Sentir-te-ás plenamente responsável quando compreenderes que, perante Deus, só tens deveres. Ele se encarrega de te conceder direitos!
(São Josemaría Escrivá - Forja, 946)
Um pensamento te ajudará nos momentos difíceis: quanto mais aumente a minha fidelidade, melhor contribuirei para que os outros cresçam nesta virtude. E é tão atraente sentir-nos apoiados uns pelos outros!
(São Josemaría Escrivá - Forja, 948)
Corres o grande perigo de te conformares com viver (ou pensar que deves viver...) como um "bom rapaz", que se hospeda numa casa arrumada, sem problemas, e que não conhece senão a felicidade.
Isso é uma caricatura do lar de Nazaré. Cristo, justamente porque trazia a felicidade e a ordem ao mundo, saiu a propagar esses tesouros entre os homens e mulheres de todos os tempos.
(São Josemaría Escrivá - Forja, 952)
Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Bento XVI na audiência geral alerta para o perigo de viver como se Deus não existisse
Estamos todos em perigo de viver como se Deus não existisse, mas Deus tem mil maneiras,, para cada um a sua, de se tornar presente na nossa alma, de mostrar que existe e que nos conhece: foi o que sublinhou o Papa Bento XVI durante a audiência geral desta quarta feira, na Praça de S. Pedro. O Santo Padre dedicou a sua catequese a uma santa do século XIII, Ângela de Foligno, que depois de ter passado uma parte da sua vida despreocupada, descobriu o sentido do pecado e da salvação através de Cristo. Santa Ângela – comentou Bento XVI – quer tornar-nos atentos á presença de Deus. Peçamos ao Senhor que nos torne atentos aos sinais da sua presença e nos ensine a viver realmente.
Escutemos agora o Papa falando em português:
Queridos irmãos e irmãs,
Grande mística da Idade Média, a Beata Ângela de Foligno é um significativo exemplo de como a verdadeira felicidade nasce da íntima amizade com Cristo. Na seqüência de uma visão de São Francisco, abandonou a vida mundana que levava e fez uma confissão geral de seus pecados, iniciando o seu caminho de união espiritual com Deus. Após ficar viúva e perder todos os filhos, vendeu os seus bens e aderiu à Ordem Terceira Franciscana. O seu itinerário espiritual se caracterizou pela passagem gradual da consciência de pecado e temor do inferno, passando pelo doloroso “caminho da Cruz”, até chegar no “caminho do amor”. Com efeito, ao contemplar o Senhor crucificado, percebeu que a lhe salvar da sua indignidade e de merecer o inferno não seria tanto o seu esforço de unir-se com Deus como o dom gratuito do Pai através do sacrifício do Seu Filho na Cruz. A partir disso, a sua experiência mística lhe conduziu a assemelhar-se cada vez mais a Cristo, mediante purificações e transformações sempre mais profundas, que significavam viver aquilo que Cristo viveu: pobreza, desprezo e sofrimento.
Saúdo com profunda amizade os peregrinos lusófonos presentes nesta Audiência, particularmente os fiéis portugueses de Valongo e os brasileiros de Ribeirão Pires, Porto Alegre e São Paulo. Sobre todos invoco as luzes e bênçãos do Céu que possam, a exemplo da Baeta Ângela de Foligno, ajudar-vos a compreender o quanto Cristo nos amou e nos ama. Ide com Deus. Obrigado!
No final da audiência Bento XVI dirigiu o seu pensamento a Nossa Senhora de Fátima, cuja última aparição recordamos precisamente hoje. Á celeste Mãe de Deus o Papa confiou os jovens para que possam responder generosamente á chamada do Senhor. Maria – acrescentou depois o Papa – seja para vós queridos doentes, conforto nas vossas penas, e vos acompanhe, queridos noivos, no vosso incipiente caminho familiar.
(Fonte: site Rádio Vaticana)
Escutemos agora o Papa falando em português:
Queridos irmãos e irmãs,
Grande mística da Idade Média, a Beata Ângela de Foligno é um significativo exemplo de como a verdadeira felicidade nasce da íntima amizade com Cristo. Na seqüência de uma visão de São Francisco, abandonou a vida mundana que levava e fez uma confissão geral de seus pecados, iniciando o seu caminho de união espiritual com Deus. Após ficar viúva e perder todos os filhos, vendeu os seus bens e aderiu à Ordem Terceira Franciscana. O seu itinerário espiritual se caracterizou pela passagem gradual da consciência de pecado e temor do inferno, passando pelo doloroso “caminho da Cruz”, até chegar no “caminho do amor”. Com efeito, ao contemplar o Senhor crucificado, percebeu que a lhe salvar da sua indignidade e de merecer o inferno não seria tanto o seu esforço de unir-se com Deus como o dom gratuito do Pai através do sacrifício do Seu Filho na Cruz. A partir disso, a sua experiência mística lhe conduziu a assemelhar-se cada vez mais a Cristo, mediante purificações e transformações sempre mais profundas, que significavam viver aquilo que Cristo viveu: pobreza, desprezo e sofrimento.
Saúdo com profunda amizade os peregrinos lusófonos presentes nesta Audiência, particularmente os fiéis portugueses de Valongo e os brasileiros de Ribeirão Pires, Porto Alegre e São Paulo. Sobre todos invoco as luzes e bênçãos do Céu que possam, a exemplo da Baeta Ângela de Foligno, ajudar-vos a compreender o quanto Cristo nos amou e nos ama. Ide com Deus. Obrigado!
No final da audiência Bento XVI dirigiu o seu pensamento a Nossa Senhora de Fátima, cuja última aparição recordamos precisamente hoje. Á celeste Mãe de Deus o Papa confiou os jovens para que possam responder generosamente á chamada do Senhor. Maria – acrescentou depois o Papa – seja para vós queridos doentes, conforto nas vossas penas, e vos acompanhe, queridos noivos, no vosso incipiente caminho familiar.
(Fonte: site Rádio Vaticana)
Saibamos à semelhança do único leproso curado pelo Senhor que voltou atrás e deste mineiro boliviano manifestar-Lhe sempre a nossa gratidão
Mamani, boliviano a trabalhar no Chile, o último a ser resgatado do primeiro grupo de mineiros, ajoelhou-se e deu graças a Deus e de seguida beijou a sua mulher entre os aplausos dos socorristas.
(Fonte: ‘El Mundo’ online com tradução e edição de JPR)
«Agradece ao Senhor o enorme bem que te concedeu ao fazer-te compreender que "só uma coisa é necessária". E, junto com a gratidão, que não falte a tua súplica diária pelos que ainda O não conhecem ou não O compreenderam.»
(São Josemaría Escrivá – Sulco, 454)
(Fonte: ‘El Mundo’ online com tradução e edição de JPR)
«Agradece ao Senhor o enorme bem que te concedeu ao fazer-te compreender que "só uma coisa é necessária". E, junto com a gratidão, que não falte a tua súplica diária pelos que ainda O não conhecem ou não O compreenderam.»
(São Josemaría Escrivá – Sulco, 454)
S. Josemaría nesta data em 1931
“Disse o outro dia que faço pouca oração, e tenho de rectificar, ou melhor, de explicar este conceito: não tenho ordem – faço o propósito de a ter, a partir de hoje -, não costumo fazer meditação (a partir de hoje também farei uma hora diária), mas oração de afectos, passo muitos dias a fazê-la, desde manhã até à noite: é claro que, em certos momentos, de modo especial”, anota, ao falar da oração que Deus o ajuda a fazer por esses dias.
(Fonte: site de S. Josemaría Escrivá http://www.pt.josemariaescriva.info/)
(Fonte: site de S. Josemaría Escrivá http://www.pt.josemariaescriva.info/)
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