Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sábado, 4 de julho de 2015

O jejum dos amigos do noivo

São Pedro Crisólogo (c. 406-450), bispo de Ravena, doutor da Igreja 

«Porque é que nós e os fariseus jejuamos e os Teus discípulos não jejuam?» Porquê? Porque, para vós, o jejum pertence à lei e não é um dom espontâneo. O jejum em si mesmo não tem valor, o que conta é o desejo de quem jejua. Que proveito pensais ganhar jejuando contrariados e forçados? O jejum é um arado maravilhoso para lavrar o campo da santidade: converte os corações, desenraíza o mal, arranca o pecado, enterra o vício, semeia a caridade; mantém a fecundidade e prepara a colheita da inocência. Os discípulos de Cristo estão colocados no coração do campo maduro da santidade: recolhem molhos de virtudes e gozam do Pão da nova colheita; por conseguinte, não podem praticar jejuns doravante prescritos. [...] 

«Porque é que os Teus discípulos não jejuam?» O Senhor responde-lhes: «Porventura podem os convidados para as núpcias estar tristes, enquanto o esposo está com eles?» Aquele que toma mulher põe o jejum de lado, abandona a austeridade; entrega-se totalmente à alegria, participa nos banquetes; mostra-se em tudo afectuoso, delicado e alegre; faz tudo o que a sua afeição pela esposa lhe inspira. Cristo celebrava as Suas núpcias com a Igreja: por isso, tomava parte nas refeições, não recusava convites; cheio de benevolência e de amor, mostrava-Se humano, acessível, amável. É que Ele desejava unir o homem a Deus, e fazer dos Seus companheiros membros da família divina.

O Evangelho do dia 4 de julho de 2015

Então foram ter com Ele os discípulos de João e disseram-Lhe: «Qual é a razão por que nós e os fariseus jejuamos e os Teus discípulos não jejuam?». Jesus respondeu-lhes: «Porventura podem estar tristes os companheiros do esposo, enquanto o esposo está com eles? Mas virão dias em que lhes será tirado o esposo e então eles jejuarão. Ninguém deita um remendo de pano novo em vestido velho, porque este remendo levaria consigo uma parte do vestido e ficava pior o rasgão. Nem se deita vinho novo em odres velhos; doutro modo rebentam os odres, derrama-se o vinho e perdem-se os odres. Mas deita-se o vinho novo em odres novos; e assim ambas as coisas se conservam».

Mt 9, 14-17

sexta-feira, 3 de julho de 2015

HINO (Breviário / Laudes)

Aceitai benignamente,
São Tomé, todo o louvor
Que à vossa glória de Apóstolo
As nossas almas proclamam.

Seguindo os passos de Cristo,
Confessastes estar pronto
A verter por Ele o sangue
No sacrifício da vida.

Veio depois o momento
Da vossa incredulidade:
– «Só creio se vir os cravos
Das chagas do meu Senhor».

Mas apenas ressoou
A voz do Ressuscitado,
Logo acordastes, clamando:
«Ó meu Senhor e meu Deus!».

Também convosco adoramos
O Mestre do amor divino:
Avivai a nossa fé
Com o vosso testemunho.

E por vossa intercessão,
Ao fim da grande jornada,
Possam ver os nossos olhos
Jesus Cristo em plena glória.

COMO TOMÉ!

Anda, aproxima-te e coloca a tua mão no meu lado e nas minhas mãos. Não sejas incrédulo.

Mas, Senhor, eu não sou incrédulo! Eu acredito!

Ó meu Joaquim, procura lá bem dentro do teu coração, se não tens dúvidas, se por vezes não pensas que tudo isto parece uma “história” impossível?

Ó Senhor, assim não vale! Tu lês o meu coração, Tu conheces os meus pensamentos!

Pois conheço, Joaquim, por isso Eu te questiono, por isso Eu te provoco, por isso Eu te provo, para que cada vez mais Eu seja uma certeza na tua vida.

Eu sei, Senhor, eu sei! Por isso Te amo tanto! Porque não me queres deixar entrar na rotina de uma fé vivida sem amor, sem chama, sem sentido.

Vês, se não te chamasse agora viverias o dia de hoje com apenas uma “recordação” de Mim. Mas chamei-te, e assim pudeste “ver-me”, porque se te abriram os olhos do coração, os olhos do amor, e assim acreditaste sem ver.

Meu Senhor e meu Deus!

Monte Real, 3 de Julho de 2014

O Evangelho do dia 3 de julho de 2015

Tomé, um dos doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. Os outros discípulos disseram-lhe: «Vimos o Senhor!». Mas ele respondeu-lhes: «Se não vir nas Suas mãos a abertura dos cravos, se não meter a minha mão no Seu lado, não acreditarei». Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez em casa e Tomé com eles. Veio Jesus, estando as portas fechadas, colocou-Se no meio deles e disse: «A paz esteja convosco». Em seguida disse a Tomé: «Mete aqui o teu dedo e vê as Minhas mãos, aproxima também a tua mão e mete-a no Meu lado; e não sejas incrédulo, mas fiel!». Respondeu-Lhe Tomé: «Meu Senhor e Meu Deus!». Jesus disse-lhe: «Tu acreditaste, Tomé, porque Me viste; bem-aventurados os que acreditaram sem terem visto».

Jo 20, 24-29