Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Boa noite!

Quando o receberes, diz-lhe: - Senhor, espero em Ti; adoro-te, amo-te, aumenta-me a fé. Sê o apoio da minha debilidade, Tu, que ficaste na Eucaristia, inerme, para remediar a fraqueza das criaturas.

(São Josemaría Escrivá - Forja, 832)

Creio que não vou dizer nada de novo, se afirmar que alguns cristãos têm uma visão muito pobre da Santa Missa e que ela é para muitos um mero rito exterior, quando não um convencionalismo social. Isto acontece, porque os nossos corações, de si tão mesquinhos, são capazes de viver com rotina a maior doação de Deus aos homens.

Na Santa Missa, nesta Missa que agora celebramos, intervém de um modo especial, repito, a Trindade Santíssima. Para corresponder a tanto amor, é preciso que haja da nossa parte uma entrega total do corpo e da alma, pois vamos ouvir Deus, falar com Ele, vê-Lo, saboreá-Lo. E se as palavras não forem suficientes, poderemos cantar, incitando a nossa língua – Pange, lingua! – a que proclame, na presença de toda a Humanidade, as grandezas do Senhor.

Viver a Santa Missa é manter-se em oração contínua, convencermo-nos de que, para cada um de nós, este é um encontro pessoal com Deus, em que O adoramos, O louvamos, Lhe pedimos, Lhe damos graças, reparamos os nossos pecados, nos purificamos e nos sentimos uma só coisa em Cristo com todos os cristãos.

(São Josemaría Escrivá - Cristo que passa, 87-88)

O Angelus do dia 6 de Fevereiro de 2011 (versão integral)

Beethoven Piano Concerto No. 5 in E-flat major, Op. 73

Boa Tarde!

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As actuais implicações e dificuldades do estudo e da educação recordadas pelo Papa dirigindo-se à Plenária da Congregação para a Educação Católica

Promover a unidade do saber, em abertura à totalidade do real e sem excluir Deus e a luz que d’Ele vem, faz parte daquele “acto de amor”, exercício da “caridade intelectual” que é a educação: sublinhou Bento XVI recebendo nesta segunda-feira, os participantes na assembleia plenária da Congregação para a Educação Católica, que hoje teve início no Vaticano e se prolonga até quarta-feira.

O Papa começou por reconhecer a dificuldade que revela hoje em dia a acção educativa em razão de “uma cultura (disse) que demasiadas vezes faz do relativismo o próprio credo”. Acaba, assim, por faltar a luz da verdade, mais ainda, “considera-se perigoso falar de verdade, instilando assim a dúvida sobre os valores de base da existência pessoal e comunitária”.

Daqui a importância do serviço prestado no mundo pelas numerosas instituições formativas que se inspiram na visão cristã do homem e da realidade. “Educar é um acto de amor, exercício da caridade intelectual, que exige responsabilidade, dedicação, coerência de vida”.

Referindo o Seminário como uma das instituições educativas de que se ocupa este dicastério criado em 1915 pelo seu antecessor Bento XV, o Papa sublinhou a importância do mesmo para a vida da Igreja:

“Várias vezes tenho sublinhado que o Seminário é uma preciosa etapa da vida, em que o candidato ao sacerdócio faz a experiencia de ser um discípulo de Jesus. Para este tempo destinado à formação exige-se um certo desprendimento, um certo deserto, porque o Senhor fala ao coração com uma voz que se sente se houver silêncio”.

Bento XVI recordou também a importância, no seminarista, da “disponibilidade a viver em conjunto, a amar a vida de família e a dimensão comunitária que antecipam aquela fraternidade sacramental que deve caracterizar cada presbitério diocesano.