Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Atacada aldeia na Síria onde ainda se fala a língua usada por Jesus Cristo

Maalula, um pequeno povoado cristão ao norte de Damasco (Síria), considerado um dos três últimos lugares do mundo onde ainda se fala aramaico, o idioma de Jesus Cristo, foi intensamente atacado na madrugada de 4 de setembro por um grupo de rebeldes do Jabhat al-Nusra, vinculado com Al Qaeda, e com o "Exército de Libertação da Síria".

Os rebeldes entraram no povoado sírio, onde a maioria dos moradores são melquitas grego-católicos e cristãos ortodoxos, tomando "primeiro uma fábrica de tijolos, de propriedade de um homem cristão, que se encontra desaparecido", disse um morador anónimo ao jornal britânico The Telegraph.

"Seguindo-se, cerca das 5:30 da manhã, a explosão de um carro bomba no posto de controlo na entrada da aldeia", disse.

O habitante denunciou também que "alguns dos rebeldes entrararam na casa de Yousef Haddad, um cristão, perto do posto de controlo. Tentaram convertê-lo à força ao Islão".

Por sua parte, uma religiosa local disse à imprensa que 27 órfãos que moram no mosteiro foram levados para grutas próximas a fim de se refugiarem.

Maalula também sofreu a resposta do regime sírio aos rebeldes, em um contra-ataque realizado na quinta-feira.

"Entraram na praça principal e destruíram uma estátua da Virgem Maria", disse o habitante, indicando que foram bombardeados de uma montanha próxima.

"Dois projéteis acertaram o convento da Santa Tecla", assinalou.

No convento da Santa Tecla, segundo a tradição está enterrada essa Santa, uma seguidora de São Paulo que fugiu para esta vila na Síria para escapar de um casamento depois de ter feito um voto de castidade.

Os rebeldes sírios negaram que o ataque contra o povoado de Maalula tenha sido sectário. Entretanto, um morador do local assegurou ao The Tepegraph que os rebeldes, que se estabeleceram nas montanhas desde março deste ano, "desde então estão provocando os cristãos da aldeia".

"Um agricultor cristão não pode subir até às suas terras a menos que esteja acompanhado por um habitante muçulmano".

Recentemente, o Patriarca católico da Babilónia dos Caldeus, Louis Sako, advertiu que uma intervenção militar como a que planeia liderar Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, contra a Síria "seria uma catástrofe. Seria como fazer explodir um vulcão com uma explosão destinada a arrasar o Iraque, o Líbano e a Palestina".

(Fonte: 'ACI Digital' com adaptação de JPR)

Onde não há esperança, não há liberdade

Não devemos confundir a virtude da esperança com o otimismo. Foi o que disse o Papa na missa celebrada esta manhã na Casa Santa Marta.

Para um cristão, a esperança é Jesus em pessoa, é a sua força de libertar e refazer uma nova vida. Inspirando-se na Carta de Paulo aos Colossenses, Francisco explicou que o otimismo é uma atitude humana que depende de tantas coisas. Todavia, a esperança é uma virtude de “segunda classe”, a “virtude humilde” se comparada com as virtudes da fé e da caridade. Por isso, pode ser confundida com o bom humor:
Mas a esperança é outra coisa, não é otimismo. A esperança é um dom, é um presente do Espírito Santo. Paulo dirá que é um dom que “jamais decepciona”. Por quê? Porque é um dom que o Espírito Santo nos deu. E Paulo nos diz que a esperança tem o nome: Jesus. Não podemos dizer “Tenho esperança na vida, em Deus”. Se não dizemos “Tenho esperança em Jesus Cristo, pessoa viva, que agora vive na Eucaristia, que está presente na sua Palavra”, não é esperança; é bom humor e otimismo …

A seguir, Francisco comentou o Evangelho, o episódio em que Jesus cura a mão paralisada de um homem, suscitando a reprovação de escribas e fariseus. Com o seu milagre, observou o Papa, Jesus liberta a mão da doença e demonstra a quem o critica que o caminho deles não é o da liberdade. “Liberdade e esperança caminham juntas: onde não há esperança, não há liberdade”, afirmou o Pontífice. Que acrescentou: “Jesus liberta da doença, do rigor e refaz aquele homem e quem não acreditou nele:
Jesus, a esperança. Refaz tudo. É um milagre constante. Não somente fez milagres de curas, tantas coisas...eram somente sinais, sinais daquilo que está fazendo agora, na Igreja. O milagre de refazer tudo: o que faz na minha, na tua e na nossa vida. Refazer. E o que ele refaz é justamente o motivo da nossa esperança. E esta esperança não decepciona porque Ele é fiel.

O Papa então citou de modo especial os sacerdotes. “É um pouco triste” – admitiu ele, quando encontra um sacerdote que perdeu a esperança, enquanto é belo encontrar quem chega no final da vida não com otimismo, mas com esperança”. “Este sacerdote está em união com Jesus Cristo, e o povo de Deus precisa de que nós padres ofereçamos este sinal de esperança, vivamos esta esperança em Jesus que refaz todas as coisas”:
O Senhor que é a esperança da glória, que é o centro, que é a totalidade, nos ajude nesta direção: dar esperança, ter paixão pela esperança. E, como disse, nem sempre é otimismo, mas foi o que Nossa Senhora teve no momento das trevas: na noite de Sexta-feira até a manhã do domingo. Aquela esperança; e ela a tinha. E aquela esperança refez tudo. Que o Senhor nos dê esta graça.

(Fonte: 'news.va')

Vídeo da ocasião em italiano

Senhor ao atingirmos a quase exaustão é tão bom saber-Te aí com a Virgem Maria prontos a dar-nos força para continuar sempre olhando para Ti

https://twitter.com/jppreis

Oremos pela Paz


A união para servir a eficácia da Igreja

A segunda condição é a união com o Papa e os Bispos. União de intenções e de preces. Insisto sempre nisto porque só com Pedro e sob Pedro, em unidade com o Colégio episcopal, serviremos com eficácia a Igreja. Contribuímos para tornar mais evidente essa apostolicidade aos olhos de todos manifestando com delicada fidelidade a união com o Papa, que é união com Pedro. O amor ao Romano Pontífice – escreveu o nosso Padre – há-de ser em nós uma formosa paixão, porque nele vemos a Cristo. Se tivermos intimidade com o Senhor na nossa oração, caminharemos com um olhar desanuviado que nos permitirá distinguir, mesmo nos acontecimentos que às vezes não compreendemos ou que nos causam pranto ou dor, a ação do Espírito Santo [17].

Encontraremos a fortaleza para devolver o mundo a Cristo, sem receios nem complexos, amando particularmente o Senhor na Cruz. A festa da Exaltação, festa da Cruz gloriosa, indica-nos precisamente isto: o caminho da glória passa pela aceitação voluntária e alegre das contrariedades, físicas e morais, que o Senhor permitir na nossa vida: per crucem ad lucem, rezava o nosso Padre. Com a presença constante de Maria ao nosso lado, a Cruz enche-se de alegria; no madeiro florescem rosas – como na cruz de pau dos nossos oratórios –, mesmo que às vezes não faltem os espinhos. Mas apesar da nossa pobreza, sobressai de forma admirável a alegria de colaborar com Jesus na salvação das almas!

Dentro de poucos dias, já em Roma, esperam-me, como sempre, muitas tarefas para encaminhar e resolver. Entre outras, a preparação da beatificação do queridíssimo D. Álvaro, embora a data ainda não esteja concretizada. Rezai especialmente por esta intenção e aproveitai o tempo que ainda falte para conhecer melhor a sua figura e os seus escritos, e os difundir; para agradecer a sua resposta de plena fidelidade à Santíssima Trindade, ao espírito da Obra, ao nosso Padre.

E continuai a rezar pelas e pelos doentes, pelos que há na Obra e por todos, para que se saibam unir à Cruz do Senhor. E assim, desta maneira, participem mais intensamente na aplicação a todas as almas da Redenção operada por Cristo.

[17]. S. Josemaria, Homilia Lealdade à Igreja, n. 13, 4-VI-1972.

(D. Javier Echevarría, Prelado do Opus Dei na carta do mês de setembro de 2013)
© Prælatura Sanctæ Crucis et Operis Dei