Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Livro de textos de Bento XVI sobre Nossa Senhora apresentado em Fátima
Bento XVI é um Papa marianoO livro “MARIA Homilias *Orações *Discursos PAPA BENTO XVI”, uma edição da ‘K Editora’ com prefácio do Reitor do Santuário de Fátima e que assume também um cariz solidário, uma vez que 2% das vendas reverte para a Caritas Portuguesa, foi apresentado, ontem, 27 de Abril, no Santuário de Fátima.
Nuno Cordeiro, editor, sublinhou a importância do momento do lançamento da obra decorrer no Santuário de Fátima, “lugar especial para o mundo católico, para os portugueses”, por se tratar de um livro onde que publica alguns dos principais textos escritos por Bento XVI dirigidos ou sobre Nossa Senhora, seja sob a forma de orações seja de homilias ou discursos.
Presente no momento do lançamento, o Reitor do Santuário de Fátima agradeceu à editora o convite para escrever o prefácio de uma publicação de “grandíssima qualidade”, que consegue nas diversas vertentes do seu conteúdo, nomeadamente textos e fotografias, mostrar uma das “maravilhas mais visíveis para os católicos, a beleza humana e espiritual que é Nossa Senhora”.
Para o Padre Virgílio Antunes, o livro sublinha também a figura do Papa “como elo de unidade de toda a Igreja que vai estar diante de Nossa Senhora em Fátima” e reafirma a importância da Eucaristia para os católicos como “símbolo de uma Igreja que reza e celebra unida”.
Tratou-se de «uma belíssima iniciativa que não só desperta interesse, mas ajuda a contextualizar, a dar o pleno enquadramento» da viagem apostólica de Bento XVI, afirmou.
Quanto a Bento XVI, o Reitor do Santuário de Fátima destaca que todos os católicos precisam de ouvir a sua palavra, “uma palavra firme, segura, certa”.
Convidada pela ‘K Editora’ a falar sobre a obra, a jornalista Aura Miguel, sublinhou “o impacto da beleza deste livro”, com uma capa “belíssima” e “uma força que se repercute no seu interior”.
A propósito da publicação na obra da homilia proferida em Fátima em Outubro de 1996, pelo ainda então Cardeal Ratzinger, Aura Miguel relatou uma “peripécia” que lhe foi descrita por um Servita de Nossa Senhora que, ao ser chamado ao quarto de Joseph Ratzinger, encontrou o cardeal a ler, de joelhos, em voz alta, a homilia, para treinar a correcta dicção. Para a jornalista este gesto mostra a simplicidade do actual Papa.
«Se muitas vezes foi dito que João Paulo II era o Papa mariano, com este livro fica provado que Bento XVI também o é», afirmou a jornalista Aura Miguel na apresentação da obra.
(Fonte: Boletim Informativo do Santuário de Fátima 55/2009, de 28 de Abril de 2010)
Humildade
– Senhor, peço-te um presente: Amor..., um Amor que me deixe limpo. E mais outro presente: conhecimento próprio, para me encher de humildade. (Forja, 185)São santos os que lutam até ao final da sua vida: os que se sabem levantar sempre depois de cada tropeção, de cada queda, para prosseguir valentemente o caminho com humildade, com amor, com esperança. (Forja, 186)
Se os teus erros te fazem mais humilde, se te levam a procurar agarrar com mais força a mão divina, são caminho de santidade: "felix culpa!", bendita culpa!, canta a Igreja. (Forja, 187)
A humildade leva cada alma a não desanimar ante os próprios erros. A verdadeira humildade leva... a pedir perdão! (Forja, 189)
São Josemaría Escrivá
Na audiência geral desta quarta feira Bento XVI pediu aos padres coerência com o Sacramento recebido
O dom total da vida aos pobres, aos mais necessitados, aos últimos, mas na profunda convicção de que não é possível exercer a caridade sem viver em Cristo e na Igreja. Este o exemplo que Bento XVI indicou a todos os padres falando na audiência geral de dois santos sacerdotes de Turim. São Leonardo Murialdo e São José Cottolengo.
Estas as palavras do Papa falando em português:
Queridos irmãos e irmãs,
Houve dois santos sacerdotes no século dezanove que viveram o seu ministério na dedicação total aos mais pobres. A raiz profunda e a fonte inexaurível da sua actividade estavam na sua relação com Deus, conscientes de que não existe caridade sem viver em Cristo e na Igreja. O primeiro, São Leonardo Murialdo, experimentou a Misericórdia de Deus após uma crise existencial e espiritual na adolescência, e sentiu-se chamado ao sacerdócio, dedicando-se à juventude mais abandonada. Sabendo que a missão do sacerdote é “continuar a obra da redenção, a grande obra de Jesus”, não cessava de recordar a si mesmo e aos seus confrades a coerência com o sacramento recebido. O segundo, São José Cottolengo, foi chamado para dar os últimos sacramentos a uma jovem mulher grávida que morria por falta de cuidados adequados. Foi um sinal de Deus no seu caminho que o transformou: doravante será “o ajudante da divina Providência” ao serviço dos mais necessitados. Nascia, assim, a Pequena Casa da Divina Providência, cujo coração pulsante eram os mosteiros de religiosas contemplativas que ele fundara.
Uma saudação cordial aos peregrinos vindos do Brasil e demais países de língua portuguesa, contando com as vossas orações por todos os sacerdotes para que se dediquem sempre com mais generosidade a Deus e ao rebanho a eles confiado. E que Deus vos abençoe a vós e as vossas famílias. Ide em paz!
(Fonte: site Radio Vaticana)
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