Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Papa canoniza Luigi Guanella, herói da defesa da vida (vídeos em espanhol e inglês)

Papa canoniza a Madre Bonifácia, que trabalhou pela independência económica das mulheres (vídeos em espanhol e inglês)

'A Flauta Mágica' de Wolfgang Amadeus Mozart

“Deus não perde batalhas”

Se tiveres caído, levanta-te com mais esperança! Só o amor-próprio não entende que o erro, quando se rectifica, ajuda a conhecer-nos e a humilhar-nos. (Sulco, 724)

Para a frente, aconteça o que acontecer! Bem agarrado ao braço do Senhor, considera que Deus não perde batalhas. Se, por qualquer motivo, te afastas d'Ele, reage com a humildade de começar e de recomeçar; de fazer de filho pródigo todos os dias, inclusive repetidamente nas vinte e quatro horas do dia; de reconciliar o teu coração contrito na Confissão, verdadeiro milagre do Amor de Deus. Neste Sacramento maravilhoso, o Senhor limpa a tua alma e inunda-te de alegria e de força para não desanimares na tua luta e para voltares de novo sem cansaço a Deus, mesmo quando tudo te pareça obscuro. Além disso, a Mãe de Deus, que é também nossa Mãe, protege-te com a sua solicitude maternal e dá-te confiança no teu caminhar.

A sagrada Escritura adverte que até o justo cai sete vezes. Sempre que leio estas palavras, a minha alma estremece com um forte abalo de amor e de dor. Uma vez mais, vem o Senhor ao nosso encontro, com essa advertência divina, para nos falar da sua misericórdia, da sua ternura, da sua clemência, que nunca acabam. Estai seguros: Deus não quer as nossas misérias, mas não as desconhece e conta precisamente com essas debilidades para que nos façamos santos. (...)

Prostro-me diante de Deus e exponho-lhe claramente a minha situação. Logo tenho a segurança da sua assistência e oiço no fundo do meu coração o que ele me repete devagar: meus es tu!. Sabia – e sei – como és; para a frente! (Amigos de Deus, nn. 214–215)

São Josemaría Escrivá

A instância moral da Santa Sé não está condicionada por interesses políticos ou económicos nem pelas preocupações eleitorais: Bento XVI, ao novo Embaixador dos Países Baixos

O Santo Padre recebeu, nesta sexta-feira de manhã, no Vaticano, o novo Embaixador dos Países Baixos, Joseph Weterings, para a apresentação das Cartas Credenciais. No seu discurso, fazendo notar a especificidade das relações bilaterais existentes entre uma nação (Estado) e a Santa Sé, o Papa recordou que “a Santa Sé não é um poder económico ou militar”. E contudo, como observara na sua saudação o novo Embaixador, “a sua voz moral exerce no mundo considerável influência”. “Entre as razões para tal está precisamente o facto de a instância moral da Santa Sé não estar condicionada pelos interesses políticos ou económicos de um Estado-nação, ou pelas preocupações eleitorais de um partido. A sua contribuição para a diplomacia internacional consiste em grande parte em articular os princípios éticos que devem nortear a ordem social e política, chamando ao mesmo tempo a atenção para as necessidade de atuar para pôr termo às violações desses princípios”.


O ponto de vista da Sé Apostólica é, naturalmente, o da fé cristã, reconheceu o Papa , logo recordando porém que o cristianismo sempre indicou a razão e a natureza como fontes das normas sobre as quais se deve reger o Estado. “Atuando como uma voz dos sem-voz e defendendo os direitos dos indefesos, nomeadamente pobres, doentes, não nascidos, idosos e membros de grupos minoritários que sofrem discriminações injustas, a Igreja procura sempre promover a justiça natural como seu direito e seu dever”.


Mesmo reconhecendo com humildade que os seus membros nem sempre vivem segundo os padrões morais que ela propõe, a Igreja não pode deixar de continuar a exortar as pessoas, incluindo os seus membros, a procurar tudo o que está em sintonia com a justiça e a reta razão, opondo-se a tudo o que lhe é contrário.


Congratulando-se com a afirmação do novo Embaixador holandês, de que o seu governo entende promover a liberdade de religião, Bento XVI recordou quanto esta questão lhe está a peito e fez notar que não são só os constrangimentos legais a ameaçar a liberdade religiosa em certas partes do mundo, mas também a mentalidade anti-religiosa de muitas sociedades.


Rádio Vaticano