Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sábado, 18 de junho de 2016

O Evangelho do dia 18 de junho de 2016

«Ninguém pode servir a dois senhores: porque ou há-de odiar um e amar o outro, ou há-de afeiçoar-se a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas. «Portanto vos digo: Não vos preocupeis, nem com a vossa vida, acerca do que haveis de comer, nem com o vosso corpo, acerca do que haveis de vestir. Porventura não vale mais a vida que o alimento, e o corpo mais que o vestido? Olhai para as aves do céu que não semeiam, nem ceifam, nem fazem provisões nos celeiros, e, contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura não valeis vós muito mais do que elas? Qual de vós, por mais que se afadigue, pode acrescentar um só côvado à duração da sua vida? «E porque vos inquietais com o vestido? Considerai como crescem os lírios do campo: não trabalham nem fiam. Digo-vos, todavia, que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles. Se, pois, Deus veste assim uma erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós, homens de pouca fé? Não vos aflijais, pois, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Com que nos vestiremos? Os gentios é que procuram com excessivo cuidado todas estas coisas. Vosso Pai sabe que tendes necessidade delas. Buscai, pois, em primeiro lugar, o reino de Deus e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão dadas por acréscimo.  Não vos preocupeis, pois, pelo dia de amanhã; o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia bastam os seus trabalhos. Não vos preocupeis, pois, pelo dia de amanhã; o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia bastam os seus trabalhos.

Mt 6, 24-34

sexta-feira, 17 de junho de 2016

A corrente de ouro*

Corrente e relógio usados por Winston Churchill
Este ano, numa conferência sobre a Magna Carta na Torre do Tombo, João Carlos Espada resumiu a filosofia política churchilliana com uma conhecida citação acerca da “corrente de ouro” que une “passado e presente, tradição e progresso”.
O que pretendo demonstrar é que Portugal, desde a revolução democrática a 25 de abril de 1974, também poderá ter concebido uma corrente de ouro. Invisível, sem autor único, de lenta gestação e com a instabilidade típica daquilo que é jovem.
A nossa corrente de ouro seria, obviamente, diferente da britânica. Temos culturas e histórias diferentes. No entanto, não creio que a importância desta seja menor ou menos vital para o futuro. 
O debate na evolução das nossas políticas de costumes tende a ser feito num saudável jogo de tensão entre mentalidade progressista e valores cristãos. É essa conversa, relembrando Churchill, que une “tradição e progresso”, salvaguardando uma democracia informada e moderada.
A gerigonça (N. 'Spe Deus': nome dado aos acordos de incidência parlamentar que sustentam o atual governo de Portugal). ameaça romper essa corrente de ouro. Porquê? António Costa compra o europeísmo do seu governo subornando o Bloco de Esquerda com causas fraturantes. Por cada rigidez orçamental, uma lei do Bloco. É assim que anda a gerigonça: as leis são feitas a correr, ninguém as discute como deve ser, ninguém ouve a sociedade civil, ninguém dá tempo.  
Talvez a pressa se deva à noção do tempo de vida destes acordos à esquerda, mas um primeiro-ministro pagar apoios com leis é uma prática grave que dá poder desproporcional a um BE com apenas 10% dos votos das últimas eleições.
A questão, aqui, não é se somos contra ou a favor das chamadas “causas fraturantes”. Deixo isso para os ativistas e para outra crónica. A questão é sobre a inconsciência democrática – e consequente irresponsabilidade social – que representa a compulsão legisladora da geringonça João Miguel Tavares, por exemplo, concorda com a adoção por casais homossexuais, mas discorda do modo como foi discutida. Mais recentemente, a PMA (N. 'Spe Deus': Procriação Medicamente Assistida) foi aprovada ignorando qualquer preocupação dos médicos do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida. 
A ideia de mudar o nome do cartão de cidadão por ser “machista” foi a prova do ridículo disto tudo. Quando é o Partido Comunista a servir de moderador na evolução dos costumes é porque algo não está bem. As sufragistas que conseguiram o voto das mulheres não levaram pancada da polícia para as pseudofeministas do BE brincarem com o dicionário em nome da sua causa. As mulheres que continuam a receber menos que homens a fazer o mesmo trabalho não são representadas por estas infantilidades. São insultadas por estas infantilidades.
É do pior populismo que se pode fazer aquele que desrespeita os que verdadeiramente lutaram por direitos, assim convertidos em propaganda.
Devemos olhar para este fenómeno como um apogeu da hipocrisia. A esquerda queixa-se da falta de escrutínio democrático da União Europeia, mas durante meses reuniu-se secretamente nas caves de S. Bento. A esquerda grita pela “soberania do parlamento”, mas recusa-se a usá-lo para aquilo que ele serve: debate público.
Achar que um adolescente de 16 anos deve mudar de sexo sem conversar com um psiquiatra é uma loucura e desvaloriza a autonomia que se obtém com a maioridade. Historicamente, o PS é um partido que aprecia o Estado. Eu espero não o ver corromper a sua função zeladora, trocando crianças por orçamentos retificativos.
Se for esperto, Costa espera até ter de subir o IVA para 25%. Aí poderemos todos relaxar sobre a legalização da prostituição. O nosso parlamento já estará convertido num bordel em que se vendem leis por desejos e se esquece a responsabilidade da liberdade.
Sebastião Bugalho
* Titulo e seleção de imagem da responsabilidade do editor do 'Spe Deus' com a concordância prévia do autor do texto, título original "Traficantes de causas fracturantes"

O Evangelho do dia 17 de junho de 2016

«Não acumuleis para vós tesouros na terra, onde a ferrugem e a traça os consomem, e onde os ladrões arrombam as paredes e roubam. Entesourai para vós tesouros no céu, onde nem a ferrugem nem a traça os consomem, e onde os ladrões não arrombam as paredes nem roubam. Porque onde está o teu tesouro, aí está também o teu coração. «O olho é a lâmpada do corpo. Se o teu olho for são, todo o teu corpo terá luz. Mas, se teu olho for malicioso todo o teu corpo estará em trevas. Se, pois, a luz que há em ti é trevas, quão tenebrosas serão essas trevas!

Mt 6, 19-23

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Missa Solene por ocasião da festa litúrgica de S. Josemaria presidida por D. Manuel Clemente


O Evangelho do dia 16 de junho de 2016

Nas vossas orações não useis muitas palavras como os gentios, os quais julgam que serão ouvidos à força de palavras. Não os imiteis, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes que vós Lho peçais. «Vós, pois, orai assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o Teu nome. «Venha o Teu reino. Seja feita a Tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso supersubstancial nos dá hoje. Perdoa-nos as nossas dívidas assim como nós perdoamos aos nossos devedores. E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal. «Porque, se vós perdoardes aos homens as suas ofensas, também o vosso Pai celeste vos perdoará. Mas, se não perdoardes aos homens, também o vosso Pai não perdoará as vossas ofensas.

Mt 6, 7-15