Obrigado, Perdão Ajuda-me

Obrigado, Perdão Ajuda-me
As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

D. José Saraiva Martins pede entusiasmo na vivência da fé

Os cristãos têm de ter a coragem e o entusiasmo de professar a sua fé em público. O desafio é lançado pelo Cardeal D. José Saraiva Martins, Prefeito Emérito da Congregação para a Causa dos Santos. “Mais do que a falta de fé, falta a coragem de professar a fé”, sublinhou, na noite passada, em Lisboa, numa conferência sobre a mais recente encíclica do Papa Bento XVI “A caridade na Verdade”.

Numa entrevista que pode ouvir na íntegra no site da Renascença AQUI. Saraiva Martins reforçou as dificuldades da Igreja em afirmar os seus princípios numa sociedade que quer remetê-la cada vez mais para a esfera do privado.

Nesta entrevista a Aura Miguel, o Cardeal destaca uma das principais ideias da encíclica do Papa: o primado da ética sobre a economia. “O núcleo desta encíclica pode-se resumir dizendo que a economia precisa da ética, a ética da caridade e a caridade da verdade. Sem a moral, a economia não funciona”.

O lugar do homem no sistema financeiro é outra das preocupações do Papa, segundo o Cardeal. Em qualquer situação: “No centro tem de estar sempre o homem. A economia deve ser para o homem e não o homem para a economia”.

O Cardeal Saraiva Martins falou ainda da visita do Papa a Portugal, agendada para Maio de 2010. “O Papa decidiu vir a Portugal para exprimir o seu afecto a este país, que contribuiu ao longo dos séculos, de maneira determinante para a expansão do Evangelho em tantas partes do mundo. É um país missionário, por natureza, por vocação”, disse.

Quanto à decisão de ir à cidade do Porto, D. José recorda que, para além de ser a segunda cidade de Portugal, “é a cidade da Virgem. É a cidade de uma tradição cristã extremamente importante para a Igreja Portuguesa. Diria que é um exemplo de Cristianismo vivido. De maneira que a visita do
Papa ao Porto vai consagrar esta espiritualidade, este Cristianismo ainda tão sentido na capital do norte”.

(Fonte: ‘Página 1’, grupo Renascença, edição de 19.11.2009)

Vladimir Horowitz - Chopin Piano Sonata No. 2

Meditação do dia de Francisco Fernández Carvajal

Comentário ao Evangelho do dia feito por:

Santo Agostinho (354-430), Bispo de Hipona (Norte de África) e Doutor da Igreja
Sermão sobre o Salmo 130, § 3

«Todo o povo ficava suspenso dos Seus lábios»

Reza-se no templo de Deus quando se reza na paz da Igreja, na unidade do Corpo de Cristo, porque o Corpo de Cristo é constituído pela multidão dos crentes espalhados por toda a terra. [...] Para sermos atendidos, é neste templo que temos de rezar, «em espírito e verdade» (Jo 4, 23), e não no Templo material de Jerusalém. Este era «uma sombra das coisas que hão-de vir» (Col 2,17), e por isso caiu em ruínas. [...] Este templo que caiu não podia ser a casa de oração da qual foi dito: «A Minha casa será chamada casa de oração para todas as nações» (Mc 11, 17; Is 56, 7).

Será que os que a transformaram num «covil de ladrões» foram realmente os causadores da sua queda? Pois também os que levam na Igreja uma vida de desordem, os que procuram fazer da casa de Deus um covil de ladrões, estando ela em seu poder, também esses não poderão destruir este templo. Virá o tempo em que serão expulsos sob o chicote dos seus pecados. Esta assembleia de fiéis, templo de Deus e Corpo de Cristo, tem apenas uma voz e canta como um só homem. [...] Se quisermos, essa voz será a nossa; se quisermos escutar o cântico, cantá-lo-emos também no nosso coração.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)

O Evangelho do dia 20 de Novembro de 2009

São Lucas 19,45-48

Depois, entrando no templo, começou a expulsar os vendedores.
E dizia-lhes: «Está escrito: A minha casa será casa de oração; mas vós fizestes dela um covil de ladrões.»
Ensinava todos os dias no templo, e os sumos sacerdotes e os doutores da Lei, assim como os chefes do povo, procuravam matá-lo.
Não sabiam, porém, como proceder, pois todo o povo, ao ouvi-lo, ficava suspenso dos seus lábios.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)