Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sábado, 20 de abril de 2013

Amar a Cristo...

Senhor antecipando-Te a um pedido dos apóstolos ofereceste-nos a Sagrada Eucaristia aonde Te podemos receber assiduamente. Ajuda-nos a fazê-lo sempre com o mais profundo respeito, interioridade e fé, que estejamos sempre cientes que és Tu que de facto ali estás, ajuda-nos também a sabermos transmitir esta grande e boa verdade de fé àqueles, eles e elas, leigos e sacerdotes, que porventura se aproximem com displicência sem entenderem o verdadeiro significado da sagrada comunhão.

Louvado e respeitado sejais por todos os que têm o privilégio de Te receber!

JPR

'Il Sismografo' prestigiada fonte de informação de notícias da Igreja em diversas línguas (vídeo em espanhol)

25 a 27 Abr Porto - IV Seminário Protege o Teu Coração


Arcebispo do Rio de Janeiro consagrará a JMJ Rio 2013 a N. Sra. de Fátima na Peregrinação Internacional Aniversária de maio 2013

D. Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, Brasil, presidirá em Fátima à Peregrinação Internacional Aniversária dos 96 anos da primeira aparição de Nossa Senhora, a 12 e 13 de maio.

A peregrinação terá como tema “A Deus nada é impossível” (Lc 1, 37) e o programa é o já habitual destes grandes dias de peregrinação. PROGRAMA

Até à presente data, 70 grupos de peregrinos, oriundos de 25 países, anunciaram junto do Serviço de Peregrinos do Santuário a intenção de participar nas celebrações da manhã do dia 13.

Em entrevista à Sala de Imprensa do Santuário de Fátima, realizada por Internet, D. Orani Tempesta fala sobre esta sua vinda à Cova da Iria, em que diz vir também como peregrino e sublinha a devoção do povo brasileiro e a sua própria devoção a Nossa Senhora de Fátima.

Durante a peregrinação, a 13 de maio, por decisão dos bispos portugueses e em resposta ao pedido apresentado pelo Papa ao Cardeal Patriarca de Lisboa, o pontificado do Papa Francisco será consagrado a Nossa Senhora de Fátima.

Na presente entrevista, D. Orani Tempesta revela que durante a peregrinação também pretende consagrar a Nossa Senhora de Fátima os trabalhos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que decorrerão de 23 a 28 de julho, no Rio de Janeiro.

Entrevista conduzida por LeopolDina Simões

- Com que sentimento recebeu o convite para presidir em Fátima à peregrinação de 12 e 13 de maio?
R: Foi com muita alegria e satisfação que recebi este convite. Sinto-me privilegiado por tal facto, pois a devoção à Virgem de Fátima é uma das mais belas e preciosas heranças que os brasileiros receberam do povo português e, ainda hoje, ocupa um lugar de destaque na nossa vida espiritual. Nossa Senhora de Fátima, mãe de Portugal, é muito amada por todos os católicos brasileiros. Trago a imagem de Fátima impressa no coração desde criança. Além disso, desejo consagrar a Nossa Senhora de Fátima os nossos trabalhos da Jornada Mundial da Juventude, que acontecerá aqui no Rio de Janeiro em julho próximo.

- Já peregrinou a Fátima, o que significa este lugar para si?
R: Estive várias vezes em Fátima, como padre e como bispo. Tive oportunidade de celebrar a missa e de participar na procissão luminosa. Fátima é um lugar de oração e de conversão, de busca de Deus e de paz, de encorajamento e de ânimo que se renova. Significa um renovar a vida espiritual diante de um mundo de tantas mudanças.

- Que mensagem especial trará aos peregrinos que de todo o mundo aqui rumarão?
R: Antes de tudo, nesta ocasião, desejo ser um peregrino que, em comunhão com todos os demais, busca em Maria o grande modelo do seguidor de Cristo. Irei convidar a todos para contemplar com os olhos da Virgem Mãe a seu Filho Jesus que, na sua ascensão, leva aos céus o nosso desejo de buscar mais as coisas do alto. Vivendo esta experiência transformadora, podemos seguir em nossa missão como Igreja que peregrina, servindo e amando aos irmãos com as mãos e o coração de Maria. Dirigir-me-ei em especial aos jovens, para chamá-los a testemunharem na Jornada Mundial da Juventude as maravilhas de Deus que em Fátima fazem operar nos corações. E tudo isso o farei em união com o nosso querido Papa Francisco, que desejou também consagrar seu pontificado à Virgem de Fátima.

- Qual a atualidade que encontra na mensagem de Fátima?
R: Os convites à oração e à conversão são sempre atuais. Mudam os tempos e os costumes, mas se existe algo que permanece no ser humano é a sua necessidade e eterna carência de Deus. Contemporaneamente, em um mundo onde se vivem tantos avanços na tecnologia e tantas mudanças na ordem social, a voz que ressoou em Fátima continua clamando, com a mesma força e coragem, para todos nós nos dias de hoje: É preciso rezar sempre mais. É preciso que nos convertamos diariamente. Somente dedicando-nos à oração devota e perseverante, e buscando uma conversão sincera e autêntica, poderemos abrir espaço para Deus estar mais e mais presente no caminhar da humanidade. E o chamado à Oração do Rosário faz-nos contemplar os principais mistérios da nossa fé, em união com Maria, numa oração contemplativa tão importante para o Ano da Fé que agora vivemos.

- Que balanço faz da existência do Santuário de Fátima no Rio de Janeiro enquanto projeto pastoral?
R: Aqui no Rio de Janeiro temos várias paróquias e igrejas dedicadas a Nossa Senhora de Fátima. A réplica da Capela das Aparições que tivemos a alegria de inaugurar foi o desdobramento de uma devoção muito grande, que foi crescendo na cidade com a “Tarde com Maria” e é hoje uma grande graça para os católicos de nossa arquidiocese, que, devido à grande devoção que guardam a Nossa Senhora de Fátima, encontram lá local propício para conhecer mais e amar a Virgem de Fátima e viver as suas mensagens. O Santuário é um grande propagador para a nossa cidade de todas as graças que se vivem em Fátima. Já tem sido um lugar de grandes peregrinações e chamamentos a uma espiritualidade de renovação da vida cristã e católica.

- A sua arquidiocese tem mostrado grande alegria e empenho na preparação da Jornada Mundial da Juventude. Como estão os preparativos?
R: Entre tantos preparativos necessários para um grande evento como este, diante de tantos desafios e dificuldades que o mundo de hoje apresenta para a Igreja organizar celebrações públicas como a JMJ, temos vários passos e progressos para melhor atender os peregrinos jovens, mas a grande alegria é ver a juventude rezar pela Jornada, passando noites inteiras em oração, celebração e cânticos. Isso ocorre tanto no âmbito arquidiocesano no Santuário de Adoração Perpétua, como nas elas paróquias, foranias e vicariatos. O encontro com o Santo Padre, o Papa Francisco, que fará sua primeira viagem internacional e falará ao mundo em português através dos jovens, é um grande sinal para todos nós.

- O que se espera que esta iniciativa traga de novo para a Igreja do Brasil?
R: O presente da JMJ, pela segunda vez, depois de 26 anos, na América Latina, é para nós brasileiros uma oportunidade de servir à Igreja acolhendo os jovens que, fazendo uma experiência com Cristo, poderão ser os agentes de transformação da sociedade hodierna. A JMJ faz-nos ver que, além das doações aos necessitados, a formação de pessoas para que, com a experiência de Deus, sejam transformadoras da sociedade, é um grande, belo e essencial investimento. Dar Deus aos jovens! Isso fará com que os jovens também sejam fermento no meio da massa desse mundo em mudança. Para nós, brasileiros, é um descobrir lideranças em todos os campos, que se unirão aos demais líderes para um serviço ainda melhor da Igreja à sociedade, assim como um melhor trabalho de compromisso com a Igreja evangelizadora.

- Falemos agora do Santo Padre Francisco, é-lhe possível descrever como é que o povo católico do Brasil acolheu a notícia da eleição de um Papa da América do Sul?
R: Foi uma grande e bela surpresa, além de acender uma grande esperança, ver que nosso continente foi chamado por Deus a colaborar tão maravilhosamente com o serviço da Igreja, doando o Papa que se torna o primeiro latino-americano da história a exercer a missão pontifícia. Sentimo-nos todos ainda mais corresponsáveis com a missão do Sumo Pontífice na Igreja, e caminhamos em constante oração e devota obediência junto com o Papa Francisco no desejo de servir ao Corpo de Cristo em todo o mundo. A segunda Jornada Mundial da Juventude na América Latina será presidida pelo primeiro Papa latino americano, que vem justamente da nação que acolheu pela primeira e única vez até hoje uma JMJ, na América Latina, a Argentina.

-  Quais lhe parecem as principais mensagens e gestos que marcarão para sempre e desde estes primeiros momentos o pontificado do Papa Francisco?
R: A sua mensagem de simplicidade e espírito de serviço já estão marcando profundamente o coração de todas as pessoas ao redor do mundo. Temos no Papa Francisco um pontífice que segue o legado de seus antecessores e traz, com o exemplo dos Santos que seu nome nos faz recordar, uma mensagem de humildade, serviço e espírito missionário que são tão necessários para a Igreja de hoje. Deus sempre nos surpreende e nos impulsiona para a missão. O Papa Francisco tem falado de maneira veemente pelos seus gestos e suas escolhas. Temos certeza de que o Senhor dá a Igreja um novo amanhecer de Ressurreição. Basta que saibamos ler os sinais dos tempos.

Rio de Janeiro/Fátima, 20 de abril de 2012

Boletim Informativo do Santuário de Fátima - 47/2013, de 20 de abril de 2013, 15:30

Rapazes e raparigas não aprendem da mesma maneira

Abigail Norfleet James estudou numa escola só para raparigas, a St. Catherine’s School, em Richmond, Virgínia, Estados Unidos. Começou a dar aulas na década de 1970, assim que terminou a licenciatura e sempre se debruçou sobre as diferenças de aprendizagem entre rapazes e raparigas.

Por isso, na sua tese de doutoramento, em 2001, comparou licenciados, do sexo masculino, que frequentaram escolas diferenciadas com os que aprenderam em escolas mistas. Já publicou vários livros sobre o tema. Como ensinar o cérebro masculino e Como ensinar o cérebro feminino são alguns dos títulos.

A especialista em educação está em Portugal a convite da Associação Europeia das Escolas de Educação Diferenciada (EASSE) e, na sexta-feira, fez algumas formações para professores nesta área. O objectivo é que os docentes “adeqúem as suas metodologias aos avanços científicos no que se refere às diferenças do cérebro das raparigas e dos rapazes e Abigail Norfleet James é uma das maiores especialistas nesta área”, justifica Margarida Garcia dos Santos, presidente da associação em Portugal, acrescentando que esta informação pode ajudar a combater o insucesso escolar.

Este sábado, à tarde, no IV Congresso Internacional de Educação Diferenciada, em Lisboa, a investigadora norte-americana vai falar sobre o que os professores precisam de saber sobre os rapazes e as raparigas na sala de aula. Ao PÚBLICO aponta as diferenças de géneros e a importância da liberdade de escolha por parte dos pais para puderem optar por escolas separadas ou mistas.

Elizabeth Spelke, especialista em psicologia cognitiva que trabalha com bebés no seu BabyLab na Universidade de Harvard,diz que não existem diferenças entre as capacidades cognitivas dos rapazes e das raparigas. Concorda?

Abigail Norfleet James – Não. Sabemos que as raparigas aos 20 meses, em média, têm o dobro do vocabulário do que os rapazes com a mesma idade. Isso significa que, desde o início, elas têm mais capacidades de se expressarem verbalmente. Mesmo que não se acredite neste facto, existem diferenças cognitivas entre rapazes e raparigas e só isso vai fazer com que se desenvolvam diferenças. Sublinho que estou a falar da média dos rapazes e das raparigas e não de crianças individualmente. É provável que não existam diferenças entre uma rapariga e um rapaz, em termos individuais, mas quando olhamos para grupos de crianças, as diferenças existem e os professores trabalham com crianças e com grupos. O problema da neurociência é que observa os indivíduos enquanto na educação se trabalha com grupos e essa pode ser a fonte de discordância nesta área.

Mas não é controverso dizer que os cérebros dos rapazes são diferentes dos das raparigas?

Não há qualquer controvérsia. As diferenças são claras e os investigadores do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos têm vários resultados que vão nesse sentido. Sabemos que no cérebro, o hipocampo (o órgão que torna as memórias de curto prazo em memórias de longo prazo) se desenvolve mais cedo nas raparigas. Isso significa que elas têm melhores memórias do que os rapazes? As evidências baseiam-se em testes de palavras e sabemos que as meninas têm capacidades verbais melhores do que os rapazes, ou seja, o que os testes revelam são as suas capacidades verbais e não da memória. A amígdala (outro órgão do córtex cerebral que nos permite lidar com as emoções fortes) desenvolve-se mais rapidamente nos meninos e isso pode explicar porque é que eles são mais reactivos e mais barulhentos do que elas. Os lóbulos pré-frontais (que nos ajudam a tomar decisões fundamentadas e a controlar os nossos impulsos) terminam de se desenvolver aos 18/20 anos nas raparigas e por volta dos 20/25, às vezes até aos 30 anos, nos rapazes.

As diferenças não podem estar na forma como os educamos – a escolha de brinquedos que os pais fazem para os rapazes pode levá-los a ser mais reactivos e barulhentos? As diferenças entre homens e mulheres não são culturais ou mesmo históricas – o homem caçador e a mulher recolectora – e, por essa razão, influenciarem o modo como cada género se comporta e aprende?

Assume que as diferenças são determinadas pelos pais ou pela cultura. Eu penso que os pais e a cultura estão simplesmente a responder a comportamentos que vemos nas crianças. Os pais dão carros aos rapazes porque os seus olhos respondem bem ao movimento e dão bonecas às raparigas porque elas respondem bem aos rostos. Os pais não sabem isso, mas se dermos uma boneca a um rapaz ele vai virá-la de cabeça para baixo ou tratá-la como se fosse um jogo de construção; ao passo que as raparigas vão dar nomes aos carros e tratá-los como se fossem seres vivos. A ideia da cultura caça/recolha pode ter chegado a nós através do nosso ADN. Um novo campo de conhecimento, a epigenética, dedica-se a observar como é que o nosso comportamento muda as moléculas no nosso ADN e começa a compreender que essas mudanças podem passar para as crianças.

Defende a educação diferenciada a partir de que idade?

Os rapazes e as raparigas são muito diferentes logo no pré-escolar e é aí que se adquirem os hábitos escolares. Normalmente só notamos as diferenças quando chegam à puberdade ou, às vezes, mais tarde.

Os rapazes devem ser ensinados só por homens e elas por professoras?

A investigação diz que não interessa quem os ensina, mas que os professores compreendam como é que cada um dos géneros aprende. Eu sou uma excelente professora de Ciências para rapazes porque sou mais visual e gosto de trabalhar no laboratório. Desenho imenso para ilustrar o que estou a dizer, uso quadros e gráficos com informação porque os rapazes gostam disso, ao passo que as raparigas gostam de saber mais e estão sempre a perguntar.

A escola ideal é a que separa os géneros?

Depende da criança. Algumas precisam de escolas diferenciadas, outras não. O que precisamos, como pais, é de ter liberdade de escolha.

Não é saudável que rapazes e raparigas estejam juntos? Esse modelo existe: escolas onde os alunos são separados por géneros nas salas de aula mas que se encontrem durante o dia?

Nas escolas diferenciadas da Islândia, os rapazes vão às aulas em metade do edifício e a outra metade é para as raparigas. Durante uma hora por dia, eles encontram-se para fazer actividades que não contam para a avaliação, por exemplo, fazer um puzzle, ter uma aula de música ou participar num projecto comunitário. Contudo, não os deixam estar no mesmo recreio porque os rapazes tomam conta das estruturas de escalada e as raparigas fazem actividades de grupo mais calmas. Mas quando as raparigas estão sozinhas no recreio, elas fazem escalada, construções e brincam com mais barulho e à-vontade.

Mas não é importante conhecer e crescer com o outro género?

Sem dúvida, por isso gosto do modelo islandês e recomendo que rapazes e raparigas trabalhem em conjunto. Contudo, as crianças têm mais oportunidades de se desenvolverem se não estiverem a ser constantemente comparadas com o outro género – “eu não sou forte porque não consigo atirar a bola tão longe quanto um rapaz”, esta ideia nunca me ocorreu porque andei numa escola só para raparigas, atirava a bola e pronto. Quando conheci rapazes eu era eu e não uma ideia do que eu pensava que os rapazes queriam de mim.

Está a dizer que a educação diferenciada não promove os estereótipos de género?

Na realidade, a educação mista é que os promove porque as crianças acreditam que certos comportamentos não são próprios do seu género. Nas escolas separadas não há limites sobre aquilo em que cada criança se pode transformar e, por isso, eu sou uma mulher cientista e o meu filho canta música clássica – ambos andámos em escolas separadas.

Actualmente, em Portugal as escolas que existem de ensino diferenciado estão ligadas a uma instituição da Igreja Católica, a Opus Dei, e às Forças Armadas, quer comentar?

Eu gostaria que existissem outras que não tivessem qualquer ligação, mas já é um bom começo. As escolas são diferenciadas não porque pertençam a uma religião ou às Forças Armadas mas porque essas instituições tradicionalmente tinham esse tipo de escolas. No resto do mundo, conheço escolas mistas que pertencem a congregações religiões ou são escolas militares.

No nosso país, a educação diferenciada existiu nas escolas públicas até ao início da década de 1970. Promover esse tipo de sistema não é um regresso ao passado?

Ter já existido não é razão para se deitar fora. O sistema misto não funcionou assim tão bem. O que eu gostaria é que os pais tivessem liberdade de escolha. Na Nova Zelândia, todas as cidades têm, pelo menos, três escolas secundárias – uma mista, uma para raparigas e outra para rapazes. Para onde é que cada criança vai é com os pais. Não é um mau sistema. Há regiões nos Estados Unidos onde as escolas diferenciadas são públicas. O sistema de educação diferenciado é uma escolha maravilhosa para as crianças, mas não devem ser a única opção.

(Fonte: artigo e entrevista de Bárbara Wong - ‘Público’ em http://www.publico.pt/portugal/noticia/abigail-norfleet-james-rapazes-e-raparigas-nao-aprendem-da-mesma-maneira-1591976 seleção de imagens deste blogue)