Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sábado, 17 de março de 2018

O Evangelho de Domingo dia 18 de março de 2018

Ora havia lá alguns gregos, entre aqueles que tinham ido adorar a Deus durante a festa. Estes aproximaram-se de Filipe, que era de Betsaida da Galileia, e fizeram-lhe este pedido: «Senhor, desejamos ver Jesus» Filipe foi dizê-lo a André; André e Filipe disseram-no a Jesus. Jesus respondeu-lhes: «Chegou a hora em que o Filho do Homem será glorificado. Em verdade, em verdade vos digo que, se o grão de trigo que cai na terra não morrer, fica infecundo; mas, se morrer, produz muito fruto. Quem ama a sua vida, perdê-la-á e quem aborrece a sua vida neste mundo, conservá-la-á para a vida eterna. Se alguém Me quer servir, siga-Me e, onde Eu estou, estará ali também o que Me serve. Se alguém Me servir, Meu Pai o honrará.  «Agora a Minha alma, está turbada. E que direi Eu? Pai, livra-Me desta hora? Mas é para isso que cheguei a esta hora. Pai, glorifica o Teu nome». Então veio do céu esta voz: «Eu O glorifiquei e O glorificarei novamente». Ora o povo, que ali estava e ouvira, dizia que tinha sido um trovão. Outros diziam: «Um anjo Lhe falou». Jesus respondeu: «Esta voz não veio por causa de Mim, mas por vossa causa. Agora é o juízo deste mundo; agora será lançado fora o príncipe deste mundo. E Eu, quando for levantado da terra, atrairei todos os homens a Mim». Dizia isto para designar de que morte havia de morrer.

Jo 12, 20-33

O Evangelho do dia 17 de março de 2018

Entretanto, alguns daquela multidão, tendo ouvido estas palavras, diziam: «Este é verdadeiramente o profeta». Outros diziam: «Este é o Messias». Alguns, porém, diziam: «Porventura é da Galileia que há-de vir o Messias? Não diz a Escritura: “Que o Messias há-de vir da descendência de David e da aldeia de Belém, donde era David”?». Houve, portanto, desacordo entre o povo acerca d'Ele. Alguns deles queriam prendê-l'O, mas nenhum pôs as mãos sobre Ele. Voltaram, pois, os guardas para os príncipes dos sacerdotes e fariseus, que lhes perguntaram: «Porque não O trouxestes preso?». Os guardas responderam: «Nunca homem algum falou como Este homem». Os fariseus replicaram: «Porventura, também vós fostes seduzidos? Houve, porventura, algum dentre os chefes do povo ou dos fariseus que acreditasse n'Ele? Quanto a esta plebe, que não conhece a Lei, é maldita». Nicodemos, que era um deles, o que tinha ido de noite ter com Jesus, disse-lhes: «A nossa Lei condena, porventura, algum homem antes de o ouvir e antes de se informar sobre o que ele fez?». Responderam: «És tu também galileu? Examina as Escrituras, e verás que da Galileia não sai nenhum profeta». E foi cada um para sua casa.

Jo 7, 40-53

sexta-feira, 16 de março de 2018

O Evangelho do dia 16 de março de 2018

Depois disto, andava Jesus pela Galileia; não queria andar pela Judeia, visto que os judeus O queriam matar. Estava próxima a festa dos judeus chamada dos Tabernáculos. Jesus respondeu-lhes: «Já vo-lo disse, e vós não Me credes. As obras que faço em nome de Meu Pai, essas dão testemunho de Mim; porém vós não credes, porque não sois das Minhas ovelhas. As Minhas ovelhas ouvem a Minha voz, e Eu conheço-as, e elas seguem-Me. Eu dou-lhes a vida eterna; elas jamais hão-de perecer, e ninguém as arrebatará da Minha mão. Meu Pai, que Mas deu, é maior que todas as coisas; e ninguém pode arrebatá-las da mão de Meu Pai. Eu e o Pai somos um».

Jo 7, 1-2.10.25-30

quinta-feira, 15 de março de 2018

O Evangelho do dia 15 de março de 2018

«Se dou testemunho de Mim mesmo, o Meu testemunho não é verdadeiro. Outro é o que dá testemunho de Mim; e sei que é verdadeiro o testemunho que dá de Mim. Vós enviastes mensageiros a João e ele deu testemunho da verdade. Eu, porém, não recebo o testemunho dum homem, mas digo-vos estas coisas a fim de que sejais salvos. João era uma lâmpada ardente e luminosa. E vós, por uns momentos, quisestes alegrar-vos com a sua luz. «Mas tenho um testemunho maior que o de João: as obras que o Pai Me deu que cumprisse, estas mesmas obras que Eu faço dão testemunho de Mim, de que o Pai Me enviou. E o Pai que Me enviou, Esse mesmo deu testemunho de Mim. Vós nunca ouvistes a Sua voz nem vistes a Sua face e não tendes em vós, de modo permanente, a Sua palavra, porque não acreditais n'Aquele que Ele enviou. «Examinai as Escrituras, visto que julgais ter nelas a vida eterna: elas são as que dão testemunho de Mim. E não quereis vir a Mim, para terdes vida. A glória, não a recebo dos homens, mas sei que não tendes em vós o amor de Deus. Vim em nome de Meu Pai e vós não Me recebeis; se vier outro em seu próprio nome, recebê-lo-eis. Como podeis crer, vós que recebeis a glória uns dos outros e não buscais a glória que só de Deus vem? Não julgueis que sou Eu que vos hei-de acusar diante do Pai; Moisés, em quem confiais, é que vos acusará. Se acreditásseis em Moisés, certamente acreditaríeis também em Mim, porque ele escreveu de Mim. Porém, se não dais crédito aos seus escritos, como haveis de dar crédito às Minhas palavras?».

Jo 5, 31-47

quarta-feira, 14 de março de 2018

O Pai Nosso e a fração do pão

Locutor: Os ritos da comunhão, na Missa, começam com a oração do Pai Nosso. Trata-se da oração dos filhos de Deus que, renascidos pela água e pelo Espírito no Batismo, podem dirigir-se a Deus chamando-O “Pai”. A Ele pedimos o pão de cada incluindo o pão eucarístico que estamos nos preparando para receber. Pedimos também que nos perdoe as ofensas, comprometendo-nos a perdoar àqueles que nos ofenderam, abrindo-nos assim ao amor fraterno. Por fim, suplicamos que nos livre do mal, ou seja, daquilo que nos separa de Deus e dos irmãos. Após o Pai Nosso, o sacerdote invoca de Cristo o dom da paz manifestado em seguida no gesto da paz, sinal do amor fraterno daqueles que formam um só corpo em Cristo. Por fim a fração do pão, que repete o gesto de Jesus na Última Ceia e é acompanhada pela invocação do “Cordeiro de Deus”, nos predispõe à participação do banquete eucarístico, convidando-nos a suplicar que Ele tenha piedade de nós e nos dê a paz.


Santo Padre:
Saluto i pellegrini di lingua portoghese, in particolare i fedeli di Lages do Pico e di Coimbra. Auguro che questo incontro vi aiuti a rinnovare nelle vostre comunità l’impegno ad essere strumenti di misericordia e di pace, come ci ispira la preghiera del Padre Nostro. Dio vi benedica!


Locutor: Saúdo os peregrinos de língua portuguesa, com menção particular dos fiéis das Lages do Pico e Coimbra. Faço votos que este encontro vos ajude a renovar nas vossas comunidades o compromisso de serdes instrumentos de misericórdia e paz, como nos inspira a oração do Pai Nosso. Que Deus vos abençoe.