Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Boa noite!

Não é estranho que muitos cristãos – pausados e até solenes na vida social (não têm pressa), nas suas pouco activas actuações profissionais, na mesa e no descanso (também não têm pressa) – se sintam apressados e apressem o Sacerdote na sua ânsia de encurtar, de abreviar o tempo dedicado ao Santíssimo Sacrifício do Altar?

(São Josemaría Escrivá - Caminho, 530)

Toda a Trindade está presente no sacrifício do Altar. Por vontade do Pai, com a cooperação do Espírito Santo, o Filho oferece-Se em oblação redentora. Aprendamos a conhecer e a relacionar-nos com a Santíssima Trindade, Deus Uno e Trino, três pessoas divinas na unidade da sua substância, do seu amor e da sua acção eficaz e santificadora.

Logo a seguir ao lavabo, o sacerdote invoca: Recebei, ó Santíssima Trindade, esta oblação que Vos oferecemos em memória da Paixão, Ressurreição e Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo. E, no final da Santa Missa, há outra oração de inflamada reverência ao Deus Uno e Trino: Placeat tibi, Sancta Trinitas, obsequium servitutis meae... agradável Vos, seja, ó Trindade Santíssima, o obséquio da minha vassalagem: fazei que por misericórdia este Sacrifício oferecido por mim, posto que indigno aos olhos da vossa Majestade, Vos seja aceitável, e que para mim e para todos aqueles por quem o ofereci, seja um sacrifício de perdão.

A Santa Missa – insisto – é acção divina, trinitária, não humana. O sacerdote que celebra serve o desígnio divino do Senhor pondo à sua disposição o seu corpo e a sua voz. Não age, porém, em nome próprio, mas in persona et in nomine Christi, na Pessoa de Cristo e em nome de Cristo.

O amor da Trindade pelos homens faz com que, da presença de Cristo na Eucaristia, nasçam para a Igreja e para a humanidade todas as graças. Este é o sacrifício que profetizou Malaquias: desde o nascer do sol até ao poente, o meu nome é grande entre as nações, e em todo o lugar se sacrifica e se oferece ao meu nome uma oblação pura. É o Sacrifício de Cristo, oferecido ao Pai com a cooperação do Espírito Santo, oblação de valor infinito, que eterniza em nós a Redenção, que os sacrifícios da Antiga Lei não conseguiam alcançar.

(São Josemaría Escrivá - Cristo que passa, 86)

A misericórdia e a clemência de Deus

«Nosso Senhor tem cuidado contínuo dos passos dos Seus filhos, isto é, daqueles que possuem a caridade, fazendo-os caminhar diante d’Ele, estendendo-lhe a Sua mão nas dificuldades. Assim o declarou por Isaías: ‘Sou o teu Deus que te toma pela mão e te diz: Não temas, Eu te ajudarei’ (Is 41,13). De modo que, além de muito ânimo, devemos ter suma confiança em Deus e no Seu auxílio, pois se não faltamos à graça, Ele concluirá em nós a boa obra da nossa salvação, que começou»

(Tratado do amor de Deus, liv. 3, cap. 4 – São Francisco de Sales)

Mozart Symphony No.5 K.22




Ton Koopman (Conductor)
Amsterdam Baroque Orchestra

Tokyo Metropolitan Art Space May 20, 1991

Boa Tarde!

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Papa reza pela "convivência pacífica" no Egipto, num "empenho partilhado a favor do bem comum": Bento XVI ao Angelus, neste domingo

O Papa segue com atenção a “delicada situação” com que se confronta a “cara nação egípcia” e pede a Deus que “reencontre a tranquilidade e a convivência pacífica, no empenho partilhado a favor do bem comum”. Declarou-o o próprio Bento XVI neste domingo, ao meio-dia, depois da recitação do Angelus, da janela dos seus aposentos.

Na breve catequese antes das Ave-Marias, o Papa evocou o Evangelho deste domingo - “sal da terra” e “luz do mundo”, pondo-o em comparação com a primeira leitura, do Livro de Isaías, que refere a “luz” que iluminará aquele que abrir o seu coração ao faminto e ao aflito:

“A sapiência resume em si os efeitos benéficos do sal e da luz: os discípulos do Senhor estão chamados a dar ao mundo um novo sabor, preservando-o da corrupção, com a sapiência de Deus, que resplende plenamente no rosto do Filho, porque é Ele a luz que ilumine todos os homens”.

Bento XVI recordou o Dia Mundial do Doente, que se celebra na próxima sexta-feira, 11 de Fevereiro, memória de Nossa Senhora de Lourdes. Ocasião para “reflectir, rezar e incrementar a sensibilidade das comunidades eclesiais e da sociedade civil para com os irmãos e irmãs doentes”. Este ano o tema desta Jornada é tirado da primeira Carta de São Pedro: “Pelas suas chagas fomos curados”:

“Convido todos a contemplar Jesus, o Filho de Deus, o qual sofreu, morreu, mas ressuscitou. Deus opõe-se radicalmente à prepotência do mal. O Senhor preocupa-se com o homem em cada situação , partilha o sofrimento e abre o coração à esperança.

Exorto portanto todos os trabalhadores no campo da saúde a reconhecerem no doente não só um corpo marcado pela fragilidade, mas antes de tudo uma pessoa, , à qual dar toda a solidariedade e oferecer respostas adequadas e competentes”.

Neste contexto, Bento XVI recordou que decorria neste domingo, em Itália, “a Jornada da Vida”, fazendo votos de que todos se empenhem em fazer crescer a cultura da vida, para colocar no centro, em todas as circunstancias, o valor do ser humano”:

“Segundo a fé e a razão, a dignidade da pessoa não se pode reduzir às suas faculdades ou às capacidades que pode manifestar, e portanto não fica em causa quando a própria pessoa se encontra numa situação de fraqueza, invalidade, necessitando de ajuda”.


Foi depois da recitação do Angelus que Bento XVI referiu a “atenção” com que acompanha a situação que se vem vivendo no Egipto…

“Peço a deus que aquela Terra, abençoada pela presença da Sagrada Família, reencontre a tranquilidade e a pacífica convivência, no empenho partilhado a favor do bem comum”.

Presentes hoje, na Praça de São Pedro, delegações das Faculdades de Medicina e de Cirurgia das Universidades de Roma, acompanhadas pelo Cardeal Vigário, por ocasião do Congresso promovido pelos Departamentos de Ginecologia e Obstetrícia sobre o tema da assistência de saúde durante a gravidez, facto expressamente mencionado pelo Papa:

“Quando a investigação científica e tecnológica é guiada por autênticos valores éticos é possível encontrar soluções adequadas para acolher a vida nascente e promover a maternidade. Faço votos de que as novas gerações de agentes da saúde sejam portadores de uma renovada cultura da vida”.

(Fonte: site Rádio Vaticano)