Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Culpa nossa

34 anos depois, a nossa democracia continua débil, não por culpa dos partidos políticos ou dos governantes, mas por culpa de todos nós, ou seja, da chamada sociedade civil.

É fácil atribuir culpas à oposição ou à classe política por tudo o que de mal acontece no país, mas a verdade é que sem uma sociedade civil devidamente esclarecida e organizada há coisas que nunca se endireitam.

Só num país em que o cidadão não tem de facto nenhum poder, é possível que a EDP diga aos clientes cumpridores que passam a pagar a factura dos que não pagam.

É esta, seguramente, também a razão porque se multiplicam casos de irresponsabilidade e mau uso dos dinheiros públicos, como o da “Águas de Portugal”, cuja administração assumiu, sem que isso tenha consequências, que um ex-administrador, que por acaso agora até é ministro, fez um negócio ruinoso para a empresa com o dinheiro de todos nós.

A tudo isto se junta, é claro, a ineficácia da justiça, que permite que em Portugal quem tem poder não tenha nada a temer.

Em tudo isto haverá muitas responsabilidades a atribuir aos políticos, mas uma democracia madura sabe defender-se com a iniciativa de todos.

Afinal, não terá sido por acaso que no 25 de Abril se ouviu o celebra slogan “o povo é quem mais ordena”. Em democracia pode ser assim, mas temos que abandonar a velha ideia do Estado paternalista de outros tempos.

Raquel Abecasis

(Fonte: site RR)

O verdadeiro crente

«Um crente que se deixa formar e conduzir na fé da Igreja deveria ser, com todas as suas fraquezas e todas as suas dificuldades, uma janela para a luz de Deus vivo, e se verdadeiramente o crê também o é de facto. Contra as forças que sufocam a verdade, contra este muro de preconceitos que em nós bloqueia o olhar para Deus, o crente deveria ser uma força antagonista.»

(Olhar para Cristo – Joseph Ratzinger)

Álvaro del Portillo – Bom e fiel servidor (espanhol)

7 de Julho de 1935 – data de entrada do estudante de engenharia Álvaro del Portillo no Opus Dei

«… completa-se outro aniversário do dia em que D. Álvaro respondeu ao Senhor: “Aqui estou!”. Uma atitude que renovava com frequência, cheio de gratidão para com o nosso Deus que, como com todos, não cessava de ir ao seu encontro. Falou-nos muitas vezes de fidelidade: era o que trazia na alma. Aprendamos»

(Carta de Julho de 2008 do Prelado do Opus Dei - D. Javier Echevarría – citação a partir do site brasileiro)

domingo, 6 de julho de 2008

Angelus – Castelgandolfo

(06/07/2008 12.42.51)
A uma semana da sua partida para a Austrália, para participar na Jornada Mundial da Juventude, neste domingo ao meio-dia, em Castelgandolfo, por ocasião do Angelus, Bento XVI evocou como “um renovado Pentecostes” este importante acontecimento eclesial e pediu orações por essa intenção. Em vésperas do Encontro dos chefes de estado e de governo dos países membros do G8, no Japão, o Santo Padre fez um apelo a que predomine o sentido de solidariedade e se contribua para tomar medidas que relancem um processo équo de desenvolvimento integral.

É já sábado próximo que o Papa partirá, se Deus quiser, com destino a Sydney, para onde a partir de agora irão convergindo jovens provenientes dos diversos continentes para participarem na XXIII Jornada Mundial da Juventude. Uma iniciativa a que nenhum cristão deve ficar indiferente:

“Convido toda a Igreja a sentir-se participante desta nova etapa da grande peregrinação juvenil através do mundo, iniciada em 1985 pelo Servo de Deus João Paulo II.A próxima Jornada Mundial da Juventude preanuncia-se como um renovado Pentecostes: desde há um ano que as comunidades cristãs se preparam seguindo as indicações contidas na Mensagem sobre o tema Tereis a força do Espírito Santo, que descerá sobre vós e ser-me-eis testemunhas.”

“É a promessa que Jesus fez aos seus discípulos depois da ressurreição, e que permanece sempre válida e actual na Igreja (observou o Papa): é o Espírito Santo, desejado e acolhido na oração, que infunde nos crentes a capacidade de serem testemunhas de Jesus e do seu Evangelho”.

“Estou certo de que de todos os cantos da terra os católicos se unirão a mim e aos jovens congregados, como num Cenáculo, em Sydney, invocando intensamente o Espírito Santo, para que inunde os corações de luz interior, de amor a Deus e aos irmãos, da corajosa iniciativa de introduzir na variedade das línguas e das culturas a eterna mensagem de Jesus”

.A concluir a sua alocução antes da recitação do Angelus, Bento XVI confiou a Maria a sua viagem à Austrália e o Encontro dos Jovens, em Sydney. Neste primeiro domingo de Julho, o Papa invocou também a “intercessão de Maria para que o período estivo possa oferecer a todos a ocasião de um tempo de repouso e de restabelecimento físico e espiritual”.

Foi depois das Ave-Marias que Bento XVI recordou a Cimeira anual do G8, nesta segunda-feira, no Japão. O Papa referiu as “numerosas vozes” que se elevaram, nestes dias (nomeadamente das Conferências Episcopais dos países ali representados), para pedir que “se concretizem os compromissos assumidos nos anteriores encontros do G8 e se adoptem corajosamente todos as medidas necessárias para vencer os flagelos da pobreza extrema, da fome, das doenças, do analfabetismo, que afectam ainda grande parte da humanidade”…

“Uno-me também eu a este premente apelo à solidariedade! Dirijo-me pois aos participantes no encontro de Hokkarido-Toyako, para que coloquem no centro das suas deliberações as necessidades das populações mais débeis e mais pobres, cuja vulnerabilidade se acentua hoje em dia devido às especulações e às turbulências financeiras, com os seus efeitos perversos sobre os preços da alimentação e da energia. Faço votos de que generosidade e abertura de vistas ajudem a tomar decisões visando relançar um équo processo de desenvolvimento integral, que salvaguarde a dignidade humana”.

Presente neste domingo, no pátio interior do Palácio de Castelgandolfo, um grupo de crianças chinesas, que entoaram um canto em honra do Papa, oportunidade para Bento XVI dirigir uma saudação às crianças da China e não só:

“Amor, concórdia, harmonia e solidariedade são os valores que quereis promover na China e nos outros países do mundo. As crianças representam o futuro da família humana e são, portanto, chamados a título pleno a construir um mundo mais belo e mais humano. A vossa presença permite-se enviar votos de paz e de alegria a todos os outros meninos da China e do mundo”.

(Fonte: site Radio Vaticana)