Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

terça-feira, 8 de abril de 2014

Recorrer ao perdão de Deus

S. Paulo animava os cristãos a revestir-se de Nosso Senhor Jesus Cristo [4]. E é precisamente no Sacramento da Penitência que tu e eu nos revestimos de Jesus Cristo e dos Seus merecimentos [5], escreveu S. Josemaria. Conduzido pelo seu exemplo e pelas suas palavras, D. Álvaro insistia também na necessidade de nos prepararmos com esmero para receber este Sacramento. Estava bem convencido de que as pessoas hão-de ouvir as propostas do Senhor, que a todos chama à santidade, se procuram caminhar, com determinação e com paz, pelas sendas da graça, guiados por Deus. «Por isso – acrescentava – o apostolado da confissão ganha uma particular relevância. Só quando existe uma amizade habitual com o Senhor, amizade que se fundamenta no dom da graça santificante, é que as almas estão em condições de perceber o convite que Jesus Cristo nos faz: se alguém Me quer seguir…(Mt 16,24)» [6].

Agora, perto já da Semana Santa, podemos examinar-nos sobre o modo como aproveitámos pessoalmente este meio de santificação, como o estamos a difundir entre os nossos conhecidos, como cuidamos dele ao longo do ano. A próxima canonização de João Paulo II faz-me lembrar a frequência com que este santo Pontífice comentava que os fiéis da Prelatura do Opus Dei receberam o carisma da Confissão: uma graça especial de Deus para aproximar muitas almas deste tribunal de misericórdia e de perdão, e assim recuperarem a alegria cristã. Não afrouxemos nesta tarefa de recorrer ao perdão de Deus, de nos mantermos na Sua amizade.

[4]. Cfr. Rm 13, 14.
[5]. S. Josemaria, Caminho, n. 310.
[6]. D. Álvaro del Portillo, Carta, 1-XII-1993.

(D. Javier Echevarría, Prelado do Opus Dei na carta do mês de abril de 2014)

© Prælatura Sanctæ Crucis et Operis Dei

Sem Maria não chegaremos espiritualmente a Deus

«Porque o “sim” de Maria á tão imaculado e perfeito, a sua imitação e veneração não constitui qualquer espécie de espiritualidade separada. É o contrário que há que dizer: nenhuma espiritualidade aprovada na Igreja pode permitir-se pretender chegar a Deus passando ao lado deste modelo de perfeição cristã e não sendo também mariana.»

(Hans Urs von Balthasar in ‘Maria primeira Igreja’ – Joseph Ratzinger e Hans Urs von Balthasar, título da responsabilidade do autor do blogue)

«Quando tiverdes erguido ao alto o Filho do Homem, então ficareis a saber que Eu sou» por São João Crisóstomo

São João Crisóstomo (c. 345-407), Bispo de Antioquia e, mais tarde, de Constantinopla, Doutor da Igreja. 
Catequeses baptismais, n° 3, 16ss.

Queres saber que força se esconde no sangue de Cristo? Vê de onde foi que ele começou a correr e qual é a sua origem: vem da cruz, do lado do Senhor. Estando Jesus já morto, diz o evangelho, mas ainda suspenso da cruz, veio um soldado «e abriu-Lhe o lado com um golpe de lança, e dele saiu sangue e água» (Jo 19, 33-34). Esta água era o símbolo do baptismo, e o sangue o símbolo dos mistérios eucarísticos. [...] Foi, pois, um soldado que Lhe abriu o lado, perfurando a muralha do templo santo; e eu encontrei este tesouro, e fiz dele a minha fortuna. [...]

«E dele saiu sangue e água». Não passes com indiferença por este mistério. [...] Já te disse que esta água e este sangue são símbolo do baptismo e dos mistérios eucarísticos. Ora, a Igreja nasceu destes dois sacramentos: deste banho do renascimento e da renovação no Espírito, ou seja, do baptismo, e dos mistérios. Mas os sinais do baptismo e dos mistérios saíram do lado de Cristo; consequentemente, Cristo constituiu a Igreja a partir do Seu lado, tal como formara Eva a partir do lado de Adão (Gn 2, 22).

É por isso que Paulo afirma: Somos da Sua carne e dos Seus ossos (cf Act 17, 29; Gn 2, 23), designando desse modo o lado do Senhor. Com efeito, assim como o Senhor tomou carne do lado de Adão para formar a mulher, assim também Cristo nos deu o sangue e a água do Seu lado para formar a Igreja. E, assim como retirou a carne do lado de Adão enquanto este dormia, assim também nos deu o sangue e a água depois da Sua morte [...], porque desde agora a morte é um simples sono. Vistes como foi que Cristo Se uniu à Sua esposa? Vistes que alimento nos dá a todos? Foi deste alimento que nascemos, é com ele que nos alimentamos. Assim como a mulher gera os filhos do seu próprio sangue e os alimenta com o seu leite, assim também Cristo alimenta constantemente com o Seu sangue aqueles que gerou.

O Evangelho do dia 8 de abril de 2014

Jesus disse-lhes mais: «Eu retiro-Me: vós Me buscareis, e morrereis no vosso pecado. Para onde Eu vou, vós não podeis ir». Diziam, pois, os judeus: «Será que Ele Se mate a Si mesmo, pois diz: Para onde Eu vou, vós não podeis ir?». Ele disse-lhes: «Vós sois cá de baixo, Eu sou lá de cima. Vós sois deste mundo, Eu não sou deste mundo. Por isso Eu vos disse que morreríeis nos vossos pecados; sim, se não crerdes que “Eu sou”, morrereis nos vossos pecados». Disseram-Lhe então eles: «Quem és Tu?». Jesus respondeu-lhes: «É exactamente isso que Eu vos estou a dizer. Muitas coisas tenho a dizer e a julgar a vosso respeito, mas O que Me enviou é verdadeiro e o que ouvi d'Ele é o que digo ao mundo». Eles não compreenderam que Jesus lhes falava do Pai. Jesus disse-lhes mais: «Quando tiverdes levantado o Filho do Homem, então conhecereis que “Eu sou” e que nada faço por Mim mesmo, mas que, como o Pai Me ensinou, assim falo. O que Me enviou está comigo, não Me deixou só, porque Eu faço sempre aquilo que é do Seu agrado». Dizendo estas coisas, muitos acreditaram n'Ele.

Jo 8, 21-30 

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Herói desconhecido

Se fossemos todos assim! Demos graças a Deus por aqueles cujo o modo de estar na vida é idêntico ao da personagem deste anúncio. (Pode ativar legendas em português, mas as imagens falam por si)