, 3; 6, 3).
1º Sermão para a Purificação (a partir da trad. cf SC 166, pp. 309ss.)
«Tende na mão as vossas lâmpadas acesas» (Lc 12, 35). Mostremos assim, através deste sinal visível, a alegria que partilhamos com Simeão, que tem nas mãos a luz do mundo. [...] Sejamos ardentes pela nossa devoção e luminosos pelas nossas obras, e, com Simeão, levaremos Cristo em nossas mãos. [...] Hoje a Igreja tem o hábito tão belo de nos fazer levar velas. [...] Por conseguinte, quem é que hoje, tendo a sua vela acesa na mão, não se lembra do bem aventurado ancião? Nesse dia, ele tomou Jesus nos braços, o Verbo presente na carne, semelhante à luz na cera, testemunhando que Ele era «a Luz para se revelar às nações». É verdade que o próprio Simeão era «uma luz ardente e brilhante», que prestava homenagem à luz (Jo 5, 35; 1, 7). Foi por isso que ele veio ao Templo, conduzido pelo Espírito, do qual estava repleto, «para receber, ó Deus, a Tua misericórdia no meio do Teu Templo» (Sl 47, 10) e para proclamar que ela era a misericórdia e a luz do Teu povo.
Ó ancião cintilando de paz, não tinhas apenas a luz em tuas mãos, foste penetrado por ela. Tu estavas tão iluminado por Cristo, que vias antecipadamente como Ele iluminaria as nações [...], como resplandeceria hoje o brilho da nossa fé. Regozija-te agora, santo ancião; vê hoje o que tinhas entrevisto antecipadamente: as trevas do mundo dissiparam-se; «as nações caminham à Sua luz»; «toda a terra está repleta da Sua glória» (Is 60, 3; 6, 3).
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