Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sexta-feira, 5 de novembro de 2021

Zacarias e Isabel, parentes de Nossa Senhora

Os santos Zacarias e Isabel representam todos os pobres e oprimidos, que têm em Deus a única esperança. Eles receberam a graça de Deus por terem sido abençoados com o dom da fertilidade. São os pais de João Baptista, o precursor de Jesus.

Zacarias é um nome bastante popular na Bíblia e significa “Deus lembrou”. Na sua passagem temos o milagre do poder divino que age na sua vida. Quando Zacarias foi informado de que seria pai, duvidou e imediatamente ficou mudo até o nascimento da criança. Quando João finalmente nasceu, Deus soltou-lhe a língua e Zacarias pôde bendizer a Deus. Em seguida, ficou cheio do Espírito Santo e profetizou num cântico de alegria no qual expressou toda a sua felicidade, louvor a Deus e confiança no Senhor.

Santa Isabel era parente de Maria. Concebeu na sua velhice e, maravilhada pela obra de Deus no seu coração, não se cansava de dizer: “Deus foi bom para mim. Agora já não tenho de que me envergonhar diante de ninguém. (Lucas 1,25)”

(Fonte: Evangelho Quotidiano)

quinta-feira, 4 de novembro de 2021

S. Carlos Borromeu, bispo, †1584

Era filho do Conde Gilberto Borromeo e de Margarete de Medici, irmã do Papa Pio IV (1559-1656), do qual era sobrinho. Carlos recebeu ótima formação humana e cristã, de forma que estudou na Universidade de Pavia e destacou-se pela facilidade de administrar e tratar as pessoas. Chamado a Roma pelo tio Papa, São Carlos mesmo antes de receber os Sacramentos da Ordem, aceitou a nomeação e responsabilidades de Cardeal e Arcebispo de Milão, num tempo em que a Igreja abria-se para sua renovação interna.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

S. Martinho de Porres (ou de Lima), religioso, †1639

Canonizado por João XXIII em 6 de maio de 1962, Martinho é uma figura de destaque no histórico da Igreja Católica. Nascido em Lima (Perú), a 9 de Dezembro de 1579, passou, em sua infância, pela falta de recursos que viessem a custear os seus estudos ou para a manutenção de sua própria alimentação.

Depois de ter estudado farmácia-ambulatório, aos quinze anos abandonou a sua vida mundana para bater às portas do convento dos Dominicanos. Recebido na ordem, a sua carreira eclesiástica cresceu rapidamente. S. Martinho exercia dentro da ordem as tarefas mais trabalhosas e repugnantes, e foi a partir daí que seu reconhecimento se deu. As autoridades do convento notaram o que realmente significava aquela alma para eles e ofereceram-lhe uma posição de destaque. A sua fama ultrapassou os muros e ganhou a devoção do povo, clemente de sua santidade. Morreu em 3 de dezembro de 1639, deixando uma legião de fiéis.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)

Fiat, adimpleátur...

O nosso Padre, quando o Senhor chamava à Sua presença alguma filha ou algum filho seu ainda jovem, protestava filialmente e sentia uma profunda dor, mas logo a seguir, aceitava a Vontade divina, que sabe o que realmente nos convém. E rezava: Fiat, adimpleátur..., faça-se cumpra-se, seja louvada e eternamente exaltada a justíssima e amabilíssima Vontade de Deus sobre todas as coisas! Amen. Amen [15]. E alcançava a paz.
Todos estes pensamentos devem sempre estar unidos à consideração de que a omnipotência de Deus nos devolverá a vida: vita mutátur, non tóllitur [16], a vida muda, não acaba. A segurança de nos sabermos perto de Deus, com todas as ajudas que, nesses momentos finais, a nossa Mãe Igreja nos dispensa, há de levar-nos a raciocinar assim: Senhor, eu acredito que ressuscitarei. Eu creio que o meu corpo se voltará a unir à minha alma, para reinar eternamente Contigo: pelos Teus méritos infinitos, por intercessão da Tua Mãe, pela predileção que tiveste comigo [17].
Filhas e filhos meus, esforcemo-nos por transmitir esta alegria e esta segurança da fé. Rezemos em cada dia pelas pessoas que irão render a alma ao Senhor, para que se abram à graça abundantíssima que Deus, por intercessão da Sua Mãe Santíssima, concede nesses momentos. E continuemos a rezar pela santidade de todas as famílias na Terra, para que as conclusões deste Sínodo nos animem a seguir com total fidelidade os desígnios de salvação que o Senhor inscreveu no próprio núcleo do casamento e da família.
Gostava que cada um meditasse na sabedoria da santa Igreja, que uniu a solenidade de Todos os Santos ao dia dedicado à comemoração de todos os fiéis defuntos, que é no dia seguinte: saboreai a alegria celestial que enche a liturgia deste mês e de todo o ano.

[15]. S. Josemaria, Forja, n. 769.
[16]. Missal Romano, Prefácio de defuntos I.
[17]. S. Josemaria, Notas de uma meditação, 13-XII-1948.
(D. Javier Echevarría na carta do mês de novembro de 2015)
© Prælatura Sanctæ Crucis et Operis Dei

terça-feira, 2 de novembro de 2021

Rezar pelos defuntos

É importante e necessário rezar pelos defuntos, pois, mesmo se mortos na graça e na amizade de Deus, talvez eles precisem ainda de uma última purificação para entrar na alegria do Céu (cf. Catecismo da Igreja Católica, 1030). O sufrágio por eles expressa-se de vários modos, entre os quais também a visita aos cemitérios. Estar nesses lugares sagrados constitui uma ocasião propícia para reflectir sobre o sentido da vida eterna e para alimentar, ao mesmo tempo, a esperança na felicidade eterna do Paraíso.

Maria, Porta do céu, nos ajude a não nos esquecermos nem perdermos de vista a Pátria celeste, meta última da nossa peregrinação aqui na Terra.

(São João Paulo II - Angelus de 2 de Novembro de 2003)