Luta interminável, mas temos o exemplo inspirador do sempre incansável Bento XVI a dirigir-nos para Jesus de Nazaré.
Sem nunca nos escondermos na “beatice”, há que segui-Lo com alegria mas sempre em sintonia com o mundo e a sociedade em que vivemos, senão arriscamo-nos a viver não para Ele e para o próximo, mas exclusivamente para nós próprios, ora tal atitude além de egoísta é uma forma de cobardia.
JPR
«Se alguém nos pede uma frase simbólica que expresse o nosso propósito, dar-lhe-emos sempre apenas só esta: ‘Instaurar todas as coisas em Cristo’ (…), fazer que todos os homens voltem a submeter-se a Deus»
(E supremi apostolatus – São Pio X)
Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Camané "Sei de Um Rio"
Sei de um rio…
Sei de um rio
Em que as únicas estrelas
Nele, sempre debruçadas
São as luzes da cidade
Sei de um rio…
Sei de um rio
Rio onde a própria mentira
Tem o sabor da verdade
Sei de um rio
Meu amor, dá-me os teus lábios!
Dá-me os lábios desse rio
Que nasceu na minha sede!
Mas o sonho continua…
E a minha boca (até quando?)
Ao separar-se da tua
Vai repetindo e lembrando
"- Sei de um rio…
Sei de um rio…"
Sei de um rio…
Ai!
Até quando?
Bento XVI - Com Deus ou sem Deus, tudo muda: Os leigos estão chamados a testemunhar isto mesmo, nos vários campos da vida concreta
“Num certo sentido, a questão de Deus é a questão das questões ligada ao sentido da vida e ás aspirações mais profundas do homem. Como despertar hoje em dia esta questão de Deus. Os leigos têm neste sentido um papel decisivo: testemunhar que - com Deus ou sem Deus - tudo muda? … Reflexões de Bento XVI, dirigindo-se, nesta sexta-feira ao fim da manhã, aos participantes na assembleia plenária do Conselho Pontifício para os Leigos, que quis enfrentar, desta vez, o tema de Deus: “A questão de Deus, hoje”.
“Nunca nos deveríamos cansar de propor sempre de novo esta questão, de recomeçar a partir de Deus, para voltar a dar ao homem a totalidade das suas dimensões, a sua plena dignidade. De facto, a mentalidade, que se vai difundindo no nosso tempo, de renunciar a toda e qualquer referência ao transcendente, tem-se revelado incapaz de compreender e de preservar o humano”.
A difusão desta mentalidade – sublinhou o Papa – tem gerado “a crise que vivemos hoje, a qual – antes de ser uma crise económica e social, é uma crise de significado e de valores”. Quando o homem se limita a procurar existir no âmbito do que se pode calcular e medir, acaba por ficar sufocado.
“A questão de Deus é, num certo sentido, a questão das questões. Ela conduz-nos às interrogações de fundo, do homem, às aspirações de verdade, felicidade e liberdade que habitam o seu coração e que aguardam concretização. O homem que desperta em si a questão de Deus abre-se à esperança, a uma esperança digna de fé, pela qual vale a pena enfrentar a fadiga de caminhar no presente”.
Interrogando-se sobre o modo como despertar a pergunta sobre Deus, como questão fundamental, Bento XVI sublinhou a importância decisiva do testemunho dos crentes, e concretamente dos leigos: Deus torna-se conhecido através de pessoas que O conhecem. O caminho para Ele passa através de quem já O encontrou.
“Estais chamados a oferecer um testemunho transparente da relevância da questão de Deus, em todos os campos do pensar e do agir. Na família, no trabalho, como também na política e na economia, o homem contemporâneo tem necessidade de ver com os próprios olhos e de tocar com as próprias mãos que com Deus ou sem Deus tudo muda”.
Esta necessidade de que Deus esteja no centro da vida das pessoas é essencial também no interior mesmo do tecido eclesial – advertiu ainda o Papa. Muitas vezes, mesmo no caso de pessoas que se declaram cristãs, Deus não é de facto a referência central, no modo de pensar e de agir, nas opções fundamentais da própria vida. É por isso que – concluiu Bento XVI, “a primeira resposta aos grandes desafios do nosso tempo está na profunda conversão do nosso coração, para que o Batismo, que nos tornou luz do mundo e sal da terra, nos possa transformar verdadeiramente".
Na primeira parte da sua intervenção, Bento XVI evocou com apreço o Congresso para os Leigos da Ásia, organizado no ano passado em Seul, sobre o tema “Proclamar Jesus Cristo na Ásia, hoje”, considerando que se entrevêem já, neste vasto continente, novos cenários de evangelização neste terceiro milénio, e isso graças ao admirável testemunho de cristãos asiáticos, muitos dos quais vivem a própria fé num contexto difícil, por vezes de autêntica perseguição”. O Papa congratulou-se também com a próxima realização, no próximo ano, na República dos Camarões, de idêntico Congresso de Leigos, para o continente africano.
Rádio Vaticano
“Nunca nos deveríamos cansar de propor sempre de novo esta questão, de recomeçar a partir de Deus, para voltar a dar ao homem a totalidade das suas dimensões, a sua plena dignidade. De facto, a mentalidade, que se vai difundindo no nosso tempo, de renunciar a toda e qualquer referência ao transcendente, tem-se revelado incapaz de compreender e de preservar o humano”.
A difusão desta mentalidade – sublinhou o Papa – tem gerado “a crise que vivemos hoje, a qual – antes de ser uma crise económica e social, é uma crise de significado e de valores”. Quando o homem se limita a procurar existir no âmbito do que se pode calcular e medir, acaba por ficar sufocado.
“A questão de Deus é, num certo sentido, a questão das questões. Ela conduz-nos às interrogações de fundo, do homem, às aspirações de verdade, felicidade e liberdade que habitam o seu coração e que aguardam concretização. O homem que desperta em si a questão de Deus abre-se à esperança, a uma esperança digna de fé, pela qual vale a pena enfrentar a fadiga de caminhar no presente”.
Interrogando-se sobre o modo como despertar a pergunta sobre Deus, como questão fundamental, Bento XVI sublinhou a importância decisiva do testemunho dos crentes, e concretamente dos leigos: Deus torna-se conhecido através de pessoas que O conhecem. O caminho para Ele passa através de quem já O encontrou.
“Estais chamados a oferecer um testemunho transparente da relevância da questão de Deus, em todos os campos do pensar e do agir. Na família, no trabalho, como também na política e na economia, o homem contemporâneo tem necessidade de ver com os próprios olhos e de tocar com as próprias mãos que com Deus ou sem Deus tudo muda”.
Esta necessidade de que Deus esteja no centro da vida das pessoas é essencial também no interior mesmo do tecido eclesial – advertiu ainda o Papa. Muitas vezes, mesmo no caso de pessoas que se declaram cristãs, Deus não é de facto a referência central, no modo de pensar e de agir, nas opções fundamentais da própria vida. É por isso que – concluiu Bento XVI, “a primeira resposta aos grandes desafios do nosso tempo está na profunda conversão do nosso coração, para que o Batismo, que nos tornou luz do mundo e sal da terra, nos possa transformar verdadeiramente".
Na primeira parte da sua intervenção, Bento XVI evocou com apreço o Congresso para os Leigos da Ásia, organizado no ano passado em Seul, sobre o tema “Proclamar Jesus Cristo na Ásia, hoje”, considerando que se entrevêem já, neste vasto continente, novos cenários de evangelização neste terceiro milénio, e isso graças ao admirável testemunho de cristãos asiáticos, muitos dos quais vivem a própria fé num contexto difícil, por vezes de autêntica perseguição”. O Papa congratulou-se também com a próxima realização, no próximo ano, na República dos Camarões, de idêntico Congresso de Leigos, para o continente africano.
Rádio Vaticano
‘António… anda … vem coMigo…!’ oração/poema de António Mexia Alves no dia há 24 anos em que foi recebido no Opus Dei
Olho por cima do meu ombro
E vejo-te debruçado
Sobre mim,
A sorrir.
Atento à minha frente
E é o teu Corpo
De perfeito homem
Que me guia.
Abro a boca e recebo-te inteiro
Como alimento escasso,
Ázimo e insípido
Mas que me enche todo,
Me converte em Anjo
E me eleva juntamente.
E eu sinto, vejo e oiço
E também sei
Que algo importante em mim vês.
Não posso compreender
Os porquês
(este é um mistério da Tua Bondade)
Te mereci chamamento de igual para igual:
António… anda … vem coMigo…!
E eu fui e tenho ido.
Que bem me sinto…
Não quero aprofundar razões
Nem motivos ou quereres
Da Tua Vontade;
Faz de mim, Senhor,
O que quiseres.
Sou Teu
Para sempre
Até à Eternidade.
E vejo-te debruçado
Sobre mim,
A sorrir.
Atento à minha frente
E é o teu Corpo
De perfeito homem
Que me guia.
Abro a boca e recebo-te inteiro
Como alimento escasso,
Ázimo e insípido
Mas que me enche todo,
Me converte em Anjo
E me eleva juntamente.
E eu sinto, vejo e oiço
E também sei
Que algo importante em mim vês.
Não posso compreender
Os porquês
(este é um mistério da Tua Bondade)
Te mereci chamamento de igual para igual:
António… anda … vem coMigo…!
E eu fui e tenho ido.
Que bem me sinto…
Não quero aprofundar razões
Nem motivos ou quereres
Da Tua Vontade;
Faz de mim, Senhor,
O que quiseres.
Sou Teu
Para sempre
Até à Eternidade.
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