Obrigado, Perdão Ajuda-me

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As minhas capacidades estão fortemente diminuídas com lapsos de memória e confusão mental. Esta é certamente a vontade do Senhor a Quem eu tudo ofereço. A vós que me leiam rogo orações por todos e por tudo o que eu amo. Bem-haja!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Bento XVI deixa orientações para a leitura da Bíblia


Papa destaca importância de compreender cada texto no conjunto de todos os livros bíblicos

Bento XVI defendeu esta Segunda-feira no Vaticano que a leitura da Bíblia exige a “compreensão de cada texto individual a partir do conjunto”.

O Papa falava diante de 400 docentes, estudantes e funcionários do Instituto Bíblico Pontifício, por ocasião dos 100 anos da sua fundação.

Depois de sublinhar o aumento do interesse pela Bíblia no decorrer deste século, Bento XVI afirmou que “graças ao Concílio Vaticano II, em especial à Constituição dogmática Dei Verbum, compreendeu-se ainda mais a importância da Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja”.

Esse mesmo documento, disse ainda, frisou a “legitimidade e necessidade do método histórico-crítico, resumindo-o em três elementos essenciais: atenção aos géneros literários: estudo do contexto histórico; exame do que se costuma chamar Sitz im Leben”.

Para Bento XVI, “o pressuposto fundamental sobre o qual repousa a compreensão teológica da Bíblia é a unidade da Escritura”.

O Papa deixou votos de que “a Sagrada Escritura se torne neste mundo secularizado não somente a alma da teologia, mas também a fonte da espiritualidade e do vigor da fé de todos os fiéis em Cristo”.

“É à Igreja que é confiado o ofício de interpretar autenticamente a palavra de Deus escrita e transmitida, exercitando a sua autoridade em nome de Jesus Cristo”, acrescentou.

Bento XVI saudou o que considerou como “autêntica renovação espiritual e pastoral” provocada pelo destaque dado à Bíblia, sobretudo na “pregação, catequese, estudo da teologia e diálogo ecuménico”.

Para esta renovação, afirmou, deu um contributo significativo o Instituto Bíblico Pontifício, com a pesquisa científica, com o ensinamento das disciplinas bíblicas e a publicação de estudos e revistas especializadas. O Papa citou também alguns docentes ilustres, como o Cardeal Bea, que formou mais de sete mil professores de Sagrada Escritura.

Bento XVI encorajou docentes e estudantes a prosseguirem neste caminho com renovado empenho, conscientes do serviço à Igreja que lhes é pedido, ou seja, “aproximar a Bíblia à vida do Povo de Deus”, para que este “saiba enfrentar de maneira adequada os desafios inéditos que os tempos modernos põem à nova evangelização".


(Fonte: site Agência Ecclesia)

Bach - Magnificat - 5 - Quia fecit mihi magna

Meditação do dia de Francisco Fernández Carvajal

Comentário ao Evangelho do dia feito por:

São Máximo de Turim (?-c. 420), bispo
Sermão 26 (a partir da trad. coll. Pères dans la foi, Migne 1996, p. 124)

«É semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou e deitou no seu quintal»

A propósito do que diz o Evangelho: «Um homem tomou-o e deitou-o no seu quintal», que homem é esse, em vossa opinião, que semeou o grão que recebeu, como um grão de mostarda no seu pequeno jardim? Penso que é aquele sobre o qual o Evangelho diz: «Um membro do Conselho, chamado José, natural de Arimateia [...], foi ter com Pilatos, pediu-lhe o corpo de Jesus e, descendo-O da cruz, envolveu-O num lençol e depositou-O num sepulcro preparado no seu jardim» (Lc 23, 50-53). É por essa razão que as Escrituras dizem: «Um homem tomou-o e deitou-o no seu jardim». No jardim de José misturavam-se perfumes de diversas flores, mas um grão como aquele nunca lá tinha sido deitado. O jardim espiritual da sua alma rescendia ao perfume das suas virtudes, mas Cristo ainda não tinha sido aí colocado. Ao sepultar o Salvador no monumento do seu jardim, ele acolheu-O mais profundamente no fundo do seu coração.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)

O Evangelho do dia 27 de Outubro de 2009

São Lucas 13,18-21

Disse, então: «A que é semelhante o Reino de Deus e a que posso compará-lo?
É semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou e deitou no seu quintal. Cresceu, tornou-se uma árvore e as aves do céu vieram abrigar-se nos seus ramos.»
Disse ainda: «A que posso comparar o Reino de Deus?
É semelhante ao fermento que certa mulher tomou e misturou com três medidas de farinha, até ficar levedada toda a massa.»


(Fonte: Evangelho Quotidiano)