Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

A Santa Missa

D. Javier, colocar a Missa no centro da jornada é um formoso desafio. Porque é que vale a pena dar prioridade à Missa e qual é o segredo para a viver bem?

A Missa é acção de Deus, que nos permite participar na paixão, morte e ressurreição de Cristo, não como espetadores ou observadores, mas como co-protagonistas. Por isso, no título do livro quis usar a expressão “viver” a Santa Missa, que expressa bem o envolvimento total, humano e espiritual, que a Missa exige.

(D. Javier Echevarría, Prelado do Opus Dei, em entrevista ao semanário ‘Famiglia Cristiana’ no mês de março 2011)

O Pilar da minha vida terrena

Há 44 anos nesta data, o Senhor, pensava eu então do alto da minha soberba que tinha sido eu, perdoa-me Jesus por tamanha arrogância, ofereceu-me quem foi e é o Pilar da minha família e da minha vida terrena, união que concretizámos perante Deus muitos anos mais tarde no dia da Imaculada Conceição.

Com o passar dos anos e perante as dificuldades da vida tem-me aumentado este sentimento de gratidão para conTigo e para com ela, pelo que Te rogo a protejas e faças aproximar-se todavia mais de Ti e da Tua Igreja.

JPR

(texto escrito em 2012 apenas com o aumento do número de anos e que peço a Deus me permita republicá-lo por muitos e bons anos)

Maridos...

«Não és seu amo mas seu marido; não te foi dada como escrava, mas como mulher (…). Devolve-lhe as suas atenções para contigo e sê agradecido por ela e pelo seu amor»

(Santo Ambrósio - Exameron, V, 7,19)

«Maridos, amai as vossas mulheres e não as trateis com aspereza».

(São Paulo - Col 3, 20)

«Desde o principio da criação, Deus fê-los homem e mulher»

Imagem de 1980 com Andy Warhol
Beato João Paulo II (1920-2005), papa 
Audiência geral de 02/04/1980 (trad. Copyright © Libreria Editrice Vaticana)


Pelo facto de o Verbo de Deus Se ter feito carne, o corpo entrou, eu diria, pela porta principal na teologia. […] A encarnação – e a redenção que dela provém – tornou-se também a fonte definitiva da sacramentalidade do matrimónio. […] Muitos homens e muitos cristãos procuram no matrimónio o cumprimento da sua vocação. Muitos querem encontrar nele o caminho da salvação e da santidade.

Para eles é particularmente importante a resposta dada por Cristo aos fariseus, zeladores do Antigo Testamento. […] Com efeito, como é indispensável, no caminho desta vocação, a profunda consciência do significado do corpo, na sua masculinidade e feminilidade! Como é necessária uma consciência precisa do significado esponsal do corpo, do seu significado gerador – dado que tudo isto, que forma o conteúdo da vida dos esposos, deve encontrar constantemente a sua dimensão plena e pessoal na convivência, no comportamento e nos sentimentos! E isto ainda mais no contexto de uma civilização que permanece sobre a pressão de um modo de pensar e de julgar materialista e utilitário. […]

Como é significativo que Cristo, na resposta a todas estas perguntas, ordene ao homem que retorne, de certo modo, ao início da sua história teológica! Ele ordena-lhe que se coloque no limite entre a inocência-felicidade original e a herança da primeira queda. Porventura não quererá dizer-lhe, deste modo, que o caminho por onde conduz o homem, varão e mulher, no Sacramento do Matrimónio, isto é, o caminho da «redenção do corpo», deve consistir em recuperar esta dignidade em que se realiza, simultaneamente, o verdadeiro significado do corpo humano, o seu significado pessoal e «de comunhão»?

(Fonte: Evangelho Quotidiano)

O Evangelho do dia 28 de fevereiro de 2014

Saindo dali, foi Jesus para o território da Judeia, e além Jordão. Novamente as multidões se juntaram à volta d'Ele, e de novo as ensinava, segundo o Seu costume. Aproximando-se os fariseus, perguntavam-Lhe para O tentarem: «É lícito ao marido repudiar a mulher?». Ele respondeu-lhes: «Que vos mandou Moisés?». Eles responderam: «Moisés permitiu escrever libelo de repúdio e separar-se dela». Jesus disse-lhes: «Por causa da dureza do vosso coração é que ele vos deu essa lei. Porém, no princípio da criação, Deus fê-los homem e mulher. Por isso deixará o homem pai e mãe, e se juntará à sua mulher; e os dois serão uma só carne. Assim não mais são dois, mas uma só carne. Portanto, não separe o homem o que Deus juntou». Depois, em casa, os discípulos interrogaram-n'O novamente sobre o mesmo assunto. Ele disse-lhes: «Quem repudiar a mulher e se casar com outra comete adultério contra a primeira; e se a mulher repudiar o marido e se casar com outro comete adultério».

Mc 10, 1-12