Dado o actual momento histórico cultural, o Papa Bento XVI exortou a Igreja a estar presente de maneira atenta e capilar ao lados dos doentes e na sociedade para transmitir de maneira eficaz os valores em defesa da vida humana, desde a sua concepção até á morte natural. O apelo está contido na mensagem escrita pelo Santo Padre para o XVIII Dia Mundial do Doente que ocorre a 11 de Fevereiro de 2010.
Falando da importante tarefa da Igreja de cuidar do sofrimento humano, Bento XVI na sua mensagem cita uma passagem da constituição conciliar Lumen Gentium : como Cristo foi enviado pelo Pai « a evangelizar os pobres... a sarar os contritos de coração» (Luc. 4,18), «a procurar e salvar o que perecera» (Luc. 19,10), de igual modo, a Igreja abraça com amor todos os afligidos pela enfermidade humana; mais ainda, reconhece nos pobres e nos que sofrem a imagem do seu fundador pobre e sofredor, procura aliviar as suas necessidades, e intenta servir neles a Cristo….
(Fonte: Evangelho Quotidinao)
Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Nova Iorque rejeita casamento homossexual
O senado do Estado de Nova Iorque chumbou uma proposta de legalização do casamento homossexual.A decisão foi um duro revés para os activistas a favor do casamento entre homossexuais, que gastaram mais de um milhão de dólares nas mais recentes eleições estaduais na esperança de que esta legislatura estivesse disposta a abraçar a sua causa.
No final, contudo, 38 senadores votaram contra a proposta, com 24 a votar a favor. Os mais pessimistas dos activistas esperavam conseguir pelo menos 26 votos, segundo o New York Times.
O resultado não deixa de ser surpreendente, uma vez que Nova Iorque é visto como um Estado muito liberal. O senado tem apenas 30 senadores republicanos, que votaram em bloco contra a proposta. Oito democratas fizeram o mesmo.
Desde 2003 sete Estados americanos legalizaram o casamento homossexual, embora dois desses, Califórnia e Maine, tenham visto o eleitorado a revogar a decisão em referendo. Até hoje todos os 31 estados que levaram a questão às urnas viram a legalização derrotada pelos cidadãos.
A Igreja Católica aplaudiu a decisão do senado, Richard E. Barnes, director executivo da Conferência Católica do Estado de Nova Iorque, um órgão oficial da Igreja, disse que: “Os defensores do casamento entre homossexuais tentam criar a impressão de que esta é uma alteração inevitável. Contudo, tem-se tornado claro que os americanos continuam a entender o casamento da forma como este sempre foi entendido. Esta é uma vitória para uma célula base da nossa sociedade”.
(Fonte: site Rádio Renascença)
A vida matrimonial, um caminhar divino pela Terra
Para o cristão o matrimónio não é uma simples instituição social e menos ainda um remédio para as fraquezas humanas: é uma autêntica vocação sobrenatural. Sacramento grande em Cristo e na Igreja, como diz S. Paulo, é, ao mesmo tempo e inseparavelmente, contrato que um homem e uma mulher fazem para sempre, pois, quer queiramos quer não, o matrimónio instituído por Jesus Cristo é indissolúvel, sinal sagrado que santifica, acção de Jesus, que invade a alma dos que se casam e os convida a segui-Lo, transformando toda a vida matrimonial num caminhar divino pela Terra.
S. Josemaría Escrivá - Cristo que passa, nn. 22–23
S. Josemaría Escrivá - Cristo que passa, nn. 22–23
S. Josemaría Escrivá nesta data em 1937
Depois da longa e difícil fuga através dos Pirinéus, tinham chegado no dia anterior a Andorra. Num dia como o de hoje tiraram esta fotografia. A primeira coisa que fez o Fundador do Opus Dei foi celebrar a Santa Missa numa igreja: não tinha podido fazê-lo desde há 17 meses. Logo a seguir enviou um postal ao Consul Geral das Honduras.Na fotografia da esquerda para a direita e de cima para baixo: Tomás Alvira, Manolo Sainz de los Terreros, o Padre Josemaria, Pedro Casciaro, Paco Botella, Juan Jiménez Vargas, Miguel Fisac e José Maria Albareda
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/3-12-5)
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