Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Bispo que padece igualmente de cancro pede a Hugo Chávez que extirpe a soberba e o ódio para chegar ao Reino de Deus


O Bispo Emérito de Carora (Venezuela), D. Eduardo Herrera Riera, que padece de cancro em fase terminal, enviou uma carta pública ao presidente Hugo Chávez exortando-o a deixar a soberba, arrepender-se dos seus pecados e reparar as injustiças, se deseja compartilhar a "felicidade eterna no Reino de nosso Deus e Senhor".

Na carta, o Prelado recorda a Chávez que não basta dizer "Senhor, Senhor" para entrar em Céu, mas atuar segundo a vontade de Deus e reparar os danos cometidos, que no seu caso vai desde os encarceramentos injustos, às expropriações ilegais e "sua inexplicável predicação do ódio e da violência" que encheram de sangue a Venezuela.

O Bispo Emérito adverte ao Presidente venezuelano que estas injustiças foram impulsionadas pela soberba do mandatário, o pecado que condenou Lúcifer, o anjo que se tornou Satanás.

“Há uma frase de Jesus no Evangelho, que por certo acaba de ser citada pelo Cardeal Urosa na  Televisão, que diz: ‘Nem todo o que diz Senhor, Senhor, entrará no Reino dos Céus, mas o que cumpre a vontade de meu Padre Celestial’. O Sr. deu diversas demonstrações de fé e de confiança em Deus, chamando-o "Meu Deusinho", abraçando e beijando crucifixos, visitando o santuário do Santo Cristo de La Grita e muitas outras coisas do género.

“Se tudo isso foi feito com sinceridade, é muito louvável e aplaudo-o; mas, infelizmente, isso não basta para receber o perdão de Deus e entrar no reino dos céus. É estritamente necessário, além disso, reparar o mal e as injustiças que causaram às pessoas e às instituições, em que levado por sua soberba, cometeu em inumeráveis ocasiões”, disse o bispo.

“‘O grande pecado’ a sagrada escritura chama de soberba”, asseverou Dom Herrera.

“Como lhe dizia, senhor Presidente, O Sr. cometeu muitas e muito graves injustiças. Só para lhe recordar alguns casos mais emblemáticos: A injusta prisão de María de Lourdes Afiuni e a dos três comandantes da polícia; e assim como eles, inumeráveis casos mais que causaram graves sofrimentos aos próprios e às suas famílias”, escreveu.

“Se o Sr. quiser o perdão de Deus deve reparar e pagar sem demoras as centenas de afetados, sejam pessoas particulares ou instituições”, afirmou o bispo.

“Haveria, senhor Presidente, alguns outros pecados sobre os quais deveria chamar a sua atenção, mas não quero terminar sem fazer que o Sr. veja sua culpa em sua inexplicável negligência de enfrentar com decisão a horrorosa corrupção que assola a Venezuela, tanto assim muitos pensam que é cumplice nesses factos”.

“Dirijo-lhe esta já longa carta, publicamente, porque quero que a leiam também seus seguidores. Também eles, se querem salvar suas almas, têm a gravíssima obrigação de pedir com a maior sinceridade dos seus corações o perdão de Deus e reparar todas as tropelias e injustiças cometidas”, disse o prelado na carta dirigida ao presidente Chávez.

“Como o Sr. poderá apreciar, meu estimado Presidente, falei-lhe, possivelmente com muita rudeza, mas com o melhor e mais santo desejo de que algum dia nos encontremos gozando da felicidade eterna no Reino de venezuelano que também se encontra em tratamento de câncer.

(Fonte: ‘ACI Digital’ com adaptação de JPR)

«Jesus tomou os pães e, tendo dado graças, distribuiu-os»

Beato João Paulo II, Papa entre 1978 e 2005
Carta apostólica «Mane nobiscum domine», §§ 15-16

Não há dúvida de que a dimensão mais saliente da Eucaristia é a de banquete. A Eucaristia nasceu, na noite de Quinta-feira Santa, no contexto da ceia pascal. Traz, por conseguinte, inscrito na sua estrutura, o sentido da comensalidade: «Tomai, comei [...]. Tomou, em seguida, um cálice e [...] entregou-lho dizendo: Bebei dele todos» (Mt 26, 26.27). Este aspecto exprime bem a relação de comunhão que Deus quer estabelecer connosco e que nós mesmos devemos fazer crescer uns com os outros.

Todavia, não se pode esquecer que o banquete eucarístico tem também um sentido primária e profundamente sacrificial. Nele, Cristo torna presente para nós o sacrifício realizado de uma vez por todas no Gólgota. Embora aí presente como ressuscitado, Ele traz os sinais da Sua paixão, da qual cada Santa Missa é «memorial», como a liturgia nos recorda com a aclamação depois da consagração: «Anunciamos, Senhor, a Vossa morte, proclamamos a Vossa ressurreição». Ao mesmo tempo que actualiza o passado, a Eucaristia projecta-nos para o futuro da última vinda de Cristo, no final da história. Este aspecto escatológico dá ao sacramento eucarístico um dinamismo cativante, que imprime ao caminho cristão o passo da esperança.

Todas estas dimensões da Eucaristia se encontram num aspecto que, mais do que qualquer outro, põe à prova a nossa fé: é o mistério da presença «real». Com toda a tradição da Igreja, acreditamos que, sob as espécies eucarísticas, está realmente presente Jesus. Uma presença — como eficazmente explicou o Papa Paulo VI — que se diz «real», não por exclusão, como se as outras formas de presença não fossem reais, mas por antonomásia, enquanto por ela Se torna substancialmente presente Cristo completo, na realidade do Seu corpo e do Seu sangue. Por isso, a fé pede-nos para estarmos diante da Eucaristia com a consciência de que estamos na presença do próprio Cristo. É precisamente a Sua presença que dá às outras dimensões — de banquete, memorial da Páscoa, antecipação escatológica — um significado que ultrapassa, e muito, o de puro simbolismo. A Eucaristia é mistério de presença, mediante o qual se realiza, de modo excelso, a promessa que Jesus fez de ficar connosco até ao fim do mundo (Mt28, 20).

O Evangelho do dia 20 de Abril de 2012

Dizia isto para o experimentar, porque sabia o que havia de fazer. Filipe respondeu-Lhe: «Duzentos denários de pão não bastam para que cada um receba um pequeno bocado». Um de Seus discípulos, André, irmão de Simão Pedro, disse-Lhe: «Está aqui um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixes, mas que é isso para tanta gente?». Jesus, porém, disse: «Mandai sentar essa gente». Havia naquele lugar muita relva. Sentaram-se, pois; os homens em número de cerca de cinco mil. Tomou, então, Jesus os pães e, tendo dado graças, distribuiu-os entre os que estavam sentados; e igualmente distribuiu os peixes, tanto quanto quiseram. Estando saciados, disse aos Seus discípulos: «Recolhei os pedaços que sobraram para que nada se perca». Eles os recolheram, e encheram doze cestos de pedaços dos cinco pães de cevada, que sobraram aos que tinham comido. Vendo então aqueles homens o milagre que Jesus fizera, diziam: «Este é verdadeiramente o profeta que deve vir ao mundo». Jesus, sabendo que O viriam arrebatar para O fazerem rei, retirou-Se de novo, Ele só, para o monte.

Jo 6, 1-15

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Amar a Cristo...

Querido Santo Padre, quis Deus Nosso Senhor enviando o Divino Espírito Santo sobre os senhores cardeais reunidos em assembleia, que o Conclave te elegesse para Vigário de Jesus Cristo Nosso Senhor neste dia há sete anos. 
Na verdade é difícil de traduzir em palavras a gratidão ao Senhor e a vós também, por estes extraordinários anos de fiel amor e dedicação total a Jesus Cristo, que tem sido o vosso Magistério. 
Todos os dias rogo ao Senhor, e como eu haverá muitos milhões que o farão também, pela vossa saúde e formulo o pedido para que nos continues a conduzir por mais alguns anos, embora tenha a consciência que o cumprimento de todos os deveres inerentes à tão importante missão, aos quais não te eximes , devam ser em alguns momentos fisicamente difíceis para vós.
Que Deus nosso Senhor vos proteja e ilumine, permitindo assim que continues a nos catequizar e guiar na Sua Palavra!


JPR

Qui habitat in adiutorio altissimi (II)