Abster-me só ajudaria a engodar as percentagens dos partidos que defendem o relativismo, uns de uma forma mais clara, outros mais camuflada, e se em quem eu votar não for eleito, pelo menos não contribuí para a eleição dos neo-nazis pro-aborto, defensores de políticas contra a família e a legalização em pseudo-casamento das uniões entre homossexuais e dos que se dizem católicos, mas que não respeitam nem praticam a Doutrina, o Catecismo da Igreja Católica e os ensinamentos dos Santos Padres, incluindo o actual Papa Bento XVI, que quis o Divino Espírito Santo, no Sua infinita bondade, oferecer-nos como Sumo Pontífice em Abril de 2005.
Assim sendo, optei por uma personalidade que deu a cara pela Vida na campanha do refendo do aborto, na esperança que as sondagens se revelem enganadas e de a ver eleita e a defender valores iguais aos por mim professados num fórum de dimensão europeia, mas se tal não suceder, o meu voto nunca será um desperdício, porque não só a minha consciência sentir-se-á tranquila, mas sobretudo porque estou plenamente convicto que fui fiel ao Senhor.
O meu voto irá consequentemente para a Laurinda Alves que é cabeça de lista do MEP – Movimento Esperança Portugal.
“Não devemos de forma alguma preocupar-nos com o que diz a maioria, mas apenas com a opinião dos que têm conhecimento do justo e do injusto, e com a própria verdade” – Platão em Critão
(JPR)
Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
quinta-feira, 4 de junho de 2009
S. Josemaría Escrivá nesta data em 1930
“Simplesmente cristãos. Massa a fermentar. O que é próprio de nós é o corrente, com naturalidade. Meio: o trabalho profissional. Todos santos! Entrega silenciosa”, escreve em 1930.
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=2716 )
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=2716 )
Santa Sé pede igual acesso aos cuidados de saúde
A desigualdade no acesso à saúde esteve no centro do discurso que D. Zygmunt Zimowski, presidente do Conselho Pontifício para a Pastoral da Saúde proferiu na 62ª Assembleia da Organização Mundial da Saúde.
Alertou para a redução e, em certos casos, o cancelamento, de programas de assistência aos sistemas de saúde dos países mais pobres.
D. Zygmunt ressaltou a importância da ajuda das organizações de inspiração religiosa e administradas pela Igreja na assistência às pessoas que vivem na pobreza.
"Tais instituições já sofrem profundamente os efeitos da actual crise económica, pois não têm acesso a verbas governamentais ou internacionais". O Arcebispo frisou que o trabalho desta organizações religiosas é conduzido por valores de dignidade da vida humana, "princípios adoptados pela Assembleia da OMS, como a equidade, a solidariedade, a justiça social e o acesso universal aos serviços".
O arcebispo recordou que o grande desafio a alcançar, na área da saúde, é a igualdade. D. Zygmunt pediu que seja aprovada a proposta que visa desenvolver e alcançar estratégias para melhorar a saúde pública, especialmente no que diz respeito às injustiças existentes. Milhões de crianças em todo o mundo não se desenvolvem no seu potencial por falta de acesso à saúde.
(Fonte: site Radio Vaticana)
Alertou para a redução e, em certos casos, o cancelamento, de programas de assistência aos sistemas de saúde dos países mais pobres.
D. Zygmunt ressaltou a importância da ajuda das organizações de inspiração religiosa e administradas pela Igreja na assistência às pessoas que vivem na pobreza.
"Tais instituições já sofrem profundamente os efeitos da actual crise económica, pois não têm acesso a verbas governamentais ou internacionais". O Arcebispo frisou que o trabalho desta organizações religiosas é conduzido por valores de dignidade da vida humana, "princípios adoptados pela Assembleia da OMS, como a equidade, a solidariedade, a justiça social e o acesso universal aos serviços".
O arcebispo recordou que o grande desafio a alcançar, na área da saúde, é a igualdade. D. Zygmunt pediu que seja aprovada a proposta que visa desenvolver e alcançar estratégias para melhorar a saúde pública, especialmente no que diz respeito às injustiças existentes. Milhões de crianças em todo o mundo não se desenvolvem no seu potencial por falta de acesso à saúde.
(Fonte: site Radio Vaticana)
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