Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Retiram processo legal contra o Vaticano por supostos abusos nos EUA – “Foi demonstrado que não tinha fundamento...”

O Director da Sala de Imprensa da Santa Sé, o Pe. Federico Lombardi, explicou que é positiva a retirada de um processo de três pessoas que alegavam ter sofrido abusos sexuais por parte do clero nos Estados Unidos, apresentado em 2004, já que foi demonstrado que este não tinha fundamento.

Em declarações à imprensa sobre o retiro de um processo judicial em Kentucky, Estados Unidos, contra a Santa Sé, o Pe. Lombardi assinala que a notícia foi recebida no Vaticano "com satisfação".

"Naturalmente – afirmou de imediato –, isto não significa em modo algum minimizar o horror e a condenação dos casos dos abusos sexuais, assim como a compaixão pelo sofrimento das vítimas".

Como ressaltou o advogado do Vaticano nos Estados Unidos, Jeffrey Lena, e o Pe. Lombardi também destacou em informação recolhida pela Rádio Vaticano, "a justiça ante as vítimas e o amparo dos menores devem ser sempre o objectivo prioritário".

"Entretanto – conclui – é positivo que uma causa que durou quase seis anos, sobre uma suposta implicação de responsabilidades da Santa Sé na ocultação dos abusos de menores, e que teve fortes e negativas repercussões na opinião pública, tenha ficado demonstrado ser infundada".

(Fonte: 'ACI Digital' com adaptação de JPR)

Mozart - Piano Concerto No.8 - Christian Zacharias

A união homossexual é intrinsecamente imoral, explica Cardeal Arcebispo da Cidade do México, D. Norberto Rivera

O Arcebispo da capital mexicana, o Cardeal Norberto Rivera, emitiu ontem um comunicado ante a declaração de constitucionalidade do Supremo Tribunal de Justiça em relação às uniões entre pessoas do mesmo sexo, no qual explica que estas são "intrinsecamente imorais pois contradizem o projecto divino". Disse também que a falha do chamado tribunal é uma aberração e resulta abusivo chamar de matrimónio este tipo de união.

A seguir a declaração completa:

"Então este exclamou: ‘Esta vez sim que é osso de meus ossos e carne de minha carne. Esta será chamada mulher, porque do varão foi tomada’. Por isso deixa o homem o seu pai e a sua mãe e se une à sua mulher, e se fazem uma só carne" (Cf. Gen 2,23-24)".

Estas palavras, tiradas do livro do Génesis, colocam-nos diante do intuito de Deus que criou a humanidade na diferença e complementaridade do homem e da mulher. É, pois, o primeiro hino de amor pronunciado para a mulher no qual se reconhece a igualdade e a diversidade, a identidade e a unidade; isto é reconhecer-se como dois e como um ao mesmo tempo, simbolizando um contexto de aliança, de união esponsal.

A comunhão entre o homem e a mulher, efectuada no amor conjugal, leva à realização do tornar-se "uma só carne", que permite, inclusive, fazer-se outra carne. Com efeito, a geração dos filhos revela que é carne da mãe e carne do pai, exaltando com isso que a união matrimonial é unidade fecunda porque se acolhe a diferença e se reconhece a diversidade no amor autêntico e não egoísta.

A doutrina cristã do matrimónio, que aprofunda suas raízes no livro do Génesis, contribui os elementos fundamentais para a compreensão adequada do homem e da mulher, cujos corpos possuem seu "significado nupcial", que infelizmente por causa do pecado, de perversas ideologias modernas, é escurecido, manipulado e degenerado.

Por isso, ante a aberrante sentença de constitucionalidade que corrobora a imoral reforma de lei que permite as uniões entre pessoas do mesmo sexo – abusivamente chamado de matrimónio por parte do Supremo Tribunal de Justiça da Nação, a Igreja não pode deixar de chamar de mal aquilo que é um mal. As uniões de facto ou ‘legalóides’ de pessoas do mesmo sexo são intrinsecamente imorais, pois contradizem o projecto divino, desvirtuam a natureza do matrimónio elevado por Cristo à dignidade de sacramento (cf. Mt 19,3-9).

Tal actividade imoral jamais poderá ser equivalente à expressão sexual do amor conjugal, pois põe em perigo a dignidade e os direitos da família que constituem o bem comum da sociedade. As injustiças cometidas contra as pessoas homossexuais nunca serão uma justificação para conceder falsos direitos que, como se isto fosse pouco, afectarão crianças inocentes, a quem será negado o direito de ter um pai e uma mãe para seu adequado desenvolvimento moral e psico-afectivo.

É meu dever, como Pastor da Arquidiocese Primaz do México, fazer um alerta ao Povo de Deus, para que dê mostras de bondade e misericórdia para as pessoas homossexuais, tendo claro o exemplo do mesmo Senhor que não veio para condenar mas para salvar: "Ele foi intransigente com o mal, mas misericordioso com as pessoas" (Humanae Vitae, 29). Embora estejamos chamados a ser respeitosos com as leis civis, temos o dever moral de não fazer vãos os mandamentos de Deus e evitar cair em permissivismos que lesam os princípios fundamentais de nossa fé e o valor precioso da família, hoje tão atacada e banalizada como se houvesse a intenção perversa de interesses obscuros por destruí-la e com isso levar o nosso país, ferido pela violência e a decomposição social, à sua ruína.

Que a aprovação absurda desta lei, que poderá ser legal mas nunca moral, nos permita ser conscientes do valor inigualável da família, "fundamento da vida e do amor"; e ao mesmo tempo, que seja a ocasião para continuar elevando nossas orações a Deus pelos nossos governantes, para que a exemplo de Santo Tomás Moro, saibam servir não o poder, mas o supremo ideal de justiça, tutelando a família, o direito à vida desde sua gestação até seu fim natural, a dignidade da pessoa, a justiça social e a paz para nosso aflito país.

Que a lei de Cristo, mandamento do amor, seja a lei suprema de nossos corações, que nos liberte do poder do Maligno presente na violência exacerbada que inicia com a eliminação dos mais desprotegidos no ventre de suas próprias mães, e que se multiplica no crime organizado e em legislações imorais que servem como seu instrumento, e que Maria Santíssima de Guadalupe nos proteja com seu maternal amor e salve a nossa nação.

(Fonte: ‘ACI Digital’ com adaptação de JPR)

Encontram água e frescos no local que se pensa ter servido de cárcere a São Pedro e São Paulo (vídeos em espanhol e inglês)

Canto Ambrosiano - Αινείτε τον Κύριον