Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

quinta-feira, 13 de março de 2008

Amar a Deus

Amo-te, Senhor, com uma consciência não vacilante, mas firme. Feriste o meu coração com a tua palavra, e eu amei-te. Mas eis que o céu, e a terra, e todas as coisas que neles existem me dizem a mim, por toda a parte, que Te ame, e não cessam de dizer a todos os homens, de tal modo que eles não têm desculpa.

(Confissões – Livro X, VI, 8 – Santo Agostinho)

Foi encontrado sem vida o corpo do Arcebispo iraquiano Paulos Faraj Rah

Recordando-me de S. Estevão, peço comovido e com humildade ao Senhor que o receba de braços abertos na Casa do Pai.

(JPR)

«Porque Cristo ressuscitado vencerá em nós, e a morte transformar-se-á em vida.»

(Cristo que passa, 101 - S. Josemaría Escrivá de Ballaguer)

A Família de Jesus

Ele respondeu-lhes:

«Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a Palavra de Deus e a põem em prática.»

(S. Lucas, 8, 21)

quarta-feira, 12 de março de 2008

Filiação Divina

O Senhor, que nesta Quaresma pede a nossa conversão, não é um dominador tirânico, nem um juiz rígido e implacável; é nosso Pai. Fala-nos dos nossos pecados, dos nossos erros, da nossa falta de generosidade, mas é para nos livrar deles e nos prometer a sua amizade e o seu amor. A consciência da nossa filiação divina dá alegria à nossa conversão; diz-nos que estamos a voltar à casa do Pai.

(Cristo que passa 64 excerto – S. Josemaría Escrivá de Balaguer)

segunda-feira, 10 de março de 2008

“Mística”

Na mística prevalece o primado da interioridade, a imposição absoluta da experiência espiritual. Isto implica que Deus é pura passividade em relação ao homem, e o conteúdo da religião só pode ser a imersão do homem em Deus. Não existe qualquer acção de Deus, antes somente a «mística» do homem, a via dos graus da unificação.
O caminho monoteísta parte de uma convicção contrária: é o homem passivo no qual Deus actua, o homem é aquele que por si nada pode; mas, em compensação, há uma acção de Deus, um chamamento de Deus, e assim é oferecida ao homem a salvação em obediência ao seu chamamento.

(Fé-Verdade-Tolerância: O Cristianismo e as Grandes Religiões – Joseph Ratzinger)