Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sábado, 27 de junho de 2015

«Muitos virão do Oriente e do Ocidente sentar-se à mesa do banquete no Reino do Céu»


Catecismo da Igreja Católica 
§§ 830-835

A Igreja é católica: a palavra «católica» significa «universal» no sentido de «segundo a totalidade» ou «segundo a integralidade» «A Igreja é católica em duplo sentido: é católica porque nela Cristo está presente. 'Onde está Cristo Jesus, está a Igreja católica'.» (Santo Inácio de Antioquia); nela subsiste a plenitude do Corpo de Cristo unido à sua Cabeça (Ef 1,22-23). [...] Neste sentido fundamental, a Igreja era católica no dia de Pentecostes e sê-lo-á sempre, até o dia da Parusia.

Ela é católica porque é enviada em missão por Cristo à universalidade do género humano (Mt 28,19). «Todos os homens são chamados a pertencer ao novo Povo de Deus. Por isso este Povo, permanecendo uno e único, deve estender-se a todo o mundo e por todos os tempos, para que se cumpra o desígnio da vontade de Deus, que no início formou uma natureza humana e finalmente decretou congregar os Seus filhos que estavam dispersos». (Vaticano II, LG 13). [...]

Cada igreja particular é católica. [...] Essas Igrejas particulares «são formadas à imagem da Igreja universal; é nelas e a partir delas que existe a Igreja católica una e única» (LG 23). As Igrejas particulares são plenamente católicas pela comunhão com uma delas: a Igreja de Roma, «que preside à caridade» (Santo Inácio de Antioquia). «Pois com esta Igreja, em razão da sua origem mais excelente, deve necessariamente concordar cada Igreja, isto é, os fiéis de toda a parte» (Santo Ireneu). [...] A rica variedade de disciplinas eclesiásticas, de ritos litúrgicos, de patrimónios teológicos e espirituais próprios das Igrejas locais «mostra mais luminosamente a catolicidade da Igreja indivisa, devido à sua convergência na unidade» (LG 23).

O Evangelho do dia 27 de junho de 2015

Tendo entrado em Cafarnaum, aproximou-se d'Ele um centurião, e fez-Lhe uma súplica, dizendo: «Senhor, o meu servo jaz em casa paralítico e sofre muito». Jesus disse-lhe: «Eu irei e o curarei». Mas o centurião, respondeu: «Senhor, eu não sou digno de que entres na minha casa; diz, porém, uma só palavra, e o meu servo será curado. Pois também eu sou um homem sujeito a outro, mas tenho soldados às minhas ordens, e digo a um: “Vai”, e ele vai; e a outro: “Vem”, e ele vem; e ao meu servo: “Faz isto”, e ele o faz». Jesus, ouvindo estas palavras, admirou-Se, e disse para os que O seguiam: «Em verdade vos digo: Não achei fé tão grande em Israel. Digo-vos, pois, que virão muitos do Oriente e do Ocidente, e se sentarão com Abraão, Isaac e Jacob no Reino dos Céus, enquanto que os filhos do reino serão lançados nas trevas exteriores, onde haverá pranto e ranger de dentes». Então disse Jesus ao centurião: «Vai, seja feito conforme tu creste». E naquela mesma hora ficou curado o servo. Tendo chegado Jesus a casa de Pedro, viu que a sogra dele estava de cama com febre; e tomou-a pela mão, e a febre deixou-a, e ela levantou-se e pôs-se a servi-los. Pela tarde apresentaram-se muitos possessos do demónio, e Ele com a Sua palavra expulsou os espíritos e curou todos os enfermos; cumprindo-se deste modo o que foi anunciado pelo profeta Isaías, quando diz: “Ele mesmo tomou as nossas fraquezas e carregou com as nossas enfermidades”.

Mt 8, 5-17

sexta-feira, 26 de junho de 2015

São Josemaría dentro de mim

Perdoem-me se ao falar da minha pessoa vos possa parecer um ato de vaidade e de enaltecimento pessoal, mas creiam-me que não é essa a minha intenção, mas sim compartilhar convosco o meu amor a S. Josemaría Escrivá, a quem eu apenas permiti que entrasse na minha vida há cerca de dez anos.

Contrariamente a um Sacerdote, que muito admiro e respeito, e que na sua juventude sentiu como uma explosão espiritual quando leu pela primeira vez o Caminho, sim a primeira vez, porque o Caminho lê-se, relê-se e consulta-se toda a vida, comigo deu-se um processo de primeiro estranhar-se a linguagem direta, apaixonada e incisiva do seu legado escrito, que depois se entranhou de tal maneira, que espiritualmente sinto a necessidade de ler e consultá-lo por temas assiduamente.

Procuro modestamente contribuir para a divulgação dos textos de S. Josemaría, na esperança que eles possam ter o mesmo impacto que tiveram junto de milhares e milhares de pessoas. Atualmente uso como ferramenta de divulgação diversas plataformas na internet, que em boa hora os sites de S. Josemaría Escrivá http://www.pt.josemariaescriva.info/ e do Opus Dei http://www.opusdei.pt/ introduziram a possibilidade de compartilhar nesta plataforma, dando assim uma maior visibilidade e possibilidade de divulgação da sua vida e obra.

Espiritualmente não sigo nenhuma regra rígida, mas todos os dias logo pela manhã recorro à sua intercessão para me ajudar a aumentar a minha Fé e a amar mais e mais o Senhor e durante dia quando confrontado com as múltiplas situações próprias da minha vida corrente, recorro de memória a reflexões que li nas suas obras e procura corrigir intenções e transformá-las em atos de louvor a Deus, aspecto em que S. Josemaría foi e é, pois ele vive nos seus textos e na nossa alma, um grande mestre ao fazê-lo com amor e simplicidade inexcedível.

Hoje, dia 26 de Junho dia da sua festa litúrgica não poderei participar na Solene Concelebração Eucarística, momento alto em que costumo estar presente como humilde fiel na Sagrada Eucaristia e escutar a voz de quem ama certamente muito mais do que eu S. Josemaría e com quem vou descobrindo um cantinho não descortinado na vida e obra do Santo da minha devoção, Josemaría Escrivá de Balaguer, mas a ausência será apenas física pois estarei em comunhão espiritual.

Louvado seja Deus Nosso Senhor pelo Santo que deu a volta à minha vida!

JPR
(texto escrito em 25.06.2013 e adaptado em detalhes para a data de hoje)

«Jesus estendeu a mão e tocou-o»

Beata Teresa de Calcutá (1910-1997), fundadora das Irmãs Missionárias da Caridade
«A Simple Path»


Atualmente, a doença mais terrível do Ocidente não é a tuberculose nem a lepra; é sentimo-nos indesejados, não amados, abandonados. Sabemos tratar as doenças do corpo pela medicina, mas o único remédio para a solidão, a angústia e o desespero é o amor. São muitas as pessoas que morrem por falta de um pedaço de pão, mas são muitas mais as que morrem por falta de um pouco de amor. A pobreza no Ocidente é outro tipo de pobreza: não é apenas pobreza de solidão, mas também de espiritualidade. Existe fome de amor como existe fome de Deus.

O Evangelho do dia 26 de junho de 2015

Tendo Jesus descido do monte, seguiu-O uma grande multidão. E eis que, aproximando-se um leproso, se prostrou, dizendo: «Senhor, se Tu quiseres, podes curar-me». Jesus, estendendo a mão, tocou-o, dizendo-lhe: «Quero, sê curado». E logo ficou curado da sua lepra. E Jesus disse-lhe: «Vê, não o digas a ninguém, mas vai, mostra-te ao sacerdote, e faz a oferta que Moisés preceituou em testemunho da tua cura».

Mt 8, 1-4