Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sábado, 16 de março de 2019

«Quais poderosos? Nós ajudamos os últimos»

A revista Família Cristã publicou uma entrevista a Mons. Fernando Ocáriz realizada pelo jornalista Horacio la Rocca e traduzida por Maria José dos Santos. 
Nos 90 anos da fundação do Opus Dei, monsenhor Fernando Ocáriz fala sobre a Obra. Prelado desde 2017, nasceu em Paris, em 1944, filho de pais espanhóis exilados em França durante a Guerra civil. Docente de Teologia Fundamental na Pontifícia Universidade de Santa Cruz e consultor da Congregação para a Doutrina da Fé, é também um ótimo tenista que gosta de jogar quase todos os dias. Talvez por isso rejeite com força certas malfadadas contradições, daquelas que tendem a identificar a Obra com a Banca e com poderosos políticos.
É o quarto prelado do Opus Dei. Ainda é forte a “presença” do vosso fundador na Obra?

Certamente, e não poderia ser de outra maneira. S. Josemaria Escrivá está sempre no meio de nós. Nunca nos abandona. Poderíamos falar de uma presença viva, palpável, familiar. Vejo muitas pessoas do Opus Dei à procura de conselhos nos escritos do fundador, pedindo-lhe ajuda nos momentos de dificuldade e recorrem à sua intercessão sempre que precisam. Isto é algo enraizado na vida interior quotidiana de muitíssimas pessoas, até mesmo de devotos de S. Josemaria que nem sequer conhecem o Opus Dei. Aqui, na sede central do Opus Dei em Roma, em Santa Maria da Paz, na igreja prelatícia, encontram-se os seus despojos mortais e milhares de pessoas de todas as partes do mundo vêm exprimir no silêncio da oração a sua gratidão ou as próprias inquietações.

Pode, pois, dizer-se que 45 anos depois da sua morte, acontecida em Roma em 26 de junho de 1975, S. Josemaria Escrivá “guia” ainda a Obra, até neste turbulento início do terceiro milénio?

Penso que todos nós procuramos manter o espírito que nos deixou, e que ele por sua vez recebera do Senhor, o qual consiste em procurar a Deus no meio dos trabalhos quotidianos feitos na vida familiar, no emprego, na oração, na amizade, no serviço, no repouso... O desafio é procurar torná-lo cada vez mais atual, na diversidade dos tempos e lugares.

Pessoalmente o que faz para aproximar mais o Opus Dei da gente comum e para eliminar os preconceitos residuais que, sem ou com razão, atribuem à Obra estar mais “atenta” aos poderosos?
A lenda negra que nos vê como amigos dos capitalistas é uma falsidade do passado. É uma onda de lendas negras do passado, falsidades que o tempo desmentiu.
Mas quais poderosos? Nós ajudamos os últimos… Realizamos obras académicas didáticas para a formação dos jovens, em toda a parte do mundo, especialmente os mais pobres. Damos vida a hospitais, a centros de acolhimento e de reabilitação com as técnicas mais avançadas ao serviço do homem doente, sofredor e necessitado de cuidados. Mas, ao mesmo tempo, levamos a Palavra de Deus a todos, próximos e afastados, aos homens e às mulheres, a ricos e a pobres. Sem medo de evangelizar até empresários, políticos, banqueiros, com espírito de serviço evangélico, seguindo os passos do nosso fundador, S. Josemaria Escrivá.
O Opus Dei vive atento às necessidades espirituais de todos. Uma certa lenda negra são águas passadas. Quero dizer: em Itália, em Roma, uma das iniciativas promovidas desde finais da década de 1970 por nós, no Centro Elis, foi uma ocasião de formação profissional e de resgate social a migrantes menores não acompanhados, a jovens do sul de Itália e do mundo e a outros que nunca teriam outra possibilidade. Além disso, com as suas atividades propõe o profissionalismo como serviço ao bem comum e ajuda ao próximo. E, baseado em estatísticas, os jovens que se formam no Centro Elis têm sempre emprego garantido. Esta é a nossa vida.
Em Roma, existe também o campus biomédico, que em poucos anos se tornou na mais famosa Faculdade de Medicina, tendo em anexo um hospital e centros de reabilitação. Pode comparar-se com a Universidade de Pamplona, em Espanha, com todas as valências académicas.
Sim, é verdade. Mas também em muitas outras partes do mundo as pessoas do Opus Dei, com muitos outros amigos, promovem muitíssimas iniciativas do género, expressamente até em favor dos agricultores, dos migrantes e de quem tudo perdeu, para responder às exigências do seu bairro ou da sua cidade. Estou a lembrar-me de duas iniciativas no bairro Raval de Barcelona, com 20 mil imigrantes: os Centros Braval e Terral, com mais de 300 voluntários envolvidos em programas de instrução, desporto ou formação profissional. Em Colónia, na Alemanha, pude encontrar os voluntários e os sacerdotes da paróquia de São Pantaleão que se ocupam de um prédio construído graças à colaboração com a diocese e o município para hospedar 30 famílias de refugiados que fogem do conflito sírio. Graças a Deus nasceram instituições deste tipo por todo o lado. Se perguntarmos pelo Opus Dei em Kinshasa, [República Democrática do Congo], no terceiro país mais pobre do mundo, muitos podem explicar como foram acolhidos no Hospital Monkole, construído pelos fiéis da Prelatura com outros amigos.
Tudo isto num plano didático, de trabalho e de medicina. Mas, a nível espiritual, o que é que a Obra faz?
Também o cuidado do espírito para o Opus Dei é de primária importância. Juntamente com a constante atenção ao acolhimento dos necessitados e migrantes em hospitais e centros de cuidados especializados, à formação académica e laboral, ao mesmo tempo não deve ser esquecida a importância de levar o Evangelho a todos, e não apenas a uma parte da população. A Obra leva a Palavra a todos, pobres e ricos. E, neste sentido, a evangelização dos empresários, dos políticos, dos jornalistas e de outras pessoas com recursos económicos é de grande importância para que a Doutrina Social da Igreja possa ser operativa. Como ensina, realmente, S. Josemaria Escrivá.
Texto: Horácio La Rocca
Tradução: Mário José dos Santos
Fotos: Gabinete de Informação do Opus Dei
Entrevista publicada na FAMÍLIA CRISTÃ.

Evangelho do dia 16 de março de 2019

«Ouvistes que foi dito: “Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo”. Eu, porém, digo-vos: Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem. Deste modo sereis filhos do vosso Pai que está nos céus, o qual faz nascer o sol sobre maus e bons, e manda a chuva sobre justos e injustos. Porque, se amais somente os que vos amam, que recompensa haveis de ter? Não fazem os publicanos também o mesmo? E se saudardes somente os vossos irmãos, que fazeis de especial? Não fazem também assim os próprios gentios? Sede, pois, perfeitos, como vosso Pai celestial é perfeito.

Mt 5, 43-48

sexta-feira, 15 de março de 2019

Evangelho do dia 15 de março de 2019

Porque Eu vos digo que, se a vossa justiça não superar a dos escribas e fariseus, não entrareis no Reino dos Céus. «Ouvistes que foi dito aos antigos: “Não matarás”, e quem matar será submetido ao juízo do tribunal. Porém, Eu digo-vos que todo aquele que se irar contra o seu irmão, será submetido ao juízo do tribunal. E quem chamar cretino a seu irmão será condenado pelo sinédrio. E quem lhe chamar louco será condenado ao fogo da Geena. Portanto, se estás para fazer a tua oferta diante do altar, e te lembrares ali que o teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa lá a tua oferta diante do altar, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem fazer a tua oferta. Concilia-te sem demora com o teu adversário, enquanto estás com ele no caminho, para que não suceda que esse adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao guarda, e sejas metido na prisão. Em verdade te digo: Não sairás de lá antes de ter pago o último centavo.

Mt 5, 20-26

quinta-feira, 14 de março de 2019

Evangelho do dia 14 de março de 2019

«Pedi, e vos será dado; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Porque todo aquele que pede, recebe, e quem busca, encontra; e a quem bate, abrir-se-á. Qual de vós dará uma pedra a seu filho, quando este lhe pede pão? Ou se lhe pedir um peixe, dar-lhe-á uma serpente? Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais o vosso Pai celeste dará coisas boas aos que lhas pedirem. «Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-o também vós a eles; esta é a Lei e os Profetas. 

Mt 7, 7-12

quarta-feira, 13 de março de 2019

Evangelho do dia 13 de março de 2019

Concorrendo as multidões, começou a dizer: «Esta geração é uma geração perversa; pede um sinal, mas não lhe será dado outro sinal, senão o sinal do profeta Jonas. Porque, assim como Jonas foi sinal para os ninivitas, assim o Filho do Homem será um sinal para esta geração. A rainha do meio-dia levantar-se-á no dia do juízo contra os homens desta geração, e condená-los-á, porque veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão; e aqui está Quem é mais do que Salomão. Os ninivitas levantar-se-ão no dia do juízo contra esta geração, e condená-la-ão, porque fizeram penitência com a pregação de Jonas; e aqui está Quem é mais do que Jonas!

Lc 11, 29-32