Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sábado, 8 de setembro de 2012

Amar a Cristo...

Bom Jesus, perdoa-nos se não Te louvamos e glorificamos ao ritmo dos batimentos do nosso coração, mas como bem sabes, existem tantos necessitados de se entregar a Ti e à intercessão da Santíssima Virgem Maria por haverem sido arrebatados para o desespero e a tristeza tornando-se presas fáceis das trevas, que sentimos a necessidade de Te suplicar por eles.

Ajuda-os a abandonarem-se com total confiança e a não cometerem atos de total desespero tomando a própria vida nas suas mãos, a serem fortes e com humildade aceitar as enormíssimas dificuldades porque passam, oferecendo-as pela sua salvação e dos seus familiares.

Obrigado Meu Senhor e Meu Deus por nos ouvires e atenderes!

JPR

N. ‘Spe Deus’: A Direção Geral de Saúde de Portugal alertou ontem o previsível aumento de doenças mentais e suicídios devido à crise económica do país. Notícia AQUI.

Nova Catedral de Karaganda no Cazaquistão dedicada a Nossa Senhora de Fátima será consagrada neste domingo

Catedral de N. Sra. de Fátima
Karaganda
Karlag, ou Karaganda Lager como era conhecida, era uma gigantesca rede de campos de concentração da União Soviética que se situava na república do Cazaquistão. 

A dimensão do espaço prisional corresponde ao tamanho da França. Para além de uma casa central para administração, hospital e celas de tortura havia, espalhados pelas estepes, 26 campos de trabalho forçado, ou gulags, um dos quais reservado para mulheres e crianças. 

Ao todo passaram por Karaganda cerca de 1.3 milhões de prisioneiros e deportados de todas as etnias e de diversas persuasões políticas e crenças religiosas. Pelo menos 500 mil nunca de lá saíram. 

Foi neste contexto e em memória deste sofrimento que nasceu a nova Catedral de Nossa Senhora de Fátima. Além de honrar a própria mensagem da Virgem, que profetizou os erros da Rússia e do Comunismo, a catedral pretende recordar e expiar o terrível sofrimento daquela época. 

A Catedral de estilo neogótico ergue-se agora num dos bairros centrais de Karaganda, com uma estátua da Virgem de Fátima bem visível lá no topo. 

A catedral de Nossa Senhora de Fátima de Karaganda é sagrada amanhã, pelo Cardeal Sodano, enviado pelo Papa.

Rádio Renascença

Jesus tem a Igreja na sua mão

"Jesus tem a Igreja na sua mão, fala-lhe com a força penetrante de uma espada afiada e mostra-lhe o esplendor da sua divindade": a imagem do livro do Apocalipse foi reproposta por Bento XVI durante a audiência geral de quarta-feira 5 de Setembro. Proveniente de Castel Gandolfo, o Papa encontrou-se com os fiéis na sala Paulo VI no Vaticano e retomou com eles as catequeses sobre a oração.

Prezados irmãos e irmãs!

Hoje, após a interrupção das férias, retomamos as Audiências no Vaticano, continuando naquela "escola da oração" que estou a viver juntamente convosco nestas Catequeses de quarta-feira. Hoje gostaria de falar sobre a oração no Livro do Apocalipse que, como sabeis, é o último do Novo Testamento. Trata-se de um livro difícil, mas que contém uma grande riqueza. Ele põe-nos em contacto com a oração viva e palpitante da assembleia cristã, reunida "no dia do Senhor" (Ap 1, 10): com efeito, esta é a linha de fundo na qual o texto se move.

Um leitor apresenta à assembleia uma mensagem confiada pelo Senhor ao evangelista João. O leitor e a assembleia constituem, por assim dizer, os dois protagonistas do desenvolvimento do livro; a eles, desde o início, são dirigidos votos exultantes: "Bem-aventurados aquele que lê e os que ouvem as palavras desta profecia" (1, 3). Do diálogo constante entre eles nasce uma sinfonia de oração, que se desenvolve com grande variedade de formas, até à conclusão. Ouvindo o leitor que apresenta a mensagem, escutando e observando a assembleia que reage, a sua oração tende a tornar-se nossa.

A primeira parte do Apocalipse (1, 4-3, 22) apresenta, na atitude da assembleia que reza, três fases sucessivas. A primeira (1, 4-8) é constituída por um diálogo que - único caso no Novo Testamento - se realiza entre a assembleia que acaba de se reunir e o leitor, que lhe dirige votos de bênçãos: "Graça e paz vos sejam dadas" (1, 4). O leitor continua, sublinhando a proveniência destes votos: eles derivam da Trindade: do Pai e do Espírito Santo e de Jesus Cristo, unidos na promoção do projecto criativo e salvífico para a humanidade. A assembleia escuta e, quando ouve mencionar Jesus Cristo, tem como que um sobressalto de alegria e responde com entusiasmo, elevando a seguinte prece de louvor: "Àquele que nos ama e que com o seu sangue nos lavou dos nossos pecados e nos fez reis e sacerdotes para Deus, seu Pai, glória e poder para todo o sempre. Amém!" (1, 5b-6). A assembleia, envolvida pelo amor de Cristo, sente-se livre das cadeias do pecado e proclama-se "reino" de Jesus Cristo, que pertence totalmente a Ele. Reconhece a grande missão que com o Baptismo lhe foi confiada, de levar ao mundo a presença de Deus. E conclui esta sua celebração de louvor olhando de novo directamente para Jesus e, com entusiasmo crescente, reconhece "a sua glória e o seu poder" para salvar a humanidade. O "amém" final conclui o hino de louvor a Cristo. Já estes primeiros quatro versículos contêm uma grande riqueza de indicações para nós; dizem-nos que a nossa oração deve ser antes de tudo escuta de Deus que nos fala. Submergidos por tantas palavras, estamos pouco habituados a ouvir, sobretudo a predispormo-nos interior e exteriormente para o silêncio a fim de estarmos atentos ao que Deus nos quer dizer. Além disso, tais versículos ensinam-nos que a nossa oração, que muitas vezes é só de pedido, antes de tudo deve ser de louvor a Deus pelo seu amor, pelo dom de Jesus Cristo, que nos deu força, esperança e salvação.

Maria, farol luminoso da nossa vida cristã

Fátima 12 de maio 2010
Bento XVI recebeu na manhã deste sábado cerca de 350 participantes do 23º Congresso Mariológico Mariano Internacional, a decorrer em Roma.

No seu discurso, mencionou o tema deste Congresso, “A mariologia a partir do Concílio Vaticano II. Recepção, balanço e perspectivas”, ressaltando a iminência da celebração pelos 50 anos de abertura do Concílio. Essa celebração, no próximo dia 11 de outubro, será feita em concomitância com a inauguração do Ano da Fé, convocada com o Motu proprio “Porta fidei”, em que apresenta Maria como modelo de fé.

Como jovem participante do Concílio, Bento XVI recordou a oportunidade que teve de conhecer os vários modos de enfrentar as temáticas acerca da figura e do papel de Nossa Senhora na história da salvação. 

Na segunda sessão do Concílio, explicou, um grupo de padres pediu que a questão fosse tratada dentro da Constituição sobre a Igreja, enquanto outro grupo afirmava a necessidade de um documento específico sobre a dignidade e o papel de Maria. Com a votação de 19 de outubro de 1963, optou-se pela primeira proposta, e o esquema da Constituição Dogmática sobre a Igreja foi enriquecido com o capítulo sobre a Mãe de Deus, em que a figura de Maria aparece em toda a sua beleza e inserida nos mistérios fundamentais da fé cristã.

Maria, de quem se destaca antes de tudo a fé, é compreendida no mistério de amor e de comunhão da Santíssima Trindade; é um modelo e um ponto de referência para a Igreja, que Nela reconhece a si mesma, a própria vocação e a própria missão. A religiosidade popular, que sempre se dirigiu a Maria, resulta enfim nutrida por referências bíblicas e patrísticas.

Certamente, o texto conciliar não esgota todas as problemáticas relativas à figura da Mãe de Deus, mas constitui o horizonte hermenêutico essencial para qualquer reflexão, seja de caráter teológico, seja de caráter mais estritamente espiritual e pastoral. 

O Papa dirigiu-se de seguida aos participantes deste Congresso, pedindo que ofereçam suas contribuições para que o Ano da Fé possa representar para todos os fiéis em Cristo um verdadeiro momento de graça, em que a fé de Maria nos preceda e nos acompanhe como farol luminoso e como modelo de plenitude e maturidade cristã para onde olhar com confiança e do qual extrair entusiasmo e alegria para viver com sempre maior empenho e coerência a nossa vocação de filhos de Deus, irmãos em Cristo, membros vivos do seu Corpo que é a Igreja.

Rádio Vaticano na sua edição para o Brasil

Vídeo em italiano

Imitação de Cristo, 3, 10, 4 - Como, desprezando o mundo, é doce servir a Deus

Que vos darei eu por esses benefícios sem conta, Oh! se pudera servir-vos todos os dias da minha vida! Se pudera, ainda que um só dia, prestar-vos condigno serviço! Na verdade, sois digno de todo serviço, de toda honra e glória eterna. Vós sois verdadeiramente meu Senhor, eu vosso pobre servidor, obrigado a servir-vos com todas as minhas forças, sem me cansar jamais de vos dar louvores. Assim o quero, assim o desejo: dignai-vos, Senhor, suprir o que me falta.