Não é estranho que muitos cristãos – pausados e até solenes na vida social (não têm pressa), nas suas pouco activas actuações profissionais, na mesa e no descanso (também não têm pressa) – se sintam apressados e apressem o Sacerdote na sua ânsia de encurtar, de abreviar o tempo dedicado ao Santíssimo Sacrifício do Altar?
(São Josemaría Escrivá - Caminho, 530)
Toda a Trindade está presente no sacrifício do Altar. Por vontade do Pai, com a cooperação do Espírito Santo, o Filho oferece-Se em oblação redentora. Aprendamos a conhecer e a relacionar-nos com a Santíssima Trindade, Deus Uno e Trino, três pessoas divinas na unidade da sua substância, do seu amor e da sua acção eficaz e santificadora.
Logo a seguir ao lavabo, o sacerdote invoca: Recebei, ó Santíssima Trindade, esta oblação que Vos oferecemos em memória da Paixão, Ressurreição e Ascensão de Nosso Senhor Jesus Cristo. E, no final da Santa Missa, há outra oração de inflamada reverência ao Deus Uno e Trino: Placeat tibi, Sancta Trinitas, obsequium servitutis meae... agradável Vos, seja, ó Trindade Santíssima, o obséquio da minha vassalagem: fazei que por misericórdia este Sacrifício oferecido por mim, posto que indigno aos olhos da vossa Majestade, Vos seja aceitável, e que para mim e para todos aqueles por quem o ofereci, seja um sacrifício de perdão.
A Santa Missa – insisto – é acção divina, trinitária, não humana. O sacerdote que celebra serve o desígnio divino do Senhor pondo à sua disposição o seu corpo e a sua voz. Não age, porém, em nome próprio, mas in persona et in nomine Christi, na Pessoa de Cristo e em nome de Cristo.
O amor da Trindade pelos homens faz com que, da presença de Cristo na Eucaristia, nasçam para a Igreja e para a humanidade todas as graças. Este é o sacrifício que profetizou Malaquias: desde o nascer do sol até ao poente, o meu nome é grande entre as nações, e em todo o lugar se sacrifica e se oferece ao meu nome uma oblação pura. É o Sacrifício de Cristo, oferecido ao Pai com a cooperação do Espírito Santo, oblação de valor infinito, que eterniza em nós a Redenção, que os sacrifícios da Antiga Lei não conseguiam alcançar.
(São Josemaría Escrivá - Cristo que passa, 86)
Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
domingo, 6 de fevereiro de 2011
A misericórdia e a clemência de Deus
«Nosso Senhor tem cuidado contínuo dos passos dos Seus filhos, isto é, daqueles que possuem a caridade, fazendo-os caminhar diante d’Ele, estendendo-lhe a Sua mão nas dificuldades. Assim o declarou por Isaías: ‘Sou o teu Deus que te toma pela mão e te diz: Não temas, Eu te ajudarei’ (Is 41,13). De modo que, além de muito ânimo, devemos ter suma confiança em Deus e no Seu auxílio, pois se não faltamos à graça, Ele concluirá em nós a boa obra da nossa salvação, que começou»
(Tratado do amor de Deus, liv. 3, cap. 4 – São Francisco de Sales)
(Tratado do amor de Deus, liv. 3, cap. 4 – São Francisco de Sales)
Mozart Symphony No.5 K.22
Ton Koopman (Conductor)
Amsterdam Baroque Orchestra
Tokyo Metropolitan Art Space May 20, 1991
Papa reza pela "convivência pacífica" no Egipto, num "empenho partilhado a favor do bem comum": Bento XVI ao Angelus, neste domingo
O Papa segue com atenção a “delicada situação” com que se confronta a “cara nação egípcia” e pede a Deus que “reencontre a tranquilidade e a convivência pacífica, no empenho partilhado a favor do bem comum”. Declarou-o o próprio Bento XVI neste domingo, ao meio-dia, depois da recitação do Angelus, da janela dos seus aposentos.
Na breve catequese antes das Ave-Marias, o Papa evocou o Evangelho deste domingo - “sal da terra” e “luz do mundo”, pondo-o em comparação com a primeira leitura, do Livro de Isaías, que refere a “luz” que iluminará aquele que abrir o seu coração ao faminto e ao aflito:
“A sapiência resume em si os efeitos benéficos do sal e da luz: os discípulos do Senhor estão chamados a dar ao mundo um novo sabor, preservando-o da corrupção, com a sapiência de Deus, que resplende plenamente no rosto do Filho, porque é Ele a luz que ilumine todos os homens”.
Bento XVI recordou o Dia Mundial do Doente, que se celebra na próxima sexta-feira, 11 de Fevereiro, memória de Nossa Senhora de Lourdes. Ocasião para “reflectir, rezar e incrementar a sensibilidade das comunidades eclesiais e da sociedade civil para com os irmãos e irmãs doentes”. Este ano o tema desta Jornada é tirado da primeira Carta de São Pedro: “Pelas suas chagas fomos curados”:
“Convido todos a contemplar Jesus, o Filho de Deus, o qual sofreu, morreu, mas ressuscitou. Deus opõe-se radicalmente à prepotência do mal. O Senhor preocupa-se com o homem em cada situação , partilha o sofrimento e abre o coração à esperança.
Exorto portanto todos os trabalhadores no campo da saúde a reconhecerem no doente não só um corpo marcado pela fragilidade, mas antes de tudo uma pessoa, , à qual dar toda a solidariedade e oferecer respostas adequadas e competentes”.
Neste contexto, Bento XVI recordou que decorria neste domingo, em Itália, “a Jornada da Vida”, fazendo votos de que todos se empenhem em fazer crescer a cultura da vida, para colocar no centro, em todas as circunstancias, o valor do ser humano”:
“Segundo a fé e a razão, a dignidade da pessoa não se pode reduzir às suas faculdades ou às capacidades que pode manifestar, e portanto não fica em causa quando a própria pessoa se encontra numa situação de fraqueza, invalidade, necessitando de ajuda”.
Foi depois da recitação do Angelus que Bento XVI referiu a “atenção” com que acompanha a situação que se vem vivendo no Egipto…
“Peço a deus que aquela Terra, abençoada pela presença da Sagrada Família, reencontre a tranquilidade e a pacífica convivência, no empenho partilhado a favor do bem comum”.
Presentes hoje, na Praça de São Pedro, delegações das Faculdades de Medicina e de Cirurgia das Universidades de Roma, acompanhadas pelo Cardeal Vigário, por ocasião do Congresso promovido pelos Departamentos de Ginecologia e Obstetrícia sobre o tema da assistência de saúde durante a gravidez, facto expressamente mencionado pelo Papa:
“Quando a investigação científica e tecnológica é guiada por autênticos valores éticos é possível encontrar soluções adequadas para acolher a vida nascente e promover a maternidade. Faço votos de que as novas gerações de agentes da saúde sejam portadores de uma renovada cultura da vida”.
(Fonte: site Rádio Vaticano)
Na breve catequese antes das Ave-Marias, o Papa evocou o Evangelho deste domingo - “sal da terra” e “luz do mundo”, pondo-o em comparação com a primeira leitura, do Livro de Isaías, que refere a “luz” que iluminará aquele que abrir o seu coração ao faminto e ao aflito:
“A sapiência resume em si os efeitos benéficos do sal e da luz: os discípulos do Senhor estão chamados a dar ao mundo um novo sabor, preservando-o da corrupção, com a sapiência de Deus, que resplende plenamente no rosto do Filho, porque é Ele a luz que ilumine todos os homens”.
Bento XVI recordou o Dia Mundial do Doente, que se celebra na próxima sexta-feira, 11 de Fevereiro, memória de Nossa Senhora de Lourdes. Ocasião para “reflectir, rezar e incrementar a sensibilidade das comunidades eclesiais e da sociedade civil para com os irmãos e irmãs doentes”. Este ano o tema desta Jornada é tirado da primeira Carta de São Pedro: “Pelas suas chagas fomos curados”:
“Convido todos a contemplar Jesus, o Filho de Deus, o qual sofreu, morreu, mas ressuscitou. Deus opõe-se radicalmente à prepotência do mal. O Senhor preocupa-se com o homem em cada situação , partilha o sofrimento e abre o coração à esperança.
Exorto portanto todos os trabalhadores no campo da saúde a reconhecerem no doente não só um corpo marcado pela fragilidade, mas antes de tudo uma pessoa, , à qual dar toda a solidariedade e oferecer respostas adequadas e competentes”.
Neste contexto, Bento XVI recordou que decorria neste domingo, em Itália, “a Jornada da Vida”, fazendo votos de que todos se empenhem em fazer crescer a cultura da vida, para colocar no centro, em todas as circunstancias, o valor do ser humano”:
“Segundo a fé e a razão, a dignidade da pessoa não se pode reduzir às suas faculdades ou às capacidades que pode manifestar, e portanto não fica em causa quando a própria pessoa se encontra numa situação de fraqueza, invalidade, necessitando de ajuda”.
Foi depois da recitação do Angelus que Bento XVI referiu a “atenção” com que acompanha a situação que se vem vivendo no Egipto…
“Peço a deus que aquela Terra, abençoada pela presença da Sagrada Família, reencontre a tranquilidade e a pacífica convivência, no empenho partilhado a favor do bem comum”.
Presentes hoje, na Praça de São Pedro, delegações das Faculdades de Medicina e de Cirurgia das Universidades de Roma, acompanhadas pelo Cardeal Vigário, por ocasião do Congresso promovido pelos Departamentos de Ginecologia e Obstetrícia sobre o tema da assistência de saúde durante a gravidez, facto expressamente mencionado pelo Papa:
“Quando a investigação científica e tecnológica é guiada por autênticos valores éticos é possível encontrar soluções adequadas para acolher a vida nascente e promover a maternidade. Faço votos de que as novas gerações de agentes da saúde sejam portadores de uma renovada cultura da vida”.
(Fonte: site Rádio Vaticano)
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