Escreve: “Faz tudo desinteressadamente, por puro amor, como se não houvesse prémio nem castigo. – Mas fomenta no teu coração a gloriosa esperança do Céu”.
(Fonte: site de S. Josemaría Escrivá http://www.pt.josemariaescriva.info/)
Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Nossa Senhora do Cabo
Nossa Senhora do Cabo (ou Notre Dame du Cap), no Quebec, é o Santuário Mariano mais antigo do Canadá. Em 1652 os jesuítas instalaram aqui uma missão e 9 anos mais tarde foi criada a paróquia de Cabo da Madalena. E em seguida, uma confraria do Rosário foi fundada nesta paróquia. A Capela construída em 1720 - a mais antiga que ainda existe no Canadá - transformar-se-á no final do século XIX no Santuário de Nossa Senhora do Cabo. É neste tempo que Maria visitou os habitantes do Quebec.
Em 1854, o ano da proclamação do Dogma da Imaculada Conceição, um paroquiano deu de presente uma estátua de Maria à Igreja. Alguns anos depois dois milagres fortaleceram esta devoção mariana. Por volta de 1870 a igreja fundada em 1720 era muito pequena para abrigar todos os fiéis e decidiu-se a construção de um novo lugar de culto. Em 1879 as pedras para a construção da nova igreja estavam prontas do outro lado do rio. Porém como o Inverno tinha sido mais suave, e a água não havia congelado, e as pedras não podiam ser transportadas ao seu destino.
Sob a direcção do sacerdote Luc Désilets foi feita uma oração. E em 16 de Março formou-se uma passagem de gelo entre as duas margens do rio, que tinha quase 2 quilómetros de distância. Para os paroquianos é “a ponte do Rosário”. Maria interveio para que a pequena igreja não fosse destruída. É neste lugar onde Maria realizou um segundo milagre. Em 22 de Junho de1888 a pequena igreja dedicada a Maria transformou-se no Santuário de Nossa Senhora do Santo Rosário e a estátua presenteada em 1854 foi colocada em cima do altar-mor.
Na noite, diante de três testemunhas: o sacerdote Déslilets, Frédéric Jansoone e Pierre Lacroix, a estátua de Maria abriu os olhos. O padre Jansoone descreveu este acontecimento excepcional: “A estátua da Virgem, que tem o olhar completamente para baixo, tinha os olhos bem abertos; o olhar da Virgem era fixo (...) O olhar da Virgem era a de uma pessoa viva, e tinha uma expressão severa, misturada com tristeza”. O povo do Canadá não se equivoca e as peregrinações começaram. Em 1904 o Papa Pio X enviou uma delegação para coroar a Virgem, a segunda estátua do novo mundo que recebeu esta honra depois de Nossa Senhora de Guadalupe. Maria tornou-se na Rainha do Canadá, a Virgem nacional dos canadianos! Finalmente as palavras do Padre Frederic Jansoone, durante a inauguração do Santuário em 1888, serão proféticas: “Desde então, este Santuário é de Maria. E vêm peregrinos de todas as famílias da paróquia, fiéis de toda a diocese e de todas as dioceses do Canadá”.
http://www.sanctuaire-ndc.ca
(Fonte: H2O News com edição de JPR)
Comentário ao Evangelho do dia feito por:
São João Crisóstomo (c. 345-407), presbítero em Antioquia depois Bispo de Constantinopla, Doutor da Igreja
Homilias sobre S. Mateus, nº 44; p. 57, 467 (a partir da trad. Orval)
«Quem tem ouvidos para ouvir, oiça!»
Na parábola do semeador, Cristo mostra-nos que a Sua palavra se dirige a todos indistintamente. Com efeito, tal como o semeador da parábola não faz qualquer distinção entre os terrenos, mas semeia em todas as direcções, também o Senhor não distingue entre o rico e o pobre, o sábio e o tolo, o negligente e o aplicado, o corajoso e o cobarde, mas dirige-Se a todos e, apesar de conhecer o porvir, pelo Seu lado empenha-se totalmente, de modo a poder dizer: «Que devia eu fazer que não tenha feito?» (Is 5, 4). [...]
Além disso, o Senhor diz este parábola para encorajar os Seus discípulos e educá-los a não se deixarem abater mesmo se os que acolhem a palavra são menos numerosos do que os que a desperdiçam. Era assim para o próprio Mestre que, apesar do Seu conhecimento do futuro, não cessava de espalhar a semente.
Mas, dirás tu, que benefício havia em espalhá-la nos espinheiros, nas pedras ou no caminho? No caso de se tratar de uma semente e de uma terra materiais, isso não faria sentido; mas quando se trata de almas e da Palavra, a coisa é inteiramente digna de elogios. Reprovar-se-ia com razão um agricultor que agisse assim; a pedra não pode tornar-se terra, o caminho não pode deixar de ser um caminho e os espinhos não podem deixar de ser espinhos. Mas no domínio espiritual não é do mesmo modo: a pedra pode tornar-se uma terra fértil, o caminho não mais ser pisado pelos caminhantes e tornar-se um campo fecundo, os espinhos podem ser arrancados e permitirem à semente frutificar livremente. Se isso não fosse possível, o semeador não teria espalhado a Sua semente como o fez.
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
Homilias sobre S. Mateus, nº 44; p. 57, 467 (a partir da trad. Orval)
«Quem tem ouvidos para ouvir, oiça!»
Na parábola do semeador, Cristo mostra-nos que a Sua palavra se dirige a todos indistintamente. Com efeito, tal como o semeador da parábola não faz qualquer distinção entre os terrenos, mas semeia em todas as direcções, também o Senhor não distingue entre o rico e o pobre, o sábio e o tolo, o negligente e o aplicado, o corajoso e o cobarde, mas dirige-Se a todos e, apesar de conhecer o porvir, pelo Seu lado empenha-se totalmente, de modo a poder dizer: «Que devia eu fazer que não tenha feito?» (Is 5, 4). [...]
Além disso, o Senhor diz este parábola para encorajar os Seus discípulos e educá-los a não se deixarem abater mesmo se os que acolhem a palavra são menos numerosos do que os que a desperdiçam. Era assim para o próprio Mestre que, apesar do Seu conhecimento do futuro, não cessava de espalhar a semente.
Mas, dirás tu, que benefício havia em espalhá-la nos espinheiros, nas pedras ou no caminho? No caso de se tratar de uma semente e de uma terra materiais, isso não faria sentido; mas quando se trata de almas e da Palavra, a coisa é inteiramente digna de elogios. Reprovar-se-ia com razão um agricultor que agisse assim; a pedra não pode tornar-se terra, o caminho não pode deixar de ser um caminho e os espinhos não podem deixar de ser espinhos. Mas no domínio espiritual não é do mesmo modo: a pedra pode tornar-se uma terra fértil, o caminho não mais ser pisado pelos caminhantes e tornar-se um campo fecundo, os espinhos podem ser arrancados e permitirem à semente frutificar livremente. Se isso não fosse possível, o semeador não teria espalhado a Sua semente como o fez.
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
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