Obrigado, Perdão Ajuda-me

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As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sábado, 26 de abril de 2014

Uniões pre matrimoniais são mais propensos à separação, alerta experiente psicóloga

Meg Jay, psicóloga clínica da Universidade da Virginia (Estados Unidos), publicou o artigo "A desvantagem de viver juntos antes do matrimonio" onde advertiu que os casais que convivem antes do matrimonio são mais propensos ao divórcio.

No artigo, publicado no dia 14 de abril (2012) pelo The New York Times, a psicóloga assinalou que existe um "efeito coabitação" que faz que os conviventes tendam a estar mais insatisfeitos com seus matrimónios e, portanto mais expostos ao divórcio que os casais que não conviveram antes de casar-se.

Conforme indicou, ao princípio os pesquisadores atribuíram este efeito a que os conviventes eram menos adeptos ao matrimonio e mais abertos ao divórcio. Entretanto, novas pesquisas assinalam que o risco se encontra na mesma convivência.

O artigo, reproduzido pela agência AICA, assinalou que as pessoas em torno aos 20 anos de idade costumam começar a conviver sem um bom discernimento, como uma consequência de dormir na casa do outro periodicamente sem muita reflexão.

Portanto, chega-se à decisão de conviver sem muito diálogo e sem analisar as diferentes percepções que homens e mulheres têm sobre a convivência.

Segundo o artigo, as mulheres tendem a ver a convivência como um passo ao matrimonio, enquanto que os homens a vêem como uma prova da relação ou uma forma de retardar um compromisso. Entretanto, indicou Jay, homens e mulheres coincidem em que seus padrões para um convivente são mais baixos que para um esposo.

Do mesmo modo, advertiu que contra o que acreditam, os factos demonstraram que a convivência não chega a ser mais conveniente economicamente, devido aos custos comuns que se compartilham e outras razões que dificultam a ruptura.

Nos Estados Unidos havia em 1960 uns 450.000 casais não casados. Este número aumento em 1.500 por cento, chegando a mais de 7.500.000 na atualidade.

Perante esta realidade, o Centro de Bioética da Argentina criticou o anteprojeto de reforma no Código Civil impulsionado pelo Governo de Cristina Fernández, pois "resultaria uma forma de impulsionar as uniões pre matrimoniais, às que regula de maneira muito detalhada, isso desvaloriza o matrimonio, pois não lhe impõe quase nenhum dever e o reduz a um mero pacto revogável em qualquer momento.

"Acreditamos que esta reforma projetada tem graves consequências sobre o bem comum e o bem concreto das pessoas envolvidas", alertou.

(Fonte: ‘ACI Digital’ com edição e adaptação de JPR)

«Ide pelo mundo inteiro, proclamai o Evangelho a toda a criatura.»

Papa Francisco 
Exortação apostólica «Evangelii Gaudium/A alegria do evangelho» §§19-23 (trad. © copyright Libreria Editrice Vaticana, rev)


A evangelização obedece ao mandato missionário de Jesus: «Ide, pois, fazei discípulos de todos os povos, baptizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a cumprir tudo quanto vos tenho mandado» (Mt 28,19-20). […] O Ressuscitado envia os seus a pregar o Evangelho em todos os tempos e lugares, para que a fé nele se estenda a todos os cantos da terra.

Na Palavra de Deus, aparece constantemente este dinamismo de «saída», que Deus quer provocar nos crentes. Abraão aceitou a chamada para partir rumo a uma nova terra (cf Gn 12,1-3). Moisés ouviu a chamada de Deus: «Vai; Eu te envio» (Ex 3,10), e fez sair o povo para a terra prometida (cf Ex 3,17). A Jeremias disse: «Irás aonde Eu te enviar» (Jr 1, 7). […] Todos somos chamados a esta nova «saída» missionária. Cada cristão e cada comunidade há-de discernir qual é o caminho que o Senhor lhe pede, mas todos somos convidados a aceitar esta chamada: a sair da própria comodidade e a ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho.

A alegria do Evangelho, que enche a vida da comunidade dos discípulos, é uma alegria missionária. Experimentam-na os setenta e dois discípulos, que voltam da missão cheios de alegria (cf Lc 10,17). Vive-a Jesus, que exulta de alegria no Espírito Santo […]. Esta alegria é um sinal de que o Evangelho foi anunciado e está a frutificar. Mas contém sempre a dinâmica do êxodo e do dom, de sair de si mesmo, de caminhar e de semear sempre de novo, sempre mais além. O Senhor diz: «Vamos para outra parte, para as aldeias vizinhas, a fim de pregar aí, pois foi para isso que Eu vim» (Mc 1,38). […] Fiel ao modelo do Mestre, é vital que hoje a Igreja saia para anunciar o Evangelho a todos, em todos os lugares, em todas as ocasiões, sem demora, sem repugnâncias e sem medo.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)

O Evangelho do dia 26 de abril de 2014

Jesus, tendo ressuscitado de manhã, no primeiro dia da semana, apareceu primeiramente a Maria Madalena, da qual tinha expulsado sete demónios. Ela foi noticiá-lo aos que tinham andado com Ele, os quais estavam tristes e chorosos. Tendo eles ouvido dizer que Jesus estava vivo e que fora visto por ela, não acreditaram. Depois disto, mostrou-Se de outra forma a dois deles, enquanto iam para a aldeia; os quais foram anunciar aos outros, que também a estes não deram crédito. Finalmente, apareceu aos onze, quando estavam à mesa, e censurou-lhes a sua incredulidade e dureza de coração, por não terem dado crédito aos que O tinham visto ressuscitado. E disse-lhes: «Ide por todo o mundo, e pregai o Evangelho a toda a criatura.

Mc 16,9-15