Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
terça-feira, 24 de outubro de 2017
O Evangelho do dia 24 de outubro de 2017
«Estejam cingidos os vossos rins e acesas as vossas lâmpadas. Fazei como os homens que esperam o seu senhor quando volta das núpcias, para que, quando vier e bater à porta, logo lha abram. Bem-aventurados aqueles servos, a quem o senhor quando vier achar vigiando. Na verdade vos digo que se cingirá, os fará pôr à sua mesa e, passando por entre eles, os servirá. Se vier na segunda vigília, ou na terceira, e assim os encontrar, bem-aventurados são aqueles servos.
Lc 12, 35-38
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
São Josemaría Escrivá nesta data em 1966
Enquanto celebra a Santa Missa, passa por uma experiência mística que, com grande simplicidade, conta no dia seguinte: “Com os meus sessenta e cinco anos, fiz uma descoberta maravilhosa. Encanta-me celebrar a Santa Missa, mas ontem custou-me muito. Que esforço! Vi que a Missa é verdadeiramente Opus Dei, trabalho, como foi um trabalho para Jesus Cristo a sua primeira Missa: a Cruz. Vi que o ofício do sacerdote, a celebração da Santa Missa, é um trabalho para confeccionar a Eucaristia; que se experimenta dor, e alegria, e cansaço. Senti na minha carne o esgotamento de um trabalho divino”.
O Evangelho do dia 23 de outubro de 2017
Então disse-Lhe alguém da multidão: «Mestre, diz a meu irmão que me dê a minha parte da herança». Jesus respondeu-lhe: «Meu amigo, quem Me constituiu juiz ou árbitro entre vós?». Depois disse-lhes: «Guardai-vos cuidadosamente de toda a avareza, porque a vida de cada um, ainda que esteja na abundância, não depende dos bens que possui». Sobre isto propôs-lhes esta parábola: «Os campos de um homem rico tinham dado abundantes frutos. Ele andava a discorrer consigo: Que farei, pois não tenho onde recolher os meus frutos? Depois disse: Farei isto: Demolirei os meus celeiros, fá-los-ei maiores e neles recolherei o meu trigo e os meus bens, e direi à minha alma: Ó alma, tu tens muitos bens em depósito para largos anos; descansa, come, bebe, regala-te. Mas Deus disse-lhe: Néscio, esta noite virão demandar-te a tua alma; e as coisas que juntaste, para quem serão? Assim é o que entesoura para si e não é rico perante Deus».
Lc 12, 13-21
domingo, 22 de outubro de 2017
A INCLEMÊNCIA DOS HOMENS!
Pois,
não esperavas que a morte
te viesse,
por uma coisa,
a que chamam “ignição”!!!
Já nem tens direito
a morrer num incêndio,
porque os homens sem coração,
lhe chamam apenas,
“ignição”!!!
Mudam-se as palavras,
talvez para conter,
para fazer morrer,
a indignação!!!
Em Lisboa,
cumprem-se minutos de silêncio,
como se isso apaziguasse,
os corações feridos,
pelos que morrem no incêndio!
E não só os que morrem,
que perdem a vida,
“obrigados” a perdê-la,
mas também os que perdem a história,
porque se perdeu a memória.
“Ay, Deus e u é”,
cantava o Rei,
e nós olhávamos,
a obra que o Rei cantava!
Já não há obra,
já não há Rei,
já não há pinhal,
nem vida,
dos que partiram!
Resta-nos Deus,
que “e u é”,
para que a esperança viva,
não nos homens,
não no mundo,
mas na confiança,
de que ainda existe o bem,
e de que a obra de Deus,
não pode ser extinta,
pela Sua criatura,
que Ele na Sua bondade,
quis fazer homem.
Choremos,
podemos chorar,
e a chorar rezemos,
porque uma coisa é sempre certa:
Deus não nos há-de faltar!!!
Marinha Grande, 21 de Outubro de 2017
Joaquim Mexia Alves
https://queeaverdade.blogspot.pt/2017/10/a-inclemencia-dos-homens.html
não esperavas que a morte
te viesse,
por uma coisa,
a que chamam “ignição”!!!
Já nem tens direito
a morrer num incêndio,
porque os homens sem coração,
lhe chamam apenas,
“ignição”!!!
Mudam-se as palavras,
talvez para conter,
para fazer morrer,
a indignação!!!
Em Lisboa,
cumprem-se minutos de silêncio,
como se isso apaziguasse,
os corações feridos,
pelos que morrem no incêndio!
E não só os que morrem,
que perdem a vida,
“obrigados” a perdê-la,
mas também os que perdem a história,
porque se perdeu a memória.
“Ay, Deus e u é”,
cantava o Rei,
e nós olhávamos,
a obra que o Rei cantava!
Já não há obra,
já não há Rei,
já não há pinhal,
nem vida,
dos que partiram!
Resta-nos Deus,
que “e u é”,
para que a esperança viva,
não nos homens,
não no mundo,
mas na confiança,
de que ainda existe o bem,
e de que a obra de Deus,
não pode ser extinta,
pela Sua criatura,
que Ele na Sua bondade,
quis fazer homem.
Choremos,
podemos chorar,
e a chorar rezemos,
porque uma coisa é sempre certa:
Deus não nos há-de faltar!!!
Marinha Grande, 21 de Outubro de 2017
Joaquim Mexia Alves
https://queeaverdade.blogspot.pt/2017/10/a-inclemencia-dos-homens.html
Subscrever:
Mensagens (Atom)


