Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

«AINDA NÃO CHEGOU A MINHA HORA»

«Mulher, que tem isso a ver contigo e comigo? Ainda não chegou a minha hora.» Jo 2, 4

E quando chega a nossa hora, Senhor?

A nossa hora é a tua hora, Senhor, quando naquela tarde a tua cabeça pendeu sobre o teu peito e Tu entregaste a vida como Homem, ao Pai!

Nesse dia e nesse momento foi e é a nossa hora, que todos os dias se faz presente na Eucaristia.

É que foi nessa hora que nos libertaste da lei do pecado, da lei da morte, e é essa hora a que cada um de nós tem acesso, (pela liberdade com que nos criaste), que faz de nós filhos de Deus, herdeiros do Pai, no Filho, pelo Espírito Santo.

E é uma hora tão sublime e presente que é sempre a hora em que livremente escolhemos seguir-Te, para que seja a nossa hora, feita hora Tua, Senhor!

Que essa hora seja a minha hora em todos os dias e todos os momentos, não pelo relógio do tempo, mas pelo “relógio” do teu amor, Senhor!

Não contes os segundos, minutos, horas e dias em que não vivi a tua hora, Senhor, mas conta apenas, pela tua misericórdia, a hora em que fiz da tua hora, a minha hora também.

E assim, que a minha vida não tenha dias, nem horas, nem minutos, nem segundos, mas se resuma apenas e só à tua hora, para que ela seja também a minha hora, Senhor!

Porque é nessa hora, Senhor, que o milagre de Ti acontece na vida que deste!

Obrigado, Senhor!

Marinha Grande, 17 de Janeiro de 2016

Joaquim Mexia Alves
http://queeaverdade.blogspot.pt/2016/01/ainda-nao-chegou-minha-hora.html

Evangelho do dia 17 de janeiro de 2019

Foi ter com Ele um leproso que, suplicando e pondo-se de joelhos, Lhe disse: «Se quiseres podes limpar-me». Jesus, compadecido dele, estendeu a mão e, tocando-o, disse-lhe: «Quero, fica limpo». Imediatamente desapareceu dele a lepra e ficou limpo. E logo mandou-o embora, dizendo-lhe com tom severo: «Guarda-te de o dizer a alguém, mas vai, mostra-te ao sacerdote, e oferece pela purificação o que Moisés ordenou, para que lhes sirva de testemunho». Ele, porém, retirando-se, começou a contar e a divulgar o sucedido, de modo que Jesus já não podia entrar abertamente numa cidade, mas ficava fora nos lugares desertos, e de toda a parte vinham ter com Ele.

Mc 1, 40-45

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

«Abbá, Pai!»

Locutor: O cristão, depois de ter conhecido Jesus e ouvido a sua pregação, já não considera Deus como um tirano que mete medo, mas sente florescer no seu coração a confiança e confidência com Ele. Pode falar com o Criador, chamando-Lhe «Pai». Não se trata simplesmente de usar um símbolo – a figura do pai – associando-a ao mistério de Deus, mas todo o mundo de Jesus é transvasado no nosso coração. No texto lido da Carta aos Romanos (e o mesmo aparece na Carta aos Gálatas), ouvimos a palavra aramaica: «Abbá, Pai!» Ora, no Novo Testamento, é raro que as palavras aramaicas não sejam traduzidas para grego, pelo que devemos imaginar que nelas esteja de certo modo «gravada» a voz do próprio Jesus. De facto, «Abbá» é muito mais íntimo e sentido do que tratar a Deus simplesmente pela palavra «Pai»; alguém chegou mesmo a propor que se traduzisse «Abbá» pela forma meiga e carinhosa de «Papá», o tratamento usado pela criança que se sente completamente envolvida pelo abraço do pai numa ternura sem fim. Esta imagem aplicada a Deus, será um exagero? Se o fizéssemos nós, a alguém poderia vir a dúvida. Mas é o próprio Jesus que a aplica ao Pai misericordioso, na parábola do filho pródigo. Este experimenta o abraço dum pai que há tanto tempo o esperava, que já não se recorda das palavras ofensivas pronunciadas pelo filho antes de partir, que procura apenas dizer-lhe como sentia falta dele. Nisto, o Pai misericordioso revela os traços do ânimo duma mãe. Pois é sobretudo esta que sempre desculpa o filho, conserva viva a empatia com ele e continua a querer-lhe bem mesmo quando já não o merece. Deus é como uma mãe que nunca deixa de amar a sua criatura! Trata-se duma gestação que se prolonga muito para além dos nove meses da gestação física, dura para sempre e gera um circuito infinito de amor. Nos momentos negros da vida, podemos encontrar a força de rezar, recomeçando pela palavra «Abbá; Papá».

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Santo Padre:
Carissimi pellegrini di lingua portoghese e in particolare quelli di Terrugem, benvenuti! Dopodomani inizia l'Ottavario di Preghiera per l'Unità dei Cristiani; in quei giorni, intensifichiamo le nostre suppliche e penitenze, affinché si affretti l’ora in cui trovi pieno compimento l’anelito di Gesù: «Abbá…, ut unum sint – perché tutti siano una sola cosa!» Scenda la benedizione di Dio sui vostri passi e sulle vostre preghiere comuni per la riunificazione della Chiesa. Grazie.

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Locutor: Queridos peregrinos de língua portuguesa, particularmente os de Terrugem, bem-vindos! Depois de amanhã, começa o Oitavário de Oração pela Unidade dos Cristãos; durante aqueles dias intensifiquemos as nossas preces e penitências, para que se apresse a hora em que se realize plenamente o anseio de Jesus: «Abbá…, ut unum sint – que todos sejam um só!» Desça a bênção de Deus sobre os vossos passos e sobre vossas as preces comuns pela reunificação da Igreja. Obrigado!

O Dom que nos é concedido

«Na Igreja, como comunidade do Povo de Deus guiada pelo Espírito Santo, cada um tem o seu próprio dom, como ensina São Paulo. Este dom, apesar de ser uma vocação pessoal e uma forma de participação na tarefa salvífica da Igreja, serve ao mesmo tempo os outros, constrói a Igreja e as comunidades fraternas, nas várias esferas da existência humana sobre a terra»

(São João Paulo II - Redemptor hominis, nº 21)

Evangelho do dia 16 de janeiro de 2019

Logo que saíram da sinagoga, foram a casa de Simão e de André, com Tiago e João. A sogra de Simão estava de cama com febre. Falaram-Lhe logo dela. Jesus, aproximando-Se e tomando-a pela mão, levantou-a. Imediatamente a deixou a febre, e ela pôs-se a servi-los. Ao anoitecer, depois do sol-posto, traziam-Lhe todos os enfermos e possessos, e toda a cidade se tinha juntado diante da porta. Curou muitos que se achavam atacados com várias doenças, expulsou muitos demónios, e não permitia que os demónios dissessem quem Ele era. Levantando-Se muito antes de amanhecer, saiu e foi a um lugar solitário e lá fazia oração. Simão e os seus companheiros foram procurá-l'O. Tendo-O encontrado, disseram-Lhe: «Todos Te procuram». Ele respondeu: «Vamos para outra parte, para as aldeias vizinhas, a fim de que Eu também lá pregue, pois para isso é que Eu vim». E andava pregando nas sinagogas, por toda a Galileia, e expulsava os demónios.

Mc 1, 29-39