Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

quarta-feira, 4 de março de 2020

O Sacramento da reconciliação toca os corações com o conforto divino

Os padres devem viver de maneira elevada a sua vocação, porque somente com o exemplo de uma vida que seja presença viva e clara do Senhor se pode despertar nos fiéis o sentido do pecado e o desejo do perdão.

Vivemos num contexto cultural  marcado pela mentalidade hedonista e relativista que tende a cancelar Deus do horizonte da vida, não favorece a aquisição de um quadro claro de valores de referencia e não ajuda a discernir o bem do mal e a amadurecer um justo sentido do pecado.

Por outras palavras existe uma espécie de circulo vicioso entre o obscurecimento da experiência de Deus e a perda do sentido do pecado.

Perante esta situação e nas condições de liberdade em que hoje é possível exercer o ministério sacerdotal, ao contrario de outras épocas passadas, é necessário que os presbíteros vivam de maneira elevada a própria resposta à vocação porque somente quem se torna diariamente presença viva e clara do Senhor pode suscitar nos fiéis o sentido do pecado, dar coragem e fazer nascer o desejo do perdão de Deus”.

(Bento XVI em 2010 aos participantes no curso anual sobre o foro interno promovido pela Penitenciaria Apostólica para preparar os padres para o Sacramento da Penitencia)

Deus dono da história…

«A história humana, com todos os seus terrores, não se afundará na noite da autodestruição; Deus não deixa que Lhe seja arrancada das mãos».

(Joseph Ratzinger - Olhar para Cristo)

terça-feira, 3 de março de 2020

Se vês claramente o teu caminho, segue-o

Porque não te entregas a Deus de uma vez..., de verdade..., agora?! (Caminho, 902)

Se vês claramente o teu caminho, segue-o. – Por que não repeles a cobardia que te detém? (Caminho, 903)

"Ide, pregai o Evangelho... Eu estarei convosco...". – Isto disse Jesus... e disse-to a ti. (Caminho, 904)

"Et regni ejus non erit finis". – O seu Reino não terá fim! 
Não te dá alegria trabalhar por um reinado assim? (Caminho, 906)

"Nesciebatis quia his quae Patris mei sunt oportet me esse?". – Não sabíeis que Eu devo ocupar-Me das coisas que dizem respeito ao serviço de meu Pai.

Resposta de Jesus adolescente. E resposta a uma mãe com a sua Mãe, que há três dias anda à sua procura julgando-O perdido. – Resposta que tem por complemento aquelas palavras de Cristo que São Mateus transcreve: "Quem ama o pai ou a mãe mais do que a Mim, não é digno de Mim". (Caminho, 907)

São Josemaría Escrivá

Ler, mastigar e viver o Evangelho seguindo Cristo

… esforcemo-nos por aproveitar muito bem a leitura do Evangelho. Para isso, meditemos bem nos episódios da vida de Nosso Senhor. S. Josemaria pediu-nos sempre que não lêssemos estas passagens como se fossem alheias a nós, mas entrando nas cenas como um personagem mais, com as nossas fraquezas e os nossos desejos de melhoria, enchendo-nos de assombro perante a Humanidade Santíssima de Jesus Cristo e apoiando-nos na Sua fortaleza divina.

Seguir Cristo: é este o segredo. Acompanhá-lo tão de perto que vivamos com Ele, como os primeiros doze, tão de perto que com Ele nos identifiquemos. Se não levantarmos obstáculos à graça, não tardaremos a afirmar que nos revestimos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Na nossa atuação, o Senhor reflete-se como num espelho. Se o espelho for como deve ser, captará o rosto amabilíssimo do nosso Salvador sem o desfigurar, sem caricaturas: e os outros terão a possibilidade de O admirar, de O seguir [17].

[17]. S. Josemaria, Amigos de Deus, n. 299.

(D. Javier Echevarría na carta do mês de fevereiro de 2013)

Ser terra para a palavra de Deus

«Indubitavelmente, como o Evangelho o diz, orar quer dizer muito mais que palrar, que mascar palavras. Ser terra para a Palavra quer dizer que essa terra se deixa assumir pela semente, que se deixa assimilar pela semente, que se entrega a própria a fim de que essa semente se torne vida. A maternidade de Maria quer dizer que ela faculta a substância de si própria, corpo e alma, a fim de que uma nova vida possa crescer».

(Joseph Ratzinger in ‘Maria primeira Igreja’ – Joseph Ratzinger e Hans Urs von Balthasar)