Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sábado, 16 de junho de 2018

O Evangelho de Domingo dia 17 de junho de 2018

Dizia também: «O reino de Deus é como um homem que lança a semente à terra. Dorme e se levanta, noite e dia, e a semente germina e cresce sem ele saber como. Porque a terra por si mesma produz, primeiramente a haste, depois a espiga, e por último a espiga cheia de grãos. E, quando o fruto está maduro, mete logo a foice, porque chegou o tempo da ceifa». Dizia mais: «A que coisa compararemos nós o reino de Deus? Com que parábola o representaremos? É como um grão de mostarda que, quando se semeia no campo, é a menor de todas as sementes que há na terra; mas, depois que é semeado, cresce e torna-se maior que todas as hortaliças, e cria ramos tão grandes que “as aves do céu podem vir abrigar-se à sua sombra”». Assim lhes propunha a palavra com muitas parábolas como estas, conforme eram capazes de compreender. Não lhes falava sem parábolas; porém, em particular explicava tudo aos Seus discípulos.

Mc 4, 26-34

Evangelho do dia 16 de junho de 2018

«Igualmente ouvistes que foi dito aos antigos: “Não perjurarás, mas guardarás para com o Senhor os teus juramentos”. Eu, porém, digo-vos que não jureis de modo algum, nem pelo céu, porque é o trono de Deus; nem pela terra, porque é o escabelo de Seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande rei. Nem jurarás pela tua cabeça, pois não podes fazer branco ou preto um só dos teus cabelos. Seja o vosso falar: Sim, sim; não, não. Tudo o que passa disto, procede do Maligno.

Mt 5, 33-37

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Evangelho do dia 15 de junho de 2018

«Ouvistes que foi dito: “Não cometerás adultério”. Eu, porém, digo-vos que todo aquele que olhar para uma mulher, cobiçando-a, já cometeu adultério com ela no seu coração. Por isso se o teu olho direito é para ti causa de pecado, arranca-o e lança-o para longe de ti, porque é melhor para ti que se perca um dos teus membros, do que todo o teu corpo seja lançado na Geena. E se a tua mão direita é para ti causa de pecado, corta-a e lança-a para longe de ti, porque é melhor para ti que se perca um dos teus membros, do que todo o teu corpo seja lançado na Geena. «Também foi dito: “Aquele que repudiar sua mulher, dê-lhe libelo de repúdio”. Eu, porém, digo-vos: todo aquele que repudiar sua mulher, a não ser por causa de união ilegítima, expõe-na a adultério; e o que desposar a mulher repudiada, comete adultério.

Mt 5, 27-32

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Evangelho do dia 14 de junho de 2018

Porque Eu vos digo que, se a vossa justiça não superar a dos escribas e fariseus, não entrareis no Reino dos Céus. «Ouvistes que foi dito aos antigos: “Não matarás”, e quem matar será submetido ao juízo do tribunal. Porém, Eu digo-vos que todo aquele que se irar contra o seu irmão, será submetido ao juízo do tribunal. E quem chamar cretino a seu irmão será condenado pelo sinédrio. E quem lhe chamar louco será condenado ao fogo da Geena. Portanto, se estás para fazer a tua oferta diante do altar, e te lembrares ali que o teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa lá a tua oferta diante do altar, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem fazer a tua oferta. Concilia-te sem demora com o teu adversário, enquanto estás com ele no caminho, para que não suceda que esse adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao guarda, e sejas metido na prisão. Em verdade te digo: Não sairás de lá antes de ter pago o último centavo.

Mt 5, 20-26

quarta-feira, 13 de junho de 2018

O desejo de uma vida plena (audiência)

Locutor: Começamos hoje um novo ciclo de catequeses sobre os Mandamentos. Repassaremos as duas Tábuas de Moisés, guiados por Jesus e seguindo os seus passos. Em cada um dos dez Mandamentos, descobriremos a porta aberta pelo Pai do Céu para que o Senhor Jesus, que a cruzou, nos conduza à vida dos filhos de Deus. Faremos como aquele homem do Evangelho, o qual, sedento de vida verdadeira, foi ter com Jesus e perguntou: «Que devo fazer para alcançar a vida eterna?» Jesus respondeu, citando uma parte do Decálogo que, aliás, o homem conhecia e já praticava. E contudo a pergunta feita por aquele homem denota que ele não possuía a vida plena. Aquele homem tomara consciência dos seus limites, de que lhe faltava qualquer coisa. Jesus sabe-o e, com a sua resposta, inicia um processo pedagógico procurando guiá-lo até àquilo que lhe falta. Entretanto a estrada até àquilo que lhe falta passa por aquilo que já tem; é preciso perscrutar o ordinário para nos abrirmos ao extraordinário. De facto, o próprio Jesus nos avisa: «Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas. Não vim revogá-los, mas levá-los à perfeição». Veio para isso. Deve-se partir da realidade para dar um salto para «aquilo que falta»; na realidade, está o trampolim para dar um salto para a vida perfeita: deixar de viver para si mesmo, para as próprias obras, para os próprios bens e – precisamente porque lhe falta a vida plena – deixar tudo para seguir o Senhor. Se observarmos bem, no convite final de Jesus, a proposta não é pobreza mas riqueza: «terás um tesouro nos Céus; vem e segue-Me». O Senhor Jesus é a perfeição, o pleno cumprimento dos Mandamentos.


Santo Padre:
Rivolgo un cordiale saluto ai pellegrini di lingua portoghese, in particolare ai gruppi brasiliani di Anápolis e di Palotina, e ai numerosi fedeli di Lisboa e di Porto, con risalto per il «Colégio da Paz» e la «Confraria da Pedra». Per tutti chiedo a Dio il dono di una sana inquietudine, di non accontentarvi mai di una vita senza ideale, senza bellezza. Scommettete su una vita di donazione gioiosa al prossimo. Volentieri benedico voi e i vostri cari!

Locutor: Dirijo uma cordial saudação aos peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente aos grupos brasileiros de Anápolis e Palotina e aos numerosos fiéis de Lisboa e Porto, com destaque para o «Colégio da Paz» e a «Confraria da Pedra». Para todos, peço a Deus o dom duma sadia inquietude, de não vos contentardes jamais com uma vida sem ideal nem beleza. Apostai numa vida de jubilosa doação ao próximo. De bom grado vos abençoo a vós e aos vossos entes queridos!