Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Sacerdote celebra Missa pela paz no Rio de Janeiro aos pés do Cristo Redentor

Ao meio-dia deste domingo, 28 de Novembro, o Reitor do Santuário Cristo Redentor do Corcovado, Padre Omar Raposo, durante o tradicional momento de Oração do Angelus, convidou todos os presentes, incluindo os turistas que visitavam a imagem, para um momento de oração pela paz no Rio de Janeiro. O padre reitor também celebrou uma eucaristia no Corcovado pedindo pela pacificação nas zonas ocupadas pelas forças de segurança na cidade.

Segundo a informação emitida pela arquidiocese da capital fluminense, o Pe. Omar, que conhece bem a realidade e o sofrimento do Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, onde passou o seu primeiro ano de vida sacerdotal, sentiu a inspiração de clamar mais uma vez a Deus pela paz, no dia de ontem - quando as forças de segurança do Estado tomaram de volta o local, que até então estava sob controlo do tráfico de drogas.

O Monumento, que é um dos principais cartões postais da Cidade do Rio de Janeiro, neste domingo foi cenário de muita emoção para os turistas do mundo inteiro que o visitavam. O Sacerdote, momentos antes da oração, explicou a onda de violência, desencadeada há uma semana e destacou a importância de rezar para que a paz voltasse a reinar.

“Hoje consolidou-se o Cristo Redentor no seu aspecto espiritual. O Corcovado é uma montanha que nos inspira a oração. O Cristo Redentor, com os braços abertos, mais uma vez abençoou a Cidade do Rio de Janeiro”, disse o Pe. Omar.

O Jornal ‘O Globo’ também destacou ontem a missa celebrada pelo Pe. Omar pedindo pela paz na cidade maravilhosa.

(Fonte: ‘ACI Digital’ com adaptação de JPR)

Boa noite!

Repara: os apóstolos, com todas as suas misérias patentes e inegáveis, eram sinceros, simples... transparentes. Tu também tens misérias patentes e inegáveis. – Oxalá te não falte a simplicidade.

(São Josemaría Escrivá -Caminho, 932)

Aqueles primeiros doze apóstolos – a quem tenho grande devoção e carinho – eram, segundo os critérios humanos, bem pouca coisa. Quanto à posição social, com excepção de Mateus – que com certeza ganhava bem a vida e deixou tudo quando Jesus lhe pediu – eram pescadores; viviam do dia-a-dia, trabalhando até de noite para poderem alcançar o seu sustento.

Mas a posição social é o de menos. Não eram cultos, nem sequer muito inteligentes, pelo menos no que diz respeito às realidades sobrenaturais. Até os exemplos e as comparações mais simples lhes eram incompreensíveis e pediam ao Mestre: Domine, edissere nobis parabolam, Senhor, explica-nos a parábola. Quando Jesus, com uma imagem, alude ao fermento dos fariseus, supõem que os está a recriminar por não terem comprado pão.

Pobres, ignorantes. E nem sequer eram simples, humildes. Dentro das suas limitações, eram ambiciosos. Muitas vezes discutem sobre quem seria o maior, quando – segundo a sua mentalidade – Cristo instaurasse na terra o reino definitivo de Israel. Discutem e excitam-se até naquela hora sublime em que Jesus está prestes a imolar-se pela humanidade, na intimidade do Cenáculo.

Fé? Pouca. O próprio Jesus Cristo o diz. Viram ressuscitar mortos, curar todo o tipo de doenças, multiplicar o pão e os peixes, acalmar tempestades, expulsar demónios. Pois S. Pedro, escolhido como cabeça, é o único que sabe responder com prontidão: Tu és o Cristo, Filho de Deus vivo. Mas é uma fé que ele interpreta à sua maneira; por isso atreve-se a enfrentar Jesus Cristo, a fim de que Ele não se entregue pela redenção dos homens. E Jesus tem de responder-lhe: Retira-te de mim, Satanás; tu serves-me de escândalo, porque não tens a sabedoria das coisas de Deus mas das coisas dos homens. Pedro raciocinava humanamente, comenta S. João Crisóstomo, e concluía que tudo aquilo (a Paixão e a Morte) era indigno de Cristo, reprovável. Por isso Jesus repreende-o e diz-lhe: não, sofrer não é coisa indigna de Mim; tu pensas assim porque raciocinas com ideias carnais, humanas.

Em que sobressaem então aqueles homens de pouca fé? Talvez no amor a Cristo? Sem dúvida que O amavam, pelo menos de palavra. (…) São homens correntes, com defeitos, com debilidades, com palavras maiores do que as suas obras. E, contudo, Jesus chama-os para fazer deles pescadores de homens, corredentores, administradores da graça de Deus.

(São Josemaría Escrivá - Cristo que passa, 2)

O Evangelho leva consigo frutos de transformação da vida: Bento XVI aos Bispos da Filipinas


O contributo que a Igreja oferece para a construção de uma ordem social mais justa, a sua presença no campo das comunicações sociais e o serviço prestado aos mais necessitados: três aspectos da actividade da Igreja Católica evocados por Bento XVI ao receber, nesta segunda-feira, no Vaticano, os bispos da Conferência Episcopal das Filipinas.

A Igreja sente-se chamada a proclamar que o Evangelho leva consigo frutos de transformação da vida. Uma proclamação que há-de ser acompanhada pelo testemunho de vida dos seus próprios fiéis. Especial responsabilidade têm os Bispos neste anúncio da fé e das suas implicações concretas, que não podem deixar de afectar também a esfera política.


“Não é surpreendente este facto, dado que a comunidade política e a Igreja, ao mesmo tempo que são claramente distintas, por outro lado se encontram ambas ao serviço do desenvolvimento integral de cada ser humano e da sociedade como um todo”.

Como sublinhou o Concílio Ecuménico Vaticano II, a missão profética da Igreja exige que esta seja livre de “pregar a fé e de ensinar a sua doutrina social”, assim como de “emitir um juízo moral sobre aquelas matérias que dizem respeito à ordem pública quando estão em jogo os direitos humanos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas”.

“À luz desta missão profética, recomendo à Igreja nas Filipinas que desempenhe o seu papel no apoio à vida humana desde a concepção até à sua morte natural, e na defesa da integridade do casamento e da família. Nestas áreas, vós estais promovendo verdades sobre a pessoa humana e sobre a sociedade, que provêm não só da revelação divina mas também da lei natural, uma ordem que é acessível à razão humana e assegura uma base para o diálogo e para um discernimento mais profundo da parte de todos os homens de boa vontade”.

Sobre o uso dos meios de comunicação, o Santo Padre sublinhou a necessidade de que a Igreja se exprima com “uma voz unificada e positiva”, de tal modo que a mensagem evangélica possa ter um impacto cada vez maior sobre a população filipina.

Finalmente, uma referência do Papa ao empenho da Igreja nas questões económicas e sociais, em particular no que diz respeito aos mais pobres e desfavorecidos da sociedade, até porque – advertiu – são “muitos os vossos concidadãos a braços com o desemprego, privados de educação adequada e de serviços de base”, razão por que são da máxima importância (disse) “os vossos pronunciamentos proféticos e a vossa acção caritativa”.

(Fonte: site Rádio Vaticano)

Boa tarde!

Da Melhoria Pessoal e da Vida Interior


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J.S. Bach: Allein Gott in der Höh' sei Ehr' BWV 663