Obrigado, Perdão Ajuda-me

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As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Santa Sé, critica as hesitações da comunidade internacional na resposta à crise alimentar e humana na Somália e outras regiões do leste africano

O presidente do Conselho Pontifício para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes (CPPMI), da Santa Sé, criticou hoje as hesitações da comunidade internacional na resposta à crise alimentar e humana na Somália e outras regiões do leste africano.

Em entrevista ao jornal do Vaticano, ‘L’Osservatore Romano’, o arcebispo italiano D. Antonio Maria Vegliò lamenta que ninguém pareça “querer verdadeiramente tomar conta da situação” e procurar uma solução.
A fome ameaça 13 milhões de pessoas na Somália, Etiópia, Quénia, Djibouti e outros países no chamado Corno de África, afetado pelas piores secas dos últimos 60 anos.

Segundo o presidente do CPMMI, “as ajudas humanitárias acabam, muitas vezes, por cair na rede das lutas internas que ensanguentam” a Somália e “não chegam às populações em necessidade”.

Nesse sentido, o arcebispo pede “mediação internacional” e lembra que a situação era previsível, por causa da “carestia” no país.

“Estamos a agir tarde, talvez demasiado tarde, mas infelizmente isso está ligado à história complicada da Somália”, admite o membro da Cúria Romana.

No último domingo, Bento XVI alertou publicamente para a situação, afirmando que ninguém pode ficar “indiferente” perante a ameaça que paira sobre milhões de pessoas.

Perante os peregrinos reunidos em Castelgandolfo, nos arredores de Roma, o Papa falou nos “tantos irmãos e irmãs que nestes dias, no Corno de África, sofrem as dramáticas consequências da fome, agravadas pela guerra e pela falta de instituições sólidas”.

As vítimas são na sua maior parte crianças e há duas mortes por cada dez mil pessoas, todos os dias.

A Igreja Católica, adianta o presidente do CPPMI, “está ativa para ajudar quantos têm necessidade urgente de assistência”, com uma “perspetiva de longo prazo”.

“A fase de emergência deverá continuar durante um certo tempo, dado que nos próximos meses se prevê a deterioração da situação na Somália, Quénia e Etiópia”, refere D. Antonio Maria Vegliò.

Esta crise requer a cooperação urgente da comunidade internacional, advertiu hoje, em comunicado a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO).

A FAO pediu ações "de forma imediata, para salvar as vidas e os meios de subsistência de milhões de camponeses e criadores de gado no Corno da África, abalado pela seca".

Rádio Vaticano

Bach - 'Nun komm der Heiden Heiland' BWV 659 intérprete Alfred Brendel

“Deus chama-vos a servi-Lo em e a partir das tarefas civis”

O mundo espera-nos. Sim! Amamos apaixonadamente este mundo, porque Deus assim no-lo ensinou: "sic Deus dilexit mundum...", Deus amou assim o mundo; e porque é o lugar do nosso campo de batalha – uma formosíssima guerra de caridade – para que todos alcancemos a paz que Cristo veio instaurar. (Sulco, 290)

Tenho ensinado constantemente com palavras da Sagrada Escritura: o mundo não é mau porque saiu das mãos de Deus, porque é uma criatura Sua, porque Iavé olhou para ele e viu que era bom [Cfr. Gen. 1, 7 e ss.]. Nós, os homens, é que o tornamos mau e feio, com os nossos pecados e as nossas infidelidades. Não duvideis, meus filhos: qualquer forma de evasão das honestas realidades diárias é, para vós, homens e mulheres do mundo, coisa oposta à vontade de Deus.

Pelo contrário, deveis compreender agora – com uma nova clareza – que Deus vos chama a servi-Lo em e a partir das ocupações civis, materiais, seculares da vida humana: Deus espera-nos todos os dias no laboratório, no bloco operatório, no quartel, na cátedra universitária, na fábrica, na oficina, no campo, no lar e em todo o imenso panorama do trabalho. Ficai a saber: escondido nas situações mais comuns há um quê de santo, de divino, que toca a cada um de vós descobrir.

Eu costumava dizer àqueles universitários e àqueles operários que vinham ter comigo por volta de 1930 que tinham que saber materializar a vida espiritual. Queria afastá-los assim da tentação, tão frequente então como agora, de viver uma vida dupla: a vida interior, a vida de relação com Deus, por um lado; e por outro, diferente e separada, a vida familiar, profissional e social, cheia de pequenas realidades terrenas.

Não, meus filhos! Não pode haver uma vida dupla; se queremos ser cristãos, não podemos ser esquizofrénicos. Há uma única vida, feita de carne e espírito, e essa é que tem de ser - na alma e no corpo - santa e cheia de Deus, deste Deus invisível que encontramos nas coisas mais visíveis e materiais.

Não há outro caminho, meus filhos: ou sabemos encontrar Nosso Senhor na nossa vida corrente ou nunca O encontraremos Por isso posso dizer-vos que a nossa época precisa de restituir à matéria e às situações que parecem mais vulgares o seu sentido nobre e original, colocá-las ao serviço do Reino de Deus, espiritualizá-las, fazendo delas o meio e a ocasião do nosso encontro permanente com Jesus Cristo. (Temas Actuais do Cristianismo, 114)

São Josemaría Escrivá

São João Maria Vianney, brevíssima súmula da vida do Santo Cura d’Ars (vídeos em espanhol e inglês)

Comunidade Africana do patriarcado de Lisboa em peregrinação a Fátima

A Capelania da Comunidade Africana do patriarcado de Lisboa promove neste sábado a sua peregrinação anual ao Santuário de Fátima, contando com cerca de 5 mil participantes.

Os países representados são em maioria os de língua portuguesa: Cabo Verde, Guiné-Bissau, Angola, São Tomé e Príncipe, Moçambique”.

“Estarão também representados, ainda que em minoria, os africanos de língua francesa e inglesa: Congo-Brazzaville, República Democrática do Congo, República Centro Africana, Camarões, Senegal”, informa ainda.
A este grupo devem juntar-se vários peregrinos portugueses, que todos os anos têm acompanhado esta peregrinação.

‘Maria nossa Mãe, ensina-me a dizer sim à vida’ é o lema que congregará todo este grupo em Fátima.

A eucaristia da peregrinação celebra-se às 12:45 na Igreja da Santíssima Trindade

Rádio Vaticano