Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

O Evangelho do dia 16 de janeiro de 2017

Os discípulos de João e os fariseus estavam a jejuar. Foram ter com Jesus, e disseram-Lhe: «Porque jejuam os discípulos de João e os fariseus, e os Teus discípulos não jejuam?». Jesus respondeu-lhes: «Podem porventura jejuar os companheiros do esposo, enquanto o esposo está com eles? Enquanto têm consigo o esposo não podem jejuar. Mas virão dias em que lhes será tirado o esposo e, então, nesses dias, jejuarão. Ninguém cose um remendo de pano novo num vestido velho; pois o remendo novo arranca parte do velho, e o rasgão torna-se maior. Ninguém deita vinho novo em odres velhos; de contrário, o vinho fará arrebentar os odres, e perder-se-á o vinho e os odres; mas, para vinho novo, odres novos».

Mc 2, 18-22

domingo, 15 de janeiro de 2017

São Josemaría Escrivá aconteceu nesta data em 1943

José Orlandis e Salvador Canals foram recebidos em audiência por Pio XII. Falaram com o Santo Padre sobre o Opus Dei e Josemaría Escrivá. “A audiência durou cerca de 10 minutos - refere J. Orlandis – e antes de terminar, o Papa pediu-nos que transmitíssemos a sua bênção especial ao Fundador do Opus Dei”.

Bom Domingo do Senhor!

Imitemos João Batista na fé e na confiança no Espírito Santo como nos fala o Evangelho de hoje (Jo 1, 35-42) reconhecendo a Jesus como o primogénito e único Filho de Deus Pai.

Louvado seja para todo o sempre o Verbo que se fez homem e habitou entre nós!

Roma Æterna, às portas do Kremlin

'Lamentação sobre Cristo morto' de Bellini
Nos tempos do império romano, falava-se da Roma Eterna, mas foi com o cristianismo que Roma conseguiu verdadeiramente sobreviver à caducidade dos séculos. Sobreviveu e tornou-se presente, com esta vitalidade nova, de uma ponta à outra do orbe terrestre.

Inclusivamente, alguns quiseram que, como centro da Igreja, Roma se libertasse da referência geográfica e começasse a vaguear pelo mundo. A dada altura, Constantinopla proclamou-se a Segunda Roma e, séculos depois, Moscovo declarou-se a Terceira Roma. O urbanismo de Moscovo e a arquitectura do Kremlin correspondiam à miragem dessa Terceira Roma, também ela com aspirações a ser Eterna. Muitas capitais que acalentaram sonhos de grandeza num mundo globalizado, como Lisboa, Moscovo, etc., descobriram que tinham sete colinas. Exactamente sete colinas, como a Primeira Roma nas margens do rio Tibre.

Detalhe 'Pietà' de Carlo Crivelli
Agora, Moscovo alberga realmente uma extraordinária «Roma Æterna» – assim se chama, com o título em latim, a exposição de 42 peças do Museu Vaticano patentes na Galeria Tretyakov. As filas de visitantes dão a volta aos quarteirões para admirar obras-primas de Raffaello, Caravaggio, Bellini, Guercino, Perugino, Poussin, Reni, Forli... Além de que o Vaticano disponibilizou um elenco notável de obras-primas, que não costumam sair, sobretudo em tão grande número, a exposição celebra a ligação espiritual da Rússia à Igreja católica. O curador russo, Arkady Ippolitov, associa a arte à fé: «o conceito dos Museus Vaticanos expressa o que Roma é». A Roma Eterna «não é apenas uma cidade, não é uma capital, mas o núcleo da história europeia e a quintessência, o que há de melhor, no espírito europeu».

A sala principal da exposição reproduz a planta da praça de S. Pedro. A primeira peça é a «Bênção de Cristo», do século XII. Outras peças importantes são as «Lamentações de Cristo Morto», de Bellini e de Crivelli: aconselho uma visita aos comentários da Maria Zarco (http://adeus-ate-ao-meu-regresso.blogspot.pt/2016/12/vai-um-gin-do-peters_27.html). O último quadro da exposição é «As observações astronómicas», de Creti, pintado para convencer o Papa Clemente XI a financiar a construção de um observatório astronómico em Bolonha (a manobra promocional surtiu efeito!).

A iniciativa da exposição «Roma Æterna» partiu do encontro do Papa Francisco com Vladimir Putin, em 2013, e completar-se-á quando, no final de 2017, uma colecção de obras da Galeria Tretyakov visitar o Vaticano, «como testemunho de amizade entre a Igreja Ortodoxa e a Igreja Católica».

Dentro de Itália, além dos bombeiros vaticanos que acorreram a socorrer as vítimas dos recentes terramotos, a Directora do Museu Vaticano, Barbara Jatta, anunciou que uma vintena dos 65 restauradores do Museu se voluntariou para se deslocar às cidades afectadas, para ajudar a recuperar o património artístico no local. Ao mesmo tempo, o Governo italiano enviou para as oficinas de restauro do Vaticano as peças de maior valor.

Colaborando em todas as direcções, o Museu Vaticano quer fazer destas palavras do Papa Francisco, uma espécie de lema: «a beleza une-nos».

Um dos projectos internacionais anunciados pelo Museu Vaticano é trazer uma exposição a Lisboa por ocasião da visita do Papa Francisco a Fátima, em Maio. Já marquei na agenda.
José Maria C.S. André
15-I-2017
Spe Deus

sábado, 14 de janeiro de 2017

O Evangelho de Domingo dia 15 de janeiro de 2016

No dia seguinte João viu Jesus, que vinha ter com ele, e disse: «Eis o Cordeiro de Deus, eis O que tira o pecado do mundo. Este é Aquele de Quem eu disse: Depois de mim vem um homem que é superior a mim, porque era antes de mim, eu não O conhecia, mas vim batizar em água, para Ele ser reconhecido em Israel». João deu este testemunho: «Vi o Espírito descer do céu em forma de pomba e repousou sobre Ele. Eu não O conhecia, mas O que me mandou batizar em água, disse-me: Aquele sobre quem vires descer e repousar o Espírito, esse é O que batiza no Espírito Santo. Eu O vi, e dei testemunho de que Ele é o Filho de Deus».

Jo 1, 29-34