Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sábado, 14 de janeiro de 2017

São Josemaría Escrivá nesta data em 1932

Depois de acompanhar uma doente, no momento da morte, escreve: “Bendita seja a dor. – Amada seja a dor. – Santificada seja a dor... Glorificada seja a dor!”

Absoluta confiança e fé em Deus

«Em tudo somos oprimidos, mas não sucumbimos. Vivemos em completa penúria, mas não desesperamos. Somos perseguidos, mas não ficamos desamparados. Somos abatidos, mas não somos destruídos».

(São Paulo 2 Cor 4, 8-9)

«Tidos por impostores, somos, no entanto, sinceros; por desconhecidos, somos bem conhecidos; por agonizantes, estamos com vida; por condenados e, no entanto, estamos livres da morte. Somos julgados tristes, nós que estamos sempre contentes; indigentes, porém enriquecendo a muitos; sem posses, nós que tudo possuímos!»

(São Paulo 2 Cor 6, 8-10)

O Evangelho do dia 14 de janeiro de 2017

Foi outra vez para a beira mar. Todo o povo ia ter com Ele e Ele ensinava-os. Ao passar viu Levi, filho de Alfeu, sentado no banco dos cobradores de impostos, e disse-lhe: «Segue-Me». Ele, levantando-se, seguiu-O. Aconteceu que, estando Jesus sentado à mesa em casa dele, estavam também à mesma mesa com Jesus e os Seus discípulos muitos publicanos e pecadores; porque eram muitos que também O seguiam. Os escribas e fariseus, vendo que Jesus comia com os pecadores e publicanos, diziam aos discípulos: «Porque come e bebe o vosso Mestre com os publicanos e pecadores?». Ouvindo isto, Jesus disse-lhes: «Não têm necessidade de médico os sãos, mas os doentes; Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores».

Mc 2, 13-17

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

São Josemaría Escrivá aconteceu nesta data em 1902

Josemaría é baptizado em 1902, em Barbastro: Desse dia, guardou uma lembrança material permanente na sua residência de Roma: em 1957, o Cabido da Catedral e o Bispo de Barbastro, ofereceram-lhe as pedras da pia baptismal. Convenientemente restaurada, foi colocada no acesso da igreja prelatícia de Santa Maria da Paz, em Roma, com pia da água benta. Com frequência, ao passar junto dela, repetia: “Aqui me tornei cristão”. Gostava de recordar o seu baptismo e meditar sobre a recepção do dom da fé e o início da presença do Espírito Santo na alma, que começava a realizar de um modo misterioso, mas eficaz, o seu labor de santificação. “Ao trazer-te à Igreja – vem escrito em Forja -, Nosso Senhor pôs-te na alma um selo indelével, por meio do Baptismo: és filho de Deus. – Não o esqueças!”

O Evangelho do dia 13 de janeiro de 2017

Passados alguns dias, Jesus entrou outra vez em Cafarnaum, e soube-se que Ele estava em casa. Juntou-se muita gente, de modo que não se cabia, nem mesmo à porta. E Ele pregava-lhes a Palavra. Nisto chegaram alguns conduzindo um paralítico que era transportado por quatro homens. Como não pudessem levá-lo junto d'Ele por causa da multidão, descobriram o tecto na parte debaixo da qual estava Jesus e, tendo feito uma abertura, desceram o leito em que jazia o paralítico. Vendo Jesus a fé daqueles homens, disse ao paralítico: «Filho, são-te perdoados os pecados». Estavam ali sentados alguns escribas que diziam nos seus corações: «Como é que Ele fala assim? Ele blasfema. Quem pode perdoar pecados senão Deus?». Jesus, conhecendo logo no Seu espírito que eles pensavam desta maneira dentro de si, disse-lhes: «Porque pensais isto nos vossos corações? O que é mais fácil dizer ao paralítico: “São-te perdoados os pecados” ou dizer: “Levanta-te, toma o teu leito e anda”? Ora, para que saibais que o Filho do Homem tem na terra poder de perdoar os pecados, - disse ao paralítico -: Eu te ordeno: Levanta-te, toma o teu leito e vai para a tua casa». Imediatamente ele se levantou e, tomando o leito, retirou-se à vista de todos, de maneira que se admiraram e glorificaram a Deus, dizendo: «Nunca vimos coisa semelhante».

Mc 2, 1-12