Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

terça-feira, 4 de agosto de 2009

No dia do Cura d'Ars, carta do Card. Hummes, Prefeito da Congregação para o Clero, aos padres de todo o mundo

Jesus disse: “Eu não vim para julgar o mundo, mas para salvá-lo” (Jo 12,47)

Caros Presbíteros,

A actual cultura ocidental dominante, sempre mais difundida em todo o mundo, através da média global e da mobilidade humana, também nos países de outras culturas, apresenta novos desafios, bem exigentes, para a evangelização. Trata-se de uma cultura marcada profundamente por um relativismo que recusa qualquer afirmação de uma verdade absoluta e transcendente e, em consequência, arruína os fundamentos da moral e se fecha à religião. Perde-se assim a paixão pela verdade, relegada a uma “paixão inútil”. Jesus Cristo, no entanto, apresenta-se como a Verdade, o Logos universal, a Razão que ilumina e explica tudo o que existe. O relativismo, ademais, vem acompanhado de um subjectivismo individualista, que põe no centro de tudo o próprio ego. Por fim, chega-se ao niilismo, segundo o qual não há nada nem ninguém pelo qual vale a pena investir a própria inteira vida e, portanto, a vida humana carece de um verdadeiro sentido. Todavia, é preciso reconhecer que a actual cultura dominante, pós-moderna, traz consigo um grande e verdadeiro progresso científico e tecnológico, que fascina o ser humano, principalmente os jovens. O uso deste progresso, infelizmente, não tem sempre como escopo principal o bem do homem e de todos os homens. Falta-lhe um humanismo integral, capaz de dar-lhe seu verdadeiro sentido e finalidade. Poderíamos referir-nos ainda a outros aspectos dessa cultura: consumismo, libertinagem, cultura do espectáculo e do corpo. Não se pode, porém, não frisar que tudo isso produz um laicismo, que não quer a religião, faz de tudo para enfraquecê-la ou, ao menos, relegá-la à vida particular das pessoas.

Essa cultura produz uma descristianização, por demais visível, na maioria dos países cristãos, especialmente no Ocidente. O número das vocações sacerdotais caiu. Diminuiu também o número dos presbíteros, seja pela falta de vocações seja pelo influxo do ambiente cultural em que vivem. Tais circunstâncias poderiam conduzir-nos à tentação de um pessimismo desencorajante, que condena o mundo actual, e induzir-nos à retirada para a defensiva, nas trincheiras da resistência.

Jesus Cristo, pelo contrário, afirma: “Eu não vim para julgar o mundo, mas para salvá-lo” (Jo 12,47). Não podemos nem desencorajar-nos nem ter medo da sociedade actual nem simplesmente condená-la. É preciso salvá-la! Cada cultura humana, também a actual, pode ser evangelizada. Em cada cultura há “sementes do Verbo”, como aberturas para o Evangelho. Certamente, também na nossa actual cultura. Sem dúvida, também os assim chamados “pós-cristãos” poderiam ser tocados e reabrir-se, caso fossem levados a um verdadeiro encontro pessoal e comunitário com a pessoa de Jesus Cristo vivo. Em tal encontro, cada pessoa humana de boa vontade pode, por Ele, ser alcançada. Ele ama a todos e bate à porta de todos, porque quer salvar a todos, sem excepção. Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida, para todos. É o único mediador entre Deus e os homens.

Caríssimos Presbíteros, nós, pastores, nos tempos de hoje, somos chamados com urgência à missão, seja “ad gentes”, seja nas regiões dos países cristãos, onde tantos baptizados afastaram-se da participação em nossas comunidades ou, até mesmo, perderam a fé. Não podemos ter medo nem permanecer quietos em casa. O Senhor disse a seus discípulos: “Por que tendes medo, homens fracos na fé?” (Mt 8, 26). “Não se acende uma lâmpada e se coloca debaixo do alqueire, mas no candeeiro, para que ilumine a todos os que estão na casa” (5,15). “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura” (Mc 16,15). “Eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” (Mt 28,20).Não lançaremos a semente da Palavra de Deus apenas da janela de nossa casa paroquial, mas sairemos ao campo aberto da nossa sociedade, a começar pelos pobres, para chegar também a todas as camadas e instituições sociais. Iremos visitar as famílias, todas as pessoas, principalmente os baptizados que se afastaram. Nosso povo quer sentir a proximidade da sua Igreja. Fá-lo-emo, indo à nossa sociedade com alegria e entusiasmo, certos da presença do Senhor connosco na missão e certos de que Ele baterá à porta dos corações aos quais O anunciarmos.

Cardeal Cláudio Hummes
Arcebispo Emérito de São Paulo
Prefeito da Congregação para o Clero

Nova igreja dedicada a S. Josemaría no México de arquitectura arrojada, mas lindíssima na modesta opinião de JPR


O Prelado do Opus Dei, D. Javier Echevarría, fez recentemente uma viagem ao México onde teve oportunidade de participar na dedicação da nova Igreja de Josemaría (Cidade do México).

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Civilização da economia

Do seu recíproco confronto no mercado, pode-se esperar uma espécie de hibridização dos comportamentos de empresa e, consequentemente, uma atenção sensível à civilização da economia. Neste caso, caridade na verdade significa que é preciso dar forma e organização àquelas iniciativas económicas que, embora sem negar o lucro, pretendam ir mais além da lógica da troca de equivalentes e do lucro como fim em si mesmo.

Caritas in veritate [III – 38 (a)] – Bento XVI

São Paulo não se despede de Roma


Concluiu-se o Ano Paulino, mas as celebrações e as comemorações da vida e da obra de São Paulo continuam. É o caso da exposição que celebra o encerramento do bimilenário de seu nascimento nos Museus do Vaticano, de 26 de Junho a 27 de Setembro, intitulada: "São Paulo no Vaticano: a figura e a palavra do Apóstolo dos gentios nas colecções pontifícias".

Esta exposição conta quatro secções, e cada uma mostra um aspecto do carácter de Paulo e convida a redescobrir a figura do santo através das obras de arte mantidas no Vaticano ou em instituições culturais da Santa Sé.

Estão expostas aproximadamente 150 obras, entre as quais se encontram sarcófagos de mármore, pinturas, gravuras, medalhas, anéis, discos de bronze, moedas, documentos referentes à época ou à vida e às próprias raízes do Apóstolo dos gentios em Roma.

A exposição nasceu de uma ideia do professor Antonio Paolucci, director dos Museus do Vaticano e de D. Gianfranco Ravasi, Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura. E foi inaugurada contemporaneamente com o fim da restauração da Capela Paulina de Michelangelo, dos Palácios Apostólicos.


(Fonte: H2O News com adaptação de JPR)

S. Josemaría Escrivá nesta data em 1940

Encontra-se em León pregando um retiro a sacerdotes. Daí, escreve uma carta aos fiéis do Opus Dei que estão em Madrid: “Tenho, neste retiro, cento e vinte sacerdotes. Muito trabalho, como são admiráveis, mal se nota o cansaço”.

(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=2080 )