Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
São Josemaría Escrivá sobre Santa Maria a Rainha da Paz
Santa Maria da Paz. A Igreja Prelatícia em que se veneram os restos de São Josemaría é dedicada a Santa Maria da Paz. “Santa Maria é – assim a invoca a Igreja – a Rainha da paz. Por isso, quando se agitar a tua alma, o ambiente familiar ou profissional, a convivência na sociedade ou entre os povos, não cesses de a aclamar com esse título: Regina pacis, ora pro nobis! – Rainha da paz, roga por nós! Experimentaste, ao menos, quando perdes a tranquilidade?... – Surpreender-te-ás da sua imediata eficácia”. (Sulco, n. 874)
Senhor, fazei de mim um instrumento da vossa paz (oração de S. Francisco)
Onde há ódio, que eu leve o Amor;
Onde há ofensa, que eu leve o Perdão;
Onde há discórdia, que eu leve a união;
Onde há dúvida, que eu leve a Fé.
Onde há erro, que eu leve a Verdade;
Onde há desespero, que eu leve a Esperança;
Onde há tristeza, que eu leve a Alegria;
Onde há trevas, que eu leve a Luz.
Oh Mestre, fazei que eu procure menos
Ser consolado do que consolar;
Ser compreendido do que compreender;
Ser amado do que amar.
Porque é dando que se recebe;
É perdoando que se é perdoado;
É morrendo que se ressuscita
Para a Vida Eterna.
Onde há ofensa, que eu leve o Perdão;
Onde há discórdia, que eu leve a união;
Onde há dúvida, que eu leve a Fé.
Onde há erro, que eu leve a Verdade;
Onde há desespero, que eu leve a Esperança;
Onde há tristeza, que eu leve a Alegria;
Onde há trevas, que eu leve a Luz.
Oh Mestre, fazei que eu procure menos
Ser consolado do que consolar;
Ser compreendido do que compreender;
Ser amado do que amar.
Porque é dando que se recebe;
É perdoando que se é perdoado;
É morrendo que se ressuscita
Para a Vida Eterna.
O Evangelho do dia 24 de janeiro de 2017
Nisto chegaram Sua mãe e Seus irmãos, os quais, ficando fora, O mandaram chamar. Estava muita gente sentada à volta d'Ele. Disseram-Lhe: «Eis que Tua mãe e Teus irmãos estão lá fora e procuram-Te». Ele respondeu-lhes: «Quem é Minha mãe e quem são Meus irmãos?». E, olhando para os que estavam sentados à volta d'Ele, disse: «Eis Minha mãe e Meus irmãos. Porque quem fizer a vontade de Deus, esse é Meu irmão, Minha irmã e Minha mãe».
Mc 3, 31-35
segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
«TIRE O DEDO DA LENTE!»
No Sábado publiquei no facebook uma fotografia do Santuário de Fátima, onde estava a fazer a recolecção anual dos Ministros Extraordinários da Comunhão da Diocese de Leiria-Fátima.
Com o meu “particular jeito” para a fotografia, a mesma saiu com uma falha, a qual o Pe Patrício, Vigário Paroquial da “minha” Paróquia da Marinha Grande, meu amigo e meu vizinho, companheiro de muitas orações, logo notou, e com o seu particular humor, que eu muito aprecio, comentou: «Tire o dedo da lente.»
E eu, como sempre, fui rindo e pensando se poderia retirar alguma lição do acontecido para a minha vivência cristã.
Ora bem, o dedo na lente não permitiu, não permite, que a grandeza e beleza do Santuário de Fátima seja vista na sua totalidade, ou seja, retira, mesmo que pouco, a dimensão, (não só de espaço, mas também espiritual), que afinal a fotografia queria mostrar/dar a outros.
Também nós temos vários “dedos” que, colocados nas nossas vidas, não nos deixam “ver” Deus em toda a sua dimensão de amor, não nos deixam, por isso mesmo, viver o nosso Deus que a todos se oferece inteira e continuamente, e não aos “bocados” ou só em certos momentos, como esses “dedos” acabam por provocar.
É o “dedo” do orgulho, o “dedo” da vaidade, o “dedo” da indiferença, o “dedo” da falta de perdão, o “dedo” do medo da mudança, o “dedo” das nossas “certezas”, o “dedo” das nossas vergonhas, e tantos mais “dedos” que cada um, com certeza, reconhece na sua vida.
Então, chegamos à conclusão que esses “dedos” nos retiram a “possibilidade” de “ver Deus por “inteiro”, de viver Deus em todo o seu amor, de comungar Deus em toda a sua entrega, e tal como Pe Patrício comentou, deveremos dizer a nós próprios e aos outros também: «Tira os “dedos” da tua vida … para poderes ver e viver Deus que se faz presente para ti.»
Marinha Grande, 23 de Janeiro de 2017
Joaquim Mexia Alves
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