Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sábado, 9 de janeiro de 2016

O Evangelho de Domingo dia 10 de janeiro de 2016

Estando o povo na expectativa e pensando todos nos seus corações que talvez João fosse o Cristo, João respondeu, dizendo a todos: «Eu, na verdade, baptizo-vos em água, mas virá um mais forte do que eu, a Quem não sou digno de desatar as correias das sandálias; Ele vos baptizará no Espírito Santo e no fogo; Ora aconteceu que, recebendo o batismo todo o povo, foi baptizado também Jesus, e estando em oração, abriu-se o céu e desceu sobre Ele o Espírito Santo em forma corpórea como uma pomba. E ouviu-se do céu esta voz: «Tu és o Meu Filho muito amado; em Ti pus as Minhas complacências».

Lc 3, 15-16.21-22

O Evangelho do dia 9 de janeiro de 2016

Depois disto, foi Jesus com os Seus discípulos para a terra da Judeia. Convivia com eles e baptizava. João estava também a baptizar em Enon, junto a Salim, porque havia ali muita água e o povo concorria para ser baptizado. João ainda não tinha sido metido na prisão. Levantou-se uma questão entre os discípulos de João e um judeu acerca da purificação. Foram ter com João e disseram-lhe: «Mestre, O que estava contigo além Jordão, de Quem tu deste testemunho, ei-l'O que está a baptizar e todos vão a Ele». João respondeu: «O homem não pode receber coisa alguma se lhe não for dada do céu. Vós próprios sois testemunhas de que vos disse: Eu não sou o Cristo, mas fui enviado diante d'Ele. O que tem a esposa é o esposo, mas o amigo do esposo, que está ao lado e o ouve, enche-se de gozo com a voz do esposo. Esta é a minha alegria e ela é perfeita. Convém que Ele cresça e eu diminua.

Jo 3, 22-30

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Nenhuma circunstancia poderá jamais justificar actos de terrorismo

Não á violência em nome de Deus: é o que reafirmou o Papa agora Emérito em 2011, numa carta enviada ao arcebispo de Nova Iorque Cardeal Timothy Dolan por ocasião do decimo aniversario dos atentados de 11 de Setembro.

Uma vez mais deve ser afirmado sem equívocos que nenhuma circunstância poderá jamais justificar actos de terrorismo. Bento XVI reafirmou com força o que já afirmara noutras circunstâncias: não se pode usar a violência em nome de Deus. A tragédia daquele dia – escreveu de facto Bento XVI é agravada pela pretensão dos autores do atentado de agir em nome de Deus. Mas cada vida humana – prossegue a mensagem – é preciosa aos olhos de Deus e portanto não se devem poupar esforços na tentativa de promover no mundo um respeito genuíno pelos direitos inalienáveis e a dignidade das pessoas e dos povos onde quer que se encontrem.

Dirigindo o seu pensamento às tantas vidas inocentes perdidas naquele ataque brutal o Papa confia – as á misericórdia infinita de Deus invocando a consolação sobre todos aqueles que foram atingidos pela perda dos próprios entes queridos.

Bento XVI louvou depois o povo americano pela coragem e generosidade que mostrou nas operações de socorro e pela prontidão em seguir em frente com esperança e confiança. Finalmente eleva a sua oração ardente para que um empenho firme pela justiça e uma cultura global de solidariedade contribua para libertar o mundo das reivindicações que tantas vezes são causa de violência, criando ao mesmo tempo as condições para uma maior paz e prosperidade na perspectiva de um futuro mais luminoso e mais seguro.

Rádio Vaticano em 2011

O Evangelho do dia 8 de janeiro de 2016

Sucedeu que, encontrando-se Jesus numa cidade, apareceu um homem cheio de lepra, o qual, vendo Jesus, prostrou-se com o rosto por terra e suplicou-Lhe: «Senhor, se Tu queres, podes limpar-me». Ele, estendendo a mão, tocou-o, dizendo: «Quero, sê limpo!». Imediatamente desapareceu dele a lepra. Jesus ordenou-lhe que a ninguém o dissesse. «Mas vai, disse-lhe, mostra-te ao sacerdote, e oferece pela tua cura o que foi ordenado por Moisés, para lhes servir de testemunho». Entretanto difundia-se cada vez mais a fama do Seu nome; e concorriam grandes multidões para O ouvir e ser curadas das suas doenças.16 Mas Ele retirava-Se para lugares desertos, e fazia oração.

Lc 5, 12-16

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

O Evangelho do dia 7 de janeiro de 2016

Voltou Jesus, sob o impulso do Espírito, para a Galileia, e a Sua fama divulgou-se por toda a região circunvizinha. Ensinava nas suas sinagogas e era aclamado por todos. Foi a Nazaré, onde Se tinha criado, entrou na sinagoga, segundo o Seu costume, em dia de sábado, e levantou-Se para fazer a leitura. Foi-Lhe dado o livro do profeta Isaías. Quando desenrolou o livro, encontrou o lugar onde estava escrito: “O Espírito do Senhor repousou sobre Mim; pelo que Me ungiu para anunciar a boa nova aos pobres; Me enviou para anunciar a redenção aos cativos, e a recuperação da vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a pregar um ano de graça da parte do Senhor”. Tendo enrolado o livro, deu-o ao encarregado, e sentou-Se. Os olhos de todos os que se encontravam na sinagoga estavam fixos n'Ele. Começou a dizer-lhes: «Hoje cumpriu-se este passo da Escritura que acabais de ouvir». E todos davam testemunho em Seu favor, e admiravam-se das palavras de graça que saíam da Sua boca, e diziam: «Não é este o filho de José?».

Lc 4, 14-22