Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sábado, 21 de fevereiro de 2009

«Continua a ser fundamental este encontro pessoal com o Senhor, alimentado pela escuta da sua Palavra e a participação na Eucaristia» Bento XVI

“Para que haja presbíteros segundo o coração de Cristo, há que pôr a confiança na acção do Espírito Santo, mais do que em estratégias e cálculos humanos, e pedir com grande fé ao Senhor, o dono da messe, que envie numerosas e santas vocações ao sacerdócio”: palavras de Bento XVI recebendo nesta sexta-feira, no Vaticano, os quarenta participantes na assembleia plenária da Comissão Pontifícia para a América Latina, que analisou nestes dias em Roma “a situação actual da formação sacerdotal nos Seminários” desta região centro e sul do continente americano.

O Papa recordou os cinquenta anos desta Comissão, criada por Pio XII em 1958, “para intensificar e coordenar mais estreitamente a obra desenvolvida a favor da Igreja na América Latina, perante a escassez de padres e missionários. Uma instituição que João Paulo II reavivou e potenciou, “com o fim de ressaltar a especial solicitude pastoral do Sucessor de Pedro pelas Igrejas que peregrinam naquelas queridas terras”.

Referindo os muitos encontros tidos, no ano passado, por ocasião das visitas “ad limina”, com bispos latino-americanos, Bento XVI congratulou-se com o facto de ter assim podido “conhecer mais de perto as esperanças e dificuldades do seu ministério apostólicos” e prometeu a todos acompanhar com a sua oração.

Evocada também a sua estadia em Aparecida, em 2006, por ocasião da Assembleia-geral de todo o episcopado da América Latina, reafirmando a opção então feita, de dar a prioridade ao encontro com Jesus Cristo e o seu Evangelho, pois “só assim se suscitam as forças que nos tornam capazes de dar a resposta apropriada aos desafios do nosso tempo. Continua a ser fundamental este encontro pessoal com o Senhor, alimentado pela escuta da sua Palavra e a participação na Eucaristia, assim como a necessidade de transmitir com grande entusiasmo a nossa própria experiência de Cristo. Os Bispos, sucessores dos Apóstolos, somos os primeiros que temos que manter sempre viva a chamada gratuita e amorosa do Senhor, como a que Ele dirigiu aos primeiros discípulos. Como eles, também nós fomos escolhidos para estar com Ele, acolher a sua Palavra e receber a sua força, e viver assim como eles, anunciando a todas as gentes a Boa Nova do Reino de Deus”.

Referindo-se expressamente ao tema desta assembleia, o Papa observou que as “recomendações pastorais” por ela formuladas “hão-de ser um ponto de referência imprescindível para iluminar a acção dos Bispo da América Latina e Caraíbas, neste delicado campo da formação sacerdotal”.

“Hoje mais do que nunca, é preciso que os seminaristas, com recta intenção e à margem de qualquer outro interesse, aspirem ao sacerdócio movidos unicamente pela vontade de ser autênticos discípulos e missionários de Jesus Cristo que, em comunhão com os seus Bispos, o tornam presente como seu ministério e o seu testemunho de vida”

(Fonte: site Radio Vaticana)

Somos todos chamados a ter Alma Sacerdotal

«De todos os regenerados em Cristo, o sinal da cruz faz reis, a unção do Espírito Santo consagra sacerdotes, para que, independentemente do serviço particular do nosso ministério, todos os cristãos espirituais no uso da razão se reconheçam membros desta estirpe real e participantes da função sacerdotal. De facto, que há de tão real para uma alma como governar o seu corpo na submissão a Deus? E que há de tão sacerdotal como oferecer ao Senhor uma consciência pura, imolando no altar do seu coração as vítimas sem mancha da piedade?»


(Sermão 4, 1 - São Leão Magno)

Bach - Magnificat, Es-dur BWV 243a / 2ª parte - Maestro Ton Koopman

O Evangelho do dia 21 de Fevereiro de 2009

São Marcos 9, 2-13

Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João e subiu só com eles para um lugar retirado num alto monte e transfigurou-Se diante deles.

As suas vestes tornaram-se resplandecentes, de tal brancura que nenhum lavandeiro sobre a terra as poderia assim branquear.

Apareceram-lhes Moisés e Elias, conversando com Jesus.

Pedro tomou a palavra e disse a Jesus:

«Mestre, como é bom estarmos aqui! Façamos três tendas: uma para Ti, outra para Moisés, outra para Elias».

Não sabia o que dizia, pois estavam atemorizados.

Veio então uma nuvem que os cobriu com a sua sombra e da nuvem fez-se ouvir uma voz: «Este é o meu Filho muito amado: escutai-O».

De repente, olhando em redor, não viram mais ninguém, a não ser Jesus, sozinho com eles.

Ao descerem do monte, Jesus ordenou-lhes que não contassem a ninguém o que tinham visto, enquanto o Filho do homem não ressuscitasse dos mortos. Eles guardaram a recomendação, mas discutiam entre si o que seria ressuscitar dos mortos. E perguntaram a Jesus:

«Porque dizem os escribas que primeiro tem de vir Elias?»

Jesus respondeu-lhes:

«É certo que Elias vem primeiro para restaurar todas as coisas.

«Mas então como é que está escrito, a respeito do Filho do homem, que tem de sofrer muito e ser desprezado?

«Pois bem. Eu vos digo que Elias já veio; e fizeram-lhe tudo o que quiseram, como está escrito a respeito dele».

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Presidente da AIS condena «ataques injustificados» contra Bento XVI

O presidente internacional da organização católica “Ajuda à Igreja que Sofre” (AIS) convidou os fiéis de todo o mundo a fazerem do próximo Domingo um dia de “oração fervorosa” pelo Papa, considerando que Bento XVI “tem sido alvo de ataques injustificados”.

No próximo dia 22, lembra o Pe. Joaquín Alliende, celebra-se na Igreja a festa litúrgica da “Cátedra de São Pedro”, que comemora “a missão particular confiada por Cristo ao primeiro Bispo de Roma”.

Segundo este responsável, vivemos neste momento “uma tentativa de enfraquecer uma personalidade moral intocável, um dos maiores faróis de esperança para as novas gerações”.

“No meio desta gritaria, a personalidade histórica de Bento XVI emerge incólume, como se encarnasse a racionalidade, sabedoria lúcida e bondade acolhedora. É por isso que muitos jovens vêem nele um reflexo actual do Bom Pastor”, assinala.

Sem se referir directamente às recentes polémicas em torno das posições negacionistas do Holocausto de um Bispo lefebvriano a quem o Papa levantou a excomunhão, o Pe. Alliende assinala que “muitos manipularam as informações” e “outros menosprezaram frivolamente valiosos fundamentos da nossa tradição humanista”.

“Esta forma indigna de lidar com a verdade deteriora gravemente o diálogo entre a sociedade civil e as grandes religiões. É sinal de decadência cultural. Assiste-se a um ressurgimento de antigos preconceitos e instintos primitivos”, aponta.

Em conclusão, o sacerdote chileno repete o apelo à oração por Bento XVI “como testemunha profética do Evangelho de Jesus e como guia para uma humanidade que tanto necessita e almeja a paz”.

Internacional Octávio Carmo 20/02/2009 12:30 1630 Caracteres 69 Fundação AIS

(Fonte: site Agência Ecclesia)