Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

A época do pecado contra Deus Criador

"Na Europa, América, América Latina, África e alguns países da Ásia, há verdadeiras colonizações ideológicas. E uma delas – digo isto claramente com nome e sobrenome – é o género! Hoje às crianças – às crianças! – na escola ensinam isto: que o sexo cada um pode escolhê-lo. E porque ensinam isto? Porque os livros são os dos indivíduos e instituições que lhes dão dinheiro. Trata-se de uma colonização ideológica, apoiada também por países muito influentes. E isto é terrível. Falando com o Papa Bento XVI, que se encontra bem e com um pensamento claro, este dizia-me: 'Santidade, esta é a época do pecado contra Deus Criador!'. É inteligente! Deus criou o homem e a mulher; Deus criou o mundo assim, assim, assim... e nós estamos a fazer o oposto. Deus concedeu-nos um estado 'inculto', para que o fizéssemos transformar-se em cultura, mas depois, com esta cultura, fazemos coisas que nos levam a um estado 'inculto'! Devemos refletir naquilo que foi dito pelo Papa Bento XVI: 'estamos na época do pecado contra Deus Criador!’”

Papa Francisco aos bispos polacos em 27.07.2016 com tradução a partir do italiano de JPR

O Evangelho do dia 8 de agosto de 2016

Enquanto andavam pela Galileia, Jesus disse-lhes: «O Filho do Homem será entregue nas mãos dos homens, eles Lhe darão a morte, e ressuscitará ao terceiro dia». Eles entristeceram-se em extremo. Quando entraram em Cafarnaum, chegaram-se a Pedro os que recebiam a didracma, e disseram-lhe: «Vosso Mestre não paga a didracma?». Ele respondeu-lhes: «Sim». Quando Pedro entrou em casa, Jesus adiantou-Se, dizendo: «Que te parece, Simão? De quem recebem os reis da terra o tributo ou o imposto? De seus filhos, ou dos estranhos?». Ele respondeu: «Dos estranhos». Disse-lhe Jesus: «Logo os filhos estão isentos. Todavia, para que não os escandalizemos, vai ao mar e lança o anzol, e o primeiro peixe que vier, toma-o e, abrindo-lhe a boca, acharás dentro um estáter. Toma-o, e dá-lho por Mim e por ti»

Mt 17, 22-27

domingo, 7 de agosto de 2016

Bom Domingo do Senhor!

Não abrandemos a nossa vida espiritual e de entrega a Deus e ao próximo, estando sempre atentos como o Senhor nos sugere no Evangelho de hoje (Lc 12, 32-48) para a hora em que formos chamados ou da Sua vinda.

Anunciamos a Vossa morte, proclamamos a Vossa ressurreição, vinde Senhor Jesus!

«Estai preparados»

São Cipriano (c. 200-258), Bispo de Cartago e mártir
Sobre a unidade, 26-27

Era no nosso tempo que o Senhor estava a pensar quando disse: «Quando o Filho do Homem voltar, encontrará a fé sobre a terra?» (Lc 18, 8). Vemos realizar-se esta profecia. Já não acreditamos no temor de Deus, nem na lei da justiça, nem na caridade, nem nas boas obras. [...] Tudo aquilo que a nossa consciência temia, porque acreditava, deixou de temer, porque já não crê. Porque, se cresse, estaria vigilante; e, estando vigilante, salvar-se-ia.

Despertemos pois, meus irmãos muito queridos, tanto quanto formos capazes. Sacudamos o sono da nossa inércia. Velemos de forma a observar e a praticar os preceitos do Senhor. Sejamos como Ele nos recomendou que fossemos quando disse: «Estejam apertados os vossos cintos e acesas as vossas lâmpadas. Sede semelhantes aos homens que esperam o seu senhor ao voltar da boda, para lhe abrirem a porta quando ele chegar e bater. Felizes aqueles servos a quem o senhor, quando vier, encontrar vigilantes!».

Sim, permaneçamos vigilantes, com receio de que venha o dia da nossa partida e nos encontre tolhidos e empedernidos. Que a nossa luz brilhe e irradie em boas obras, que ela nos encaminhe da noite deste mundo para a luz e para a caridade eternas. Aguardemos com zelo e prudência a chegada súbita do Senhor, a fim de que, quando Ele bater à porta, a nossa fé esteja desperta para d'Ele receber a recompensa pela nossa vigilância. Se observarmos estas ordens, se retivermos estes conselhos e estes preceitos, as manhas enganosas do Acusador não conseguirão atingir-nos durante o sono. Mas, reconhecidos como servos vigilantes, reinaremos com Cristo triunfador.

sábado, 6 de agosto de 2016

O Evangelho de Domingo dia 7 de agosto de 2016

Não temais ó pequenino rebanho, porque foi do agrado do vosso Pai dar-vos o reino. Vendei o que possuís e dai esmola; fazei para vós bolsas que não envelhecem, um tesouro inesgotável no céu, onde não chega o ladrão, nem a traça corrói. Porque onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração. «Estejam cingidos os vossos rins e acesas as vossas lâmpadas. Fazei como os homens que esperam o seu senhor quando volta das núpcias, para que, quando vier e bater à porta, logo lha abram. Bem-aventurados aqueles servos, a quem o senhor quando vier achar vigiando. Na verdade vos digo que se cingirá, os fará pôr à sua mesa e, passando por entre eles, os servirá. Se vier na segunda vigília, ou na terceira, e assim os encontrar, bem-aventurados são aqueles servos. Sabei que, se o pai de família soubesse a hora em que viria o ladrão, vigiaria sem dúvida e não deixaria arrombar a sua casa. Vós, pois, estai preparados porque, na hora que menos pensais, virá o Filho do Homem». Pedro disse-lhe: «Senhor, dizes esta parábola só para nós ou para todos?». O Senhor respondeu: «Quem é o administrador fiel e prudente que o senhor estabelecerá sobre as pessoas da sua casa, para dar a cada um, a seu tempo, a ração alimentar? Bem-aventurado aquele servo a quem o senhor, quando vier, achar procedendo assim. Na verdade vos digo que o constituirá administrador de tudo quanto possui. Porém, se aquele servo disser no seu coração: O meu senhor tarda em vir, e começar a espancar os criados e as criadas, a comer, a beber e a embriagar-se, chegará o senhor desse servo, no dia em que ele não o espera, e na hora em que ele não sabe; castigá-lo-á severamente e pô-lo-á à parte com os infíeis. Aquele servo, que conheceu a vontade do seu senhor e nada preparou, e não procedeu conforme a sua vontade, levará muitos açoites. Quanto àquele que, não a conhecendo, fez coisas dignas de castigo, levará poucos açoites. Porque a todo aquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido; e aquele a quem muito confiaram, mais contas lhe pedirão.

Lc 12, 32-48